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“Tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta, para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto. No vocativo, o autor dirige-se ao destinatário no início do documento. No corpo do texto, pode-se empregar os pronomes de tratamento em sua forma abreviada ou por extenso. O endereçamento é o texto utilizado no envelope que contém a correspondência oficial.”
Manual de Redação da Presidência da República, 3ª edição, revista, atualizada e ampliada. p. 23-24.
Em nível federal, para quais cargos NÃO é utilizada a abreviatura do pronome de tratamento no corpo do texto das redações oficiais?
Ministros de Estado, Senadores da República e Embaixadores.
Presidente da República, Vice-Presidente da República e Senadores da República.
Ministros de Estado, Oficiais-Generais das Forças Armadas e Deputados Federais.
Presidente da República, Presidente do Supremo Tribunal Federal e Presidente do Congresso Nacional.
Oficiais-Generais das Forças Armadas, Embaixadores e Presidente do Congresso Nacional.