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Sobre a avaliação quantitativa da exposição ao calor, o conjunto de medição deve sempre ser montado de forma que os sensores fiquem todos alinhados segundo um
plano horizontal.
plano vertical.
plano diagonal.
plano oblíquo.
plano ascendente.
Conforme a Norma de Higiene Ocupacional da Fundacentro no 06, para avaliação da exposição ocupacional ao calor, para a obtenção do IBUTG, utilizam-se três termômetros: termômetro de bulbo úmido natural (Tbn), termômetro de bulbo seco Tbs e termômetro de globo (Tg), que deverão ter uma precisão de +/- 0,5 ⁰C e escala de temperaturas respectivamente de:
+10 ⁰C e 50 ⁰C, +10 e 100 ⁰C, –10 e 150 ⁰C.
+0,0 a 60 ⁰C, +10 e 100 ⁰C C, +10 e 120 ⁰C.
+10 ⁰C e 50 ⁰C, +10 e100 ⁰C, +10 ⁰C e 120 ⁰C.
0,0 a 100 ⁰C, +10 ⁰C e +100 ⁰C, +10 e +150 ⁰C.
+5 e 50 ⁰C, +10 e 100 ⁰C, +10 a +120 ⁰C.
O índice utilizado pela Norma de Higiene Ocupacional (NHO) 06 para avaliação da exposição ocupacional ao calor é o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo (IBUTG). Em uma avaliação no Laboratório de Mecânica, ambiente coberto sem incidência de carga solar, constatou-se a temperatura de bulbo úmido natural de 25,0 °C, a temperatura de globo de 32,0 °C e a temperatura de bulbo seco (temperatura do ar) de 28,0 °C. Sabendo-se que o tempo de permanência no Laboratório é superior a 60 minutos contínuos, que o nível de ação adotado é o IBUTGmax de 25,4 °C e o limite de exposição ocupacional o IBUTGmax de 28,5 °C, sobre os procedimentos técnicos e resultados desta avaliação é correto afirmar que
o limite de exposição ocupacional foi ultrapassado, sendo obrigatória a adoção imediata de medidas de controle.
o IBUTG resultante foi inferior ao nível de ação, sendo recomendada, no mínimo, a manutenção da condição existente.
a estabilização dos dispositivos de medição será considerada atingida quando no mínimo cinco leituras consecutivas apresentarem variação entre elas no intervalo de 0,4 °C.
os dispositivos de medição devem ser periodicamente calibrados apenas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
a avaliação realizada em época com temperaturas mais amenas, desde que não esteja chovendo, pode ser considerada para a caracterização da situação de exposição mais desfavorável.
Como medida preventiva em relação ao agente físico calor, a NR-9, Avaliação e controle de exposições ocupacionais a agentes físicos, químicos e biológicos, em seu anexo III, indica
adequar o sistema de ventilação do ar.
alternar operações que gerem exposições a níveis mais elevados de calor com outras que não apresentem exposições
utilizar barreiras para o calor radiante.
proporcionar ao trabalhador o acesso a locais que sejam termicamente mais amenos.
disponibilizar água fresca e incentivar sua ingestão.
A NHO-06 sobre avaliação da exposição ocupacional ao calor, em 2017, teve a segunda edição com alguns parâmetros inseridos. Dentre eles, no que se refere ao homem-padrão, está:
o estabelecimento do nível de ação para trabalhadores não aclimatizados.
a correção com a redução do IBUTG para roupas protetoras.
a substituição da carga metabólica de kcal/h por watt/h.
O Nível de Ação para trabalhadores não aclimatizados é igual ao limite de exposição para os aclimatizados.
a substituição da carga metabólica de kcal/h por watt.
Uma organização deve adotar medidas de controle da temperatura, com a finalidade de proporcionar conforto térmico nas situações de trabalho.
A faixa de temperatura considerada adequada para este conforto térmico, segundo a legislação, é entre
14o e 21o C.
16o e 23o C.
18o e 25o C.
20o e 27o C.
22o e 29o C.
Conforme a NHO-06 da Fundacentro, o que significa situação térmica?
Conjunto de temperaturas ao qual o trabalhador é submetido, conjugado às diversas atividades físicas por ele desenvolvidas, em uma sequência definida.
Cada parte do ciclo de exposição na qual as condições do ambiente que interferem na carga térmica a que o trabalhador está exposto podem ser consideradas estáveis.
Quantidade de energia por unidade de tempo produzida no interior do corpo humano que leva em consideração a atividade física exercida.
Média ponderada no tempo das taxas metabólicas obtidas em um intervalo de 60 minutos corridos.
Critério de avaliação da exposição ocupacional ao calor adotado pela NHO-06.
A figura a seguir ilustra um equipamento relacionado à avaliação da segurança e saúde do trabalho.

Esse equipamento é utilizado para medir a exposição dos funcionários a:
calor;
ruído;
poluição;
radiação;
umidade.
O Anexo III da NR-09-Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos, para o agente Calor, considera a taxa metabólica de 252 correspondente ao tipo de atividade realizada com o trabalhador
em pé, agachado ou ajoelhado, realizando trabalho pesado com as mãos.
sentado, em trabalho moderado com um braço.
em pé, em movimento, com carga de 30 kg, a 4 km/h.
subindo rampa com 5º de inclinação, sem carga, a 4 km/h.
em pé, em movimento, andando no plano, sem carga, a 3 km/h.
A Norma de Higiene Ocupacional (NHO) 06 – Avaliação da exposição ocupacional ao calor, da Fundacentro, foi revisada em 2025 (3ª edição) com modificações e avanços técnicos. Constam nessa revisão:
I. Considerações sobre o uso da ferramenta de avaliação da exposição ocupacional ao calor em áreas rurais a céu aberto “Monitor IBUTG”, desenvolvida pela Fundacentro.
II. Orientações complementares para o estabelecimento do Grupo de Exposição Similar (GES).
III. Atualização dos procedimentos de medição.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Durante auditoria interna de Saúde e Segurança do Trabalho - SST foram solicitados documentos que contenham a avaliação das condições ambientais, exposição a agentes nocivos, medições técnicas e que fundamentem medidas preventivas e conformidade legal.
Nesse caso, o documento que reúne essas informações é o:
Laudo de insalubridade.
Laudo de periculosidade.
Laudo Médico Ocupacional
PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário.
LTCAT – Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho.
Em tempos de excepcionalidades climáticas, não se pode negligenciar o impacto do calor sobre a saúde dos trabalhadores, particularmente em atividades que envolvam elevado esforço físico e/ou ambientes abertos. A repercussão pode variar do desconforto térmico a situações mais graves, podendo até levar à morte. Sobre esse agente físico de risco, pode-se afirmar corretamente que
na avaliação das exposições a céu aberto, os únicos parâmetros físicos a serem considerados nas medidas quantitativas são: a intensidade da radiação solar e a temperatura no entorno de um metro do trabalhador.
nas atividades com exposição ao calor, pela característica de imponderabilidade desse agente físico, não é adotado o critério do Nível de Ação (NA) para a deflagração de medidas preventivas.
na determinação da sobrecarga térmica, por meio do índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo (IBUTG), adota-se, oficialmente, a Norma de Higiene Ocupacional n° 06 da Fundacentro.
nas atividades externas, os mecanismos compensatórios e preponderantes de perda de calor são: a convecção e a condução.
em ambientes de altas temperaturas, o mecanismo fisiológico com fins de aumentar a permeabilidade vascular e a perda de líquidos se dá pelo aumento da produção de adrenalina e noradrenalina.
Considere o enunciado a seguir:
Um trabalhador realiza uma atividade moderada com as mãos, em pé, e sem carga solar. A cada 50 minutos ele descansa 10 minutos sem sair do local, repetindo esse ciclo durante toda sua jornada de trabalho.
Foram obtidas as medidas da temperatura de globo – Tg = 33 °C e da temperatura de bulbo úmido natural – Tbn = 28 °C. Pelo anexo 3 da NR-15, sabe-se que a taxa metabólica dessa atividade é igual a 180 W e, quando está descansando, a taxa metabólica é igual a 100 W. Considere a tabela e analise as seguintes sentenças:

I- A atividade é considerada insalubre, pois o IBUTG médio medido ultrapassa o limite de exposição ocupacional permitido.
II- O nível de ação foi ultrapassado, portanto devem ser tomadas medidas preventivas e de controle da exposição do trabalhador.
III- A atividade é considerada salubre, pois a taxa de metabolismo média é igual, aproximadamente, a 166,67 W; então, pela tabela, o IBUTG médio medido está abaixo do limite de exposição ocupacional.
Assinale a alternativa CORRETA.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas I e III estão corretas.
Todas as sentenças estão incorretas.
Sobre a Norma de Higiene Ocupacional (NHO 06) – Avaliação da exposição ocupacional ao calor – Procedimento técnico, 2ª edição – FUNDACENTRO (2017), é INCORRETO afirmar que:
A 2ª edição, revisada e ampliada, cancela e substitui a edição anterior, trazendo modificações e avanços técnicos como o estabelecimento de limites de exposição para trabalhadores não aclimatizados.
Ponto de medição é o ponto físico escolhido para posicionamento do dispositivo de medição onde serão obtidas as leituras representativas da situação térmica objeto de avaliação.
As vestimentas utilizadas podem influenciar nas trocas de calor do corpo com o ambiente, devendo, portanto, ser consideradas na avaliação da exposição ocupacional ao calor.
Nível de ação é valor acima do qual devem ser adotadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de as exposições causarem danos à saúde do trabalhador. Esse valor corresponde ao limite de exposição ocupacional ao calor para trabalhadores aclimatizados.
Assinale a opção em que é citado um efeito típico de exposição à radiação infravermelha intensa.
disfunção hepática
catarata por exposição ocular prolongada
intoxicação hepática
sobreaquecimento superficial da pele
leucemia
No artigo “Estabelecendo a estratégia de avaliação da exposição”, da publicação “Uma estratégia para avaliar e gerenciar exposições ocupacionais” (AIHA-ABHO, 2021), operações não rotineiras de processos laborais são difíceis de avaliar no âmbito da higiene ocupacional. Elas apresentam as seguintes características, EXCETO:
Duração muito curta.
Tarefas mal definidas.
Ausência de limites de exposição ocupacional.
Locais de trabalho variáveis.
Sem repetitividade.
A organização deve adotar medidas de controle de temperatura, velocidade do ar e umidade com a finalidade de proporcionar conforto térmico nas situações de trabalho, observando-se a faixa de temperatura do ar para ambientes climatizados entre:
17 e 26 ºC.
18 e 25 ºC.
19 e 24 ºC.
20 e 23 ºC.
21 e 22 ºC.
A respeito do nível de ação da exposição ocupacional ao calor, conforme a NHO-06 da FUNDACENTRO, assinale a alternativa correta.
É um valor acima do qual devem ser adotadas ações preventivas de forma a evitar que o limite de exposição seja alcançado e minimizar a probabilidade de as exposições causarem danos à saúde do trabalhador. Esse valor corresponde ao limite de exposição ocupacional ao calor para trabalhadores aclimatizados.
É um valor acima do qual devem ser adotadas ações preventivas de forma a evitar que o limite de exposição seja alcançado e minimizar a probabilidade de as exposições causarem danos à saúde do trabalhador. Esse valor corresponde ao limite de exposição ocupacional ao calor para trabalhadores não aclimatizados.
É um valor acima do qual devem ser adotadas ações para redução da exposição ocupacional ao calor, evitando que o limite ocupacional seