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A atuação do psicólogo em gestação de risco e parto prematuro é abordada por Azzi e Kernkraut no livro “O psicólogo no hospital: da prática assistencial à gestão de serviço” (GIBELLO; KERNKRAUT; SILVA, 2017). Referente ao psicólogo que atua nesse contexto, é correto afirmar que ele deve considerar:
A necessidade de oferecer suporte à equipe multiprofissional na compreensão da história dos pais, das atitudes e dos comportamentos que podem estar interferindo no enfrentamento da internação do bebê.
Nas situações em que o parto prematuro é inevitável, que proporcionar ao casal a possibilidade de uma visita à UTIN atrapalhará na preparação do que estará por vir.
Que as intervenções da equipe multiprofissional relacionadas à promoção da construção de vínculo pais-bebês na UTIN são restritas a poucas variações.
Que as visitas de irmãos de 2 a 11 anos para conhecerem o bebê na UTIN não são recomendadas. O critério impeditivo é o risco de infecção e o trauma provocado pela visita.
Que o método canguru auxilia os pais no reconhecimento de sinais de conforto e desconforto do bebê, mas falha no resgate da situação que o binômio mãe-bebê deveria passar após o nascimento: que é o bebê sair da barriga e ter contato corpo a corpo com a mãe.