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Segundo Zanelli, Borges-Andrade e Bastos (2014, p. 223) “as abordagens mais tradicionais utilizadas para compreender o estresse no trabalho (fatores físicos e sociais como potenciais estressores no trabalho) também têm sido enriquecidas pelas contribuições da abordagem cognitivista”.
Com base no enunciado acima, isto é, a partir da concepção das contribuições da abordagem cognitivista, marque a alternativa INCORRETA.
O uso de modelos que avaliam os estressores, as formas de escolha de enfrentamento e os prejuízos causados pelo estresse por meio de princípios cognitivos (processamento controlado e automático, modelos mentais e inferências por categorização) têm sido crescentemente observados em pesquisas mais recentes.
Os diversos riscos de comprometimento do estresse no trabalho quase que invariavelmente conduzem a um quadro de neurose, mostrando assim, seu desenvolvimento vinculado ao contexto de trabalho e que pode levar colaboradores, seguidores e organizações a caminhos pouco promissores, pois nesse contexto pode aparecer a liderança narcísica.
A natureza e o papel da percepção de justiça e o processo de comparação social, junto com a análise dos vários fatores situacionais e pessoais que disparam tais julgamentos, são considerados aspectos relevantes na experiência de bem-estar do trabalhador.
Outra linha de investigação de abordagem cognitivista está centrada nas consequências cognitivas do estresse relacionado ao trabalho, ou seja, nos seus efeitos danosos na formação e no desenvolvimento de modelos mentais de equipes e na memória transacional.