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Em relação à observação lúdica, é correto afirmar que
a posição da criança, no processo terapêutico, é diferente, visto serem os pais que buscam atendimento para ela. Mas é demanda da criança o estabelecimento de metas, enquanto é dever dos pais concordar ou não com o plano de atendimento e determinar até quando a terapia deve ser encerrada.
apenas crianças até 10 anos de idade são encaminhadas a profissionais da saúde mental, podendo apresentar uma infinidade de problemas, desde disfunções na fala, dificuldade de aprendizagem, medos, depressão, hiperatividade, desobediência, retraimento, tiques, dificuldade para fazer amigos, entre outros.
no atendimento com criança, a queixa inicial é sempre trazida pelos pais, e a criança geralmente se apresenta de forma confusa. Nesse momento, o terapeuta tem que intervir como facilitador da comunicação dos problemas, buscando uma definição dos objetivos pretendidos. O profissional nessa situação deve ajudar os pais a optarem pelo bem-estar da criança, definindo, então, metas para a atuação terapêutica.
as crianças variam na quantidade e tipo de verbalização durante as sessões de brinquedo ou jogo. Seu discurso pode estar focado no brinquedo ou em outros tópicos. A ideia fundamental no uso de entrevistas lúdicas é que as crianças vão descansar e brincar.