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Segundo Jurema Alcides Cunha, estudiosa do...

Segundo Jurema Alcides Cunha, estudiosa do psicodiagnóstico, quando há solicitação de um diagnóstico diferencial num contexto hospitalar, eventualmente, antes do primeiro contato com o paciente, o objetivo do exame já está bem definido e as questões iniciais bem delimitadas e, sendo assim, como há informações prévias sobre o sujeito e o caso em questão, a primeira entrevista


A

já pode ser estruturada de maneira a permitir a resolução de algumas questões diagnósticas.


B

é composta por procedimentos que focalizem as dificuldades apresentadas pelo paciente, sem que haja a expectativa de solucioná-las naquele momento.


C

necessita ser livre e sem estruturação, de modo que permita verificar como o paciente se porta espontaneamente diante da situação de exame.


D

deve apenas manter o foco na obtenção de mais dados sobre o paciente e sua doença.


E

permite, portanto, já a aplicação de testes psicológicos de modo a agilizar a obtenção do diagnóstico.