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Durante a avaliação ambiental de atividades que envolvem o uso histórico de mercúrio, substância amplamente regulada em âmbito internacional, o analista ambiental deve considerar tanto o perigo intrínseco do metal quanto a necessidade de gestão de riscos ao longo de todo o seu ciclo de vida, desde a produção até o descarte e a remediação ambiental. Além disso, as propriedades químicas do mercúrio influenciam seu comportamento ambiental e biológico. Em relação aos aspectos de segurança química e da química de coordenação, assinale a opção correta.
O mercúrio apresenta perigo intrínseco elevado e forma complexos estáveis com ligantes que contenham enxofre, característica que contribui para sua persistência ambiental e toxicidade, o que exige controle ao longo de todo o ciclo de vida.
O mercúrio representa risco quando utilizado em processos industriais ativos e deixa de oferecer perigo após seu descarte em ambientes naturais.
As propriedades de coordenação do mercúrio reduzem sua toxicidade ambiental, uma vez que a complexação impede sua interação com sistemas biológicos.
A gestão do mercúrio pode limitar-se ao estabelecimento de limites de exposição ocupacional, podendo-se dispensar a adoção de medidas adicionais após o encerramento de sua utilização.
Devido à sua configuração eletrônica (cujo orbital mais energético é d10), o mercúrio não forma complexos relevantes em ambientes naturais, permanecendo majoritariamente na forma metálica elementar.


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