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O transtorno que se caracteriza por um quadro psicopatológico incluso entre os transtornos de ansiedade e pode ser definido como um medo persistente de estar em situações possivelmente consideradas embaraçosas pelo sujeito, tais como ser o centro das atenções ou ter contato com outras pessoas, bem como em outras situações que lhe causam extrema ansiedade durante sua ocorrência ou até com sua antecipação. Seu foco está sobretudo em tarefas, circunstância e situações predefinidas, embora o indivíduo afetado consiga perceber que seus medos e receios são excessivos e irracionais na maioria das vezes. O quadro torna-se patológico quando o indivíduo apresenta comprometimento de sua funcionalidade, com prejuízos nos âmbitos profissional, pessoal e social. Estamos diante de um:
transtorno de estresse pós-traumático.
transtorno de ansiedade social.
síndrome de burnout.
transtorno de ansiedade generalizada.
Sobre a neuropsicologia do Transtorno Bipolar, é INCORRETO afirmar que
em estudos com testes de memória operacional visuoespacial, a memória operacional pode diferenciar pacientes esquizofrênicos e bipolares em remissão, mas, nas fases agudas, os prejuízos acontecem nos dois quadros.
alterações na qualidade e na fluência do pensamento, na linguagem, no raciocínio lógico, na capacidade de aprendizagem e na memória são diferentes nos estados maníacos e depressivos.
conforme estudos, prejuízo na capacidade de sustentar a atenção pode estar associado à mania, havendo uma dimensão afetiva relacionada a esse prejuízo.
em relação à amostra de eutímicos, resultados de pesquisas demonstram que a capacidade de reter informações encontra-se alterada, mas ocorre a melhora do desempenho frente à repetição devido à habilidade dos pacientes em aplicar estratégias para organizar a informação.
Com relação ao transtorno de ansiedade generalizado é correto afirmar que:
ansiedade capaz de moldar o comportamento, não deseja e nem gosta de relacionamentos íntimos, incluindo fazer parte da família.
ansiedade capaz de moldar o comportamento e o modo de pensar do paciente. Mostra-se indiferente a elogios, criticas, com frieza emocional. Pode moldar o estilo de vida do individuo, confundindo-se com suas próprias características de personalidade.
ansiedade capaz de moldar o comportamento e o modo de pensar do paciente. A longa convivência com manifestações físicas da ansiedade e com o caráter ameaçador das cognições a elas relacionadas. Mostra-se indiferente a elogios, criticas, com frieza emocional.
ansiedade capaz de moldar o comportamento e o modo de pensar do paciente. A longa convivência com manifestações físicas da ansiedade e com o caráter ameaçador das cognições a elas relacionadas pode moldar o estilo de vida do individuo, confundindo-se com suas próprias características de personalidade.
ansiedade capaz de moldar o comportamento e o modo de pensar do paciente. A longa convivência com manifestações físicas da ansiedade e com o caráter ameaçador. Opta por atividades solitárias e com frieza emocional.
Em atendimentos clínicos no Hospital Geral, constantemente depara-se com demandas feitas para atendimentos a pacientes com ansiedade e angústia. Na escola psicanalítica, tem-se definidos certos tipos de angústia e ansiedade por seus teóricos.
Considerando os conceitos de ansiedade e angústia na psicanálise, assinale a alternativa incorreta.
A ansiedade é vivida como temor de retaliação feroz aos ataques imaginários, fantasmáticos, que o sujeito, em sua fantasia, perpetrou contra seus objetos internos ou externos.
A angústia é uma sensação intensa perante o perigo ou situação, seja real ou fantasiada, que indica a proximidade ou possibilidade iminente da morte ou do aniquilamento (do corpo, do ego).
Ansiedade é vivenciada antes da ocorrência de uma situação estressante, experimentada na imaginação na ânsia de como será a futura situação de desconforto.
A angústia seria também o medo de perder ou ferir os genitais, de ser castrado, no contexto do complexo de Édipo. Posteriormente tal conceito recebeu o sentido de uma angústia de perda, ou risco de perda, de algo importante do ponto de vista narcísico para o indivíduo.
Muitas psicopatologias descritas levam o indivíduo a alterações de imagem ou do esquema corporal. A despersonalização corporal, descrita como sensação de que o corpo irá colapsar, se desorganizar, com uma sensação de morte iminente, refere-se ao seguinte transtorno mental:
depressão.
histeria.
dismorfofobia.
quadros ansiosos graves.
anorexia nervosa.
