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Conforme as contribuições de Bazzan et al. (2020) quanto ao processo de adaptação familiar à hospitalização infantil em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), assinale a alternativa INCORRETA.
Os membros de uma família formam um sistema, e, nessas condições, vivenciam sintomas psicológicos que podem, consequentemente, resultar em transtornos de estresse, depressão e ansiedade advindos do processo de hospitalização, os quais podem persistir até mesmo após a alta hospitalar.
O estímulo contextual nesses casos se relaciona a uma simbologia de morte, acrescida da percepção de um ambiente triste e de separação da criança. Assim, os familiares se veem envoltos em um contexto em que o estresse, o temor e, algumas vezes, a não aceitação diante da condição da(o) filha(o) são vivenciados constantemente.
Os estudos apontaram que, para uma família em adaptação frente à hospitalização de uma criança, a melhora ou piora de saúde das outras crianças que também estão hospitalizadas e compartilham o mesmo espaço não afeta as vivências da família em questão.
Quando é permitido ao familiar exercer cuidados em relação à criança hospitalizada, reforça-se para ele a função do papel de cuidador principal, elevando, dessa forma, o modo de autoconceito no que tange às suas necessidades psicológicas, percebendo que ele é útil para o tratamento da criança e favorecendo, assim, sua adaptação ao processo de hospitalização.