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Um psicólogo, ao entrevistar uma criança pequena...

Um psicólogo, ao entrevistar uma criança pequena particularmente resistente ao contato, como parte de uma avaliação pericial, acaba por deixar de anotar o que a criança diz ou faz e centrar sua atenção somente na relação com a criança. Tal decisão do psicólogo, segundo B. Cattani (em Hutz et al., 2020), é


A

pouco relevante, porque manter um rapport adequado é mais importante do que o registro das informações no contexto pericial.


B

incorreta, porque ele deveria, antes, inquirir a criança se o fato de ele fazer anotações a estava deixando nervosa.


C

acertada, porque posteriormente ele poderá indagar a mãe da criança sobre informações que lhe pareçam duvidosas.


D

questionável, porque ele poderia fazer anotações de forma discreta, sem prejudicar necessariamente o rapport.


E

recomendável, porque de modo geral fazer anotações em contextos avaliativos compromete o rapport.