Qual das seguintes alternativas trata de uma diferença essencial de algo presente nas fobias e ausente no transtorno do pânico?
Neuroses específicas.
Pessoas agressivas e suspeitas.
Animais ameaçadores.
Objetos, circunstâncias ou situações, fóbicos.
Ataques de ansiedade generalizados.
Qual dos seguintes comportamentos pode estar relacionado a neuroses obsessivo-compulsivas?
Paralisia dos membros inferiores.
Suspeita de estar sendo perseguido.
Sustos fáceis com pequenos animais.
Limpeza muito intensa e frequente das mãos.
Desmaios e perda de memória.
Considerando o sintoma da ansiedade e o uso de benzodiazepínicos em idosos, assinale a alternativa incorreta.
Os benzodiazepínicos são uma das drogas mais prescritas e utilizadas em todo o mundo.
Os tratamentos biológicos introduzidos na psiquiatria na primeira metade do século XX foram bastante efetivos no manejo da ansiedade grave.
A ansiedade pode ser considerada uma reação normal diante de determinadas circunstâncias da vida.
O idoso em geral pode apresentar algum grau de sonolência quando utiliza psicofármacos.
A ansiedade é uma reação natural e comum a muitas dificuldades na vida. Para algumas pessoas, no entanto, a ansiedade torna-se um problema crônico.
Transtorno de estresse pós-traumático (1), transtorno obsessivo-compulsivo (2), transtorno de ansiedade generalizada (3), transtorno do pânico e agorafobia (4).
Transtorno fóbico (1), transtorno do pânico e agorafobia (2), transtorno de estresse pós-traumático (3), transtorno obsessivo-compulsivo (4).
Transtorno de ansiedade generalizada (1), transtorno fóbico (2), transtorno do pânico e agorafobia (3), transtorno obsessivo-compulsivo (4).
Transtorno do pânico e agorafobia (1), transtorno de estresse pós-traumático (2), transtorno obsessivo-compulsivo (3), transtorno de ansiedade generalizada (4).
Transtorno obsessivo-compulsivo (1), transtorno de ansiedade generalizada (2), transtorno do pânico e agorafobia (3), transtorno de estresse pós-traumático (4).
Os estados de ansiedade diferem dos transtornos fóbicos no sentido em que, nos estados de ansiedade, a resposta emocional é difusa e não relacionada a qualquer situação ou estímulo particulares. Nesses transtornos, segundo David Holmes (1997), a ansiedade é
dissonante.
dissociativa.
livremente flutuante.
livremente associada.
emocionalmente dissociada.
Um quadro de ansiedade é caracterizado por humor ansioso e preocupação excessivas, na maioria dos dias por período mínimo de 6 meses, em diferentes atividades e eventos da vida. A pessoa considera difícil o controle dessas sensações. Leias as alternativas, a seguir, e assinale a que não corresponde aos sinais e sintomas desse quadro: controlar a preocupação e a ansiedade:
Preocupação excessiva, nervos à flor da pele”, cansaço fácil, fatigabilidade.
Ansiedade, dificuldade de concentrar-se, sentir um, “branco” na mente, inquietação.
Tristeza, perda do interesse, baixa autoestima, ideação suicida.
Irritabilidade, “pavio curto”, tensão muscular, dificuldade de relaxar, alteração do sono (dificuldade de pegar no sono ou mantê-lo).
Acerca do cuidado aos transtornos de ansiedade, o que se deve considerar:
A interrupção do tratamento medicamentoso deve-se dar de forma progressiva logo após a melhora sintomática, evitando o desenvolvimento de resistência à medicação;
O tratamento medicamentoso está indicado somente para casos com comprometimento funcional grave e após o esgotamento de todas as abordagens não medicamentosas disponíveis naquele cenário;
A base do tratamento farmacológico dos transtornos de ansiedade são as medicações antidepressivas, que devem ser aumentadas só em último caso, a fim de evitar potencial dependência;
O apoio especializado para o paciente que apresenta transtorno de ansiedade deve ser solicitado somente em casos refratários;
A ansiedade é considerada patológica se sua intensidade ou duração é desproporcional a sua causa de origem, ocorre na ausência de uma situação real de ameaça ou está associada a uma queda do funcionamento do indivíduo.
Sobre Angústia e Ansiedade, assinale a alternativa incorreta.
Alguns autores empregam os termos “angústia” e “ansiedade” de forma indistinta.
Ansiedade designa alguma descompensação da harmonia psíquica interna, no entanto, nem sempre ela é visível ou perceptível.
Por meio de recursos defensivos que constituem os mais diversos tipos de negação da ansiedade, o sujeito pode estar impregnado por uma ansiedade latente sem que ela seja manifesta.
Numa situação fobígena, um enfrentamento direto da situação pode reprimir a angústia que estava latente e aparentemente inexistente.
Nos quadros clínicos em que prevalece uma recorrência de episódios de crises de angústia, é possível que se esteja tratando do transtorno conhecido como “doença do pânico”.
Atualmente, transtornos de ansiedade ocupam lugar de destaque nas patologias mentais. Entre esses transtornos, têm-se as crises de pânico, em que ocorrem importantes descargas do sistema nervoso autônomo.
Assinale a alternativa que apresenta os sintomas encontrados nas crises mais agudas.
Sensação de asfixia e irritabilidade.
Desrealização e despersonalização.
Medo de infarto com transtornos delirantes e ansiedade.
Taquicardia e anedonia.
Do ponto de vista psicodinâmico, a ansiedade é considerada como resultante de um conflito intrapsíquico. Diferentes teóricos psicodinâmicos focalizaram atenção em diferentes conflitos, mas as ideias de Sigmund Freud exerceram a influência mais forte. Freud identificou os tipos de ansiedade e sugeriu que cada uma originava-se de uma fonte diferente. Primeiro, observou que a ansiedade pode originar-se de ameaças do mundo exterior como doenças, problemas financeiros e fracassos, rotulando isso como ansiedade
moral.
objetiva.
neurótica.
psicótica.
fantasiosa.
As síndromes são conjuntos de sintomas e sinais que se agrupam de forma recorrente e são observadas na prática clínica. É CORRETO afirmar, segundo Dalgalarrondo (2008):
O quadro de ansiedade generalizada são quadros abruptos que precisam de um ano de manifestações para ser diagnosticado.
As síndromes ansiosas podem ser ordenadas em dois grupos: o primeiro, com quadros constantes e permanentes, e o segundo, com quadros em que há crises abruptas e intensas.
Na síndrome do pânico, a ansiedade se manifesta com crises agudas e ininterruptas que se prolongam por dias e semanas.
A síndrome do pânico e a ansiedade generalizada nunca ocorrem associadas, uma vez que uma é abrupta e a outra constante na maior parte dos dias.
Na depressão ansiosa, a queixa de angústia intensa pode estar associada aos sintomas depressivos, porém há letargia e reduzido risco de suicídio.
A síndrome de ansiedade generalizada é caracterizada pela presença de sintomas ansiosos excessivos, na maior parte do dia e por meses. Nesses quadros é correto afirmar que:
são frequentes sintomas como sono excessivo, apatia, irritabilidade, atenção e concentração preservada, taquicardia, tontura, cefaleia, dores musculares, epigastralgias, formigamentos, sudoreses fria.
são frequentes sintomas como insônia, angustia, irritabilidade, falta de concentração, taquicardia, tontura, cefaleia, dores musculares, epigastralgias, formigamentos, sudoreses fria.
são frequentes sintomas como insônia, apatia, bom humor, atenção e concentração preservada, taquicardia, tontura, cefaleia, dores musculares, epigastralgias, formigamentos, sudoreses fria.
são frequentes sintomas como insônia, angustia, bom humor, falta de concentração, taquicardia, tontura, cefaleia, dores musculares, epigastralgias, formigamentos, sudoreses fria.
são frequentes sintomas como insônia, angustia, irritabilidade, atenção e concentração preservada, taquicardia, tontura, cefaleia, dores musculares, epigastralgias, formigamentos, sudoreses fria.
Leia o caso clínico a seguir.
M.F., do sexo feminino, de nove meses de idade, hospitalizada para investigação de quadro febril, chegou à ala pediátrica acompanhada da mãe. Na avaliação inicial da psicóloga, a criança estava tranquila, ativa, demonstrando boa adaptação ao ambiente. No segundo dia de internação, a mãe precisou ausentar-se do hospital, deixando-a com uma tia. A criança então passou a apresentar choro constante, recusa de interação e tentativas de esconder-se à aproximação de qualquer membro da equipe de saúde. Esses comportamentos cessaram com o retorno da mãe ao hospital.
Qual é o conceito que descreve o comportamento de M.F.?
Apego desorganizado.
Apego evitativo.
Ansiedade de separação.
Ansiedade básica.