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A transição da alquimia para a Química científica representou mudança de paradigma, marcada pela incorporação da quantificação e da experimentação sistemática. Em perspectiva histórica, qual proposição expressa de modo mais acurado o marco dessa consolidação?
A teoria do flogisto, embora concebida como explicação abrangente dos processos combustivos, funcionou como obstáculo epistemológico que retardou a adoção do princípio da conservação da matéria.
O vitalismo, ao atribuir propriedades ocultas aos organismos, manteve vínculos metafísicos que dificultaram a formulação de uma epistemologia científica da Química.
O princípio da conservação da matéria, sistematizado por Lavoisier, permitiu interpretar reações em termos quantitativos, inaugurando nova racionalidade experimental e fundando a Química moderna.
As correspondências astrológicas e simbólicas entre substâncias, ainda presentes no início da modernidade, não sustentaram a generalização de leis químicas universais.
A persistência de práticas de transmutação metálica, reinterpretadas pedagogicamente, prolongou o imaginário alquímico, mas perdeu relevância na emergência de uma linguagem quantitativa e experimental.