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Segundo Feist, Feist e Roberts (2015, p. 17) “as maiores contribuições de Freud para a teoria da personalidade são a exploração do inconsciente e a insistência de que as pessoas são motivadas, primariamente, por impulsos dos quais elas têm pouca ou nenhuma consciência. Para Freud, a vida mental está dividida em dais níveis: o inconsciente e o consciente. O inconsciente, por sua vez, tem dois níveis distintos: o inconsciente propriamente dito e o pré-consciente. Na psicologia freudiana, os três níveis da vida mental são usados para designar tanto um processo quanto urna localização. A existência como urna localização específica, obviamente, é apenas hipotética e não possui existência real dentro do corpo”.
No que concerne aos processos inconscientes é INCORRETO afirmar que:
Os sonhos servem como urna fonte particularmente rica de material inconsciente. Por exemplo, Freud acreditava que as experiências infantis podem aparecer nos sonhos adultos mesmo sem o sonhador ter urna lembrança consciente dessas experiências.
O inconsciente pode ser definido como aqueles elementos mentais na consciência em determinado ponto no tempo. Ele é o único nível da vida mental que está diretamente disponível para nós.
Os processos inconscientes com freqüência entram na consciência, mas semente depois de serem suficientemente disfarçados ou distorcidos para escapar da censura.
O inconsciente contém todos os impulsos, desejos ou instintos que estão além da consciência, mas que, no entanto, motivam a maioria de nossos sentimentos, ações e palavras. Ainda que possamos estar conscientes de nossos comportamentos explícitos, muitas vezes, não estamos conscientes dos processos mentais que estão por trás deles.