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Respeita a formalidade exigida em documentos do padrão ofício o seguinte início de documento:

Respeita as normas gramaticais e o padrão estabelecido para documentos oficiais o seguinte parágrafo de um regimento:
1.º – Não serão admissíveis a reiteração de pedidos, salvo se fundados em novas provas.
Respeita as exigências de correção, clareza e coerência de documentos oficiais o seguinte trecho de uma ata:
A notificação do responsável em julgado em débito para que recolha a quantia apurada até o dia vinte nove de abril do útil do corrente ano, devendo ser corrigido e acrescido dos juros devidos ou parcelamento em prazos de respeito a lei.
Considerando-se que o nome em fonte cursiva representa a assinatura, atende à correção gramatical e à formatação exigida em um atestado o seguinte fecho de documento:

Considerando-se que a primeira ocorrência de cada nome abaixo representa a assinatura de um conselheiro, atende à correção gramatical e às exigências de impessoalidade e formalidade de um relatório o seguinte parágrafo final:

Assinale a opção em que o trecho, adaptado da Internet (www.tse.gov.br), está gramaticalmente correto e apropriado para compor um documento oficial.
As eleições não são experiências recentes no país. Com os primeiros núcleos de povoadores, surgiram em terras brasileiras, o livre exercício do voto, logo depois da chegada dos colonizadores. Foi o resultado da tradição portuguesa de eleger os administradores dos povoados sob domínio luso.
Os colonizadores portugueses, mal pisavam a nova terra descoberta, passavam logo a realizarem votações para eleger os que iriam governar as vilas e cidades que fundavam. Os bandeirantes paulistas, por exemplo, iam, em suas missões, matutando a ideia de votar e de serem votados.
Quando chegavam ao local que deveriam se estabelecer, se metiam logo a realizar a eleição do guarda-mor regente. Somente após esse ato eram fundadas as cidades, já sob a égide da lei e da ordem. Eram essas eleições realizadas para governos locais.
As eleições para governanças locais foram realizadas até a Independência. A primeira de que se tem notícia aconteceu em 1532, para eleger o Conselho Municipal da Vila de São Vicente. As pressões populares e o crescimento econômico do país, contudo, passaram a exigir a participação de representantes brasileiros nas decisões da corte.
Os votos eram a princípio depositados em bolas de cera chamadas de pelouros; depois vieram as urnas de madeira, as de ferro e as de lona, até que se implementou em todo o país, no ano 2000, o voto informatizado, realizado em urnas eletrônicas que possibilitam a apuração das eleições bem rapidinho.
Considerando-se que a mesóclise é desaconselhável em expedientes oficiais, é preferível iniciar período com a construção “Lhe enviaremos mais informações oportunamente” a iniciá-lo com a construção “Enviar-lheemos mais informações oportunamente”.
Sobre o emprego e concordância dos pronomes de tratamento, identifique a única alternativa INCORRETA.
Vossa Senhoria não atendeu a meu pedido de emprego no serviço público.
Vós, senhores senadores, sois prova de que o Brasil vai mal.
Restituo-vos o vosso requerimento com o meu indeferimento.
Aviso a Vossa Excelência que o povo não está satisfeito com os últimos acontecimentos.
Receba V.S.a os meus protestos de consideração.
Estaria mantida a correção do texto caso se substituísse, no parágrafo inicial do corpo da correspondência, V. S.ª por S. S.ª.
Ambas as construções serão tidas como corretas, se figurarem em um expediente oficial: 1.Esses são os recursos de que o Estado dispõe. 2.O Governo insiste que a negociação é importante.
A expressão "Por estranho que pareça" (l.4-5) estaria adequada se fosse empregada em uma correspondência oficial.
O emprego de expressões coloquiais e informais torna o texto em questão inadequado para compor uma correspondência oficial.
Trechos com informações vagas, como “e de outros decorrentes de aposentadorias e vacâncias”, e com uso de tempo verbal de futuro, como “deverá ser publicado” e “disporá sobre”, provocam falta de clareza e concisão, características estas que devem ser respeitadas nos documentos oficiais.
Para se evitar a repetição do pronome "que" (l.1), o desenvolvimento da textualidade admite a retirada da primeira ocorrência, mas não da segunda, com a vantagem de o texto se tornar menos informal.
Considerando-se as duas ocorrências do advérbio "onde", primeiro e terceiro parágrafos do documento, apenas na primeira respeitam-se as normas do padrão escrito formal da língua portuguesa para o emprego desse advérbio.
A ocorrência de ambiguidade e falta de clareza faz necessária uma revisão da seguinte frase:
Causa-nos revolta, a todos, o pouco interesse que ele vem demonstrando na condução desse processo – razão pela qual há quem peça a demissão dele.
Conquanto ele nos haja dado uma resposta inconclusiva e protelado a decisão, há quem creia que nos satisfará o desfecho deste caso.
Inconformados com a resposta insatisfatória que nos deu, reiteramos o pedido para que ele não deixe de tomar as providências que o caso requer.
Ele deu uma resposta insatisfatória à providência que lhe solicitamos, em razão da qual será preciso insistir em que não venha a repeti-la.
Caso não sejam tomadas as providências cabíveis, seremos obrigados a comunicar à Direção o menoscabo com que está sendo tratado este caso.
No desenvolvimento das relações de coesão do texto, o pronome "lhe" (L.17) retoma "homem" (L.16) e, por isso, sua substituição pelo pronome o preservaria a coerência e a correção gramatical do texto.
Para que o trecho de documento acima atenda às normas de redação de documentos oficiais, é necessário
que a data da portaria seja retirada da identificação, juntamente com a vírgula que a precede, escrevendo-se Goiás, 30 de setembro de 2008 no final do documento, imediatamente antes da assinatura e da identificação do signatário.
que se escreva com letras iniciais maiúsculas "parágrafo único" (l.3), "colendo" (l.5) e "art. 10" (l.3), sendo o último por extenso; com iniciais minúsculas o segundo termo de "Desembargador-Presidente" (l.1) e as ocorrências de "Considerando", exceto a primeira.
que se retire o pronome átono de "dever-se-ão" (l.13), grafandose deverão.
que se substitua "dará" (l.15) por darão, para atender às regras gramaticais da norma de padrão culto.
Devido à presença do termo cada um de nós (L.2) como sujeito de oração, o uso do pronome se, em lugar de (L.4), preservaria a coerência e a correção gramatical do texto.
É aceitável a seguinte paráfrase do extrato de ata acima para constar de uma correspondência: A Resolução n.º 3.724 do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a adoção de uma linha emergencial de crédito para financiamento de atividade dos agricultores familiares, autorizou a concessão de prazo adicional para pagamento de prestações de operações de custeio e investimento contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) em regiões atingidas por enchentes ou por estiagem.
Seria preservado o respeito às exigências de formalidade e de correção gramatical dos documentos oficiais ao se redigir a parte final do primeiro item do documento em questão da seguinte forma: observando-se o disposto no Projeto de decoração e na Minuta de contrato, em anexo.