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Uma das características da correspondência oficial é a...

Uma das características da correspondência oficial é a impessoalidade, ou seja, a redação oficial deve ser isenta da impressão individual de quem comunica, de quem recebe a comunicação, além de prezar pelo caráter impessoal do próprio assunto tratado. Considerando essas informações, selecione a alternativa que contém presença de discurso impessoal.


A

“O que acontece no Brasil é uma corrupção generalizada e não me admira que isso não mude daqui a cem anos. Percebo o nosso país caracterizado pela falta total de perspectivas e, por isso, nada mais me convence de que um dia viveremos de forma igualitária aqui.” (Disponível em: https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Linguagem-Pessoal-e-Impessoal/60637723.html.)


B

“Sempre defendi a ideia de que nossos alunos não devem usar uniforme. (...) a democracia está nas pequenas coisas do dia a dia; nas discussões que tenho com meus filhos em casa, nas decisões que eu tenho de tomar com minha mulher, e está também na liberdade de escolha de meus filhos quanto à roupa que lês vão usar para ir à escola.” (Disponível em: https://1library.org/document/zwwe19lz-exercicio-redacao-impessoalidade.html.)


C

“Respeito, cidadania, autoestima... A lista poderia ser enorme se eu continuasse buscando palavras para relacionar o que nós, negros, estamos buscando ao longo dos anos para reafirmar nossa negritude. Ainda somos vistos com os olhos da desconfiança e nossa capacidade de trabalho é timidamente colocada à prova. (...) Temos mais é que acreditar que podemos mudar e enfrentar desafios.” (Fran Oliveira. Raça Brasil, nº 71.)


D

“Quando alguém ou um grupo julga uma pessoa não pelo que ela é, mas por sua nacionalidade, cor, sexo, orientação sexual, isto é discriminar. (...) Apesar de ser muito difícil mudar opiniões aprendidas na primeira infância, não é impossível exercitar a tolerância na forma de controle de ações discriminatórias. Nos Estados Unidos, por exemplo, muitas corporações já proíbem comentários e piadas sexistas, racistas e até mesmo contra pessoas com deficiências físicas.” (Gilberto Dimenstein, Aprendiz do futuro. São Paulo: Ática, 1997. P. 58.)