Questões de Concurso sobre Brasil e relações com países e organizações internacionais da Europa

 
 
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No livro "Rio Branco: grande estratégia e poder naval", Alsina Jr. (2015) afirma que o patrono da diplomacia brasileira era um realista pragmático e que jamais teve como objetivo atuar a partir de uma posição de fraqueza. Seu apoio à expansão do poder naval do país e à profissionalização do exército no início do século XX visava garantir o incremento do poder militar nacional, para:


A

fazer frente à ameaça argentina e impor um nível de dissuasão frente ao imperialismo europeu.


B

utilizar o poder bélico para ampliar o prestígio brasileiro e empregá-lo na resolução dos litígios fronteiriços ao Norte.


C

recuperar o prestígio das Forças Armadas e implementar uma estratégia para fazer frente ao imperialismo estadunidense.


D

adotar uma política expansionista na resolução dos litígios fronteiriços e fazer frente ao imperialismo europeu e estadunidense.

A política externa introduzida pelo governo de Getúlio Vargas entre 1935 e 1941 foi denominada, por Gerson Moura (1980), de “equidistância pragmática”. Acerca dessa política, assinale a alternativa correta.


A

O governo Vargas rompeu com o paradigma americanista da diplomacia brasileira e inaugurou o paradigma universalista, ao estabelecer relações comerciais inéditas com a Alemanha.


B

O Brasil praticava, simultaneamente, o comércio compensado com a Alemanha e com os Estados Unidos, por meio do qual exportava produtos industrializados e importava equipamentos militares.


C

A diplomacia brasileira manteve uma política de barganha com a Alemanha e com os Estados Unidos, negociando a adesão a uma das partes na Segunda Guerra Mundial mediante a obtenção de vantagens econômicas.


D

O Brasil assinou um acordo com cláusula de nação mais favorecida com os Estados Unidos em 1935, cujos objetivos eram diminuir a dependência comercial da Itália e conter a propagação do fascismo no sul do país.


E

O governo brasileiro deixou de participar de iniciativas panamericanas na década de 1930, na medida em que o Brasil não precisou contar com o apoio de países latino-americanos para contrapor o poder dos Estados Unidos no hemisfério ocidental.

Em 2019, o Brasil se tornou aliado preferencial extra-OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) a partir da indicação realizada pelo governo dos Estados Unidos (EUA), ainda sob a presidência de Donald Trump. Ao ocupar essa posição, o Brasil se tornou:


A

um aliado estratégico militar dos EUA, incluído no pacto de defesa mútua da OTAN.


B

um aliado estratégico militar dos EUA, mas não incluído no pacto de defesa mútua da OTAN.


C

um sócio global da OTAN, podendo contribuir em operações e cooperar militarmente com diversos países membros.


D

um sócio global da OTAN, mas não apto a contribuir em operações, apesar de cooperar militarmente com diversos países membros.

O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), lançado em 2008 e conduzido pela Marinha brasileira, é uma política de defesa que busca incrementar o poderio militar do país e tem como propósito criar uma força de submarinos convencionais e nucleares:


A

a partir de tecnologia francesa, para manter e desativar submarinos e seus sistemas, visando capacidade de proteção.


B

a partir de tecnologia estadunidense, para manter e desativar submarinos e seus sistemas, visando capacidade de dissuasão.


C

a partir de tecnologia nacional para construir, manter e desativar submarinos e seus sistemas, visando capacidade de proteção.


D

a partir de parceria francesa e tecnologia nacional para construir, manter e desativar submarinos e seus sistemas, visando capacidade de dissuasão.

Após reatar as relações diplomáticas com a União Soviética, o governo brasileiro buscou a ampliação e a diversificação de parcerias comerciais com países do Leste Europeu, por meio da criação da Coleste, em 1962. Ainda nesse ano, o Brasil inaugurou as legações diplomáticas em Budapeste e Bucareste.


C

Certo


E

Errado

Os diálogos setoriais são o principal instrumento do intercâmbio de informações e experiências para o planejamento, o acompanhamento e a avaliação de inciativas nas relações entre a União Europeia e o Brasil; a centralidade reflete a amplitude e a forte segmentação das relações bilaterais e a inexistência de uma moldura política de direcionamento estratégico para tais relações.

C
Certo

E
Errado
As relações da França e do Reino Unido com o Brasil são conduzidas no âmbito das respectivas parcerias estratégicas, cujas agendas se concentram em temas econômicos, no caso da França, e, no caso do Reino Unido, em iniciativas voltadas para a cooperação setorial em áreas como agricultura familiar, ciência e tecnologia, defesa e energia nuclear.

C
Certo

E
Errado

A inclusão do Brasil no rol de suas parcerias estratégicas, proposta pela União Européia, confirma o reconhecimento do protagonismo do Brasil na cena sul-americana.


C
Certo

E
Errado
 
 
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