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A compreensão da estrutura da matéria evoluiu de modelos determinísticos e mecânicos para uma visão probabilística e quantizada. Ao analisar a transição entre o átomo de Rutherford-Bohr e o modelo da Mecânica Quântica moderna, é fundamental distinguir conceitos clássicos de conceitos ondulatórios. Considerando os postulados de Bohr, o Princípio da Incerteza de Heisenberg e as definições atuais de eletrosfera, assinale a alternativa CORRETA:
O Princípio da Incerteza de Heisenberg invalida o modelo de Bohr ao demonstrar que é impossível determinar simultaneamente o momento linear (p) e a posição (x) de um elétron, o que torna o conceito de "órbita circular de raio definido" fisicamente inaceitável.
No modelo atual, o conceito de orbital substituiu o de órbita, sendo o orbital definido como a trajetória elíptica exata que o elétron percorre ao redor do núcleo, onde a probabilidade de encontrá-lo é de 100%.
Para o elemento Cromo (Z=24), a distribuição eletrônica no estado fundamental segue estritamente o Diagrama de Linus Pauling, resultando na configuração de valência 4s²3d⁴.
De acordo com a dualidade onda-partícula, objetos macroscópicos também possuem comportamento ondulatório significativo, o que implica que a determinação da posição de um carro em movimento sofre das mesmas limitações de incerteza quântica que a de um elétron.
O salto quântico proposto por Bohr explica que a emissão de luz ocorre quando um elétron absorve energia e salta de uma camada mais externa para uma mais interna, liberando fótons de comprimento de onda contínuo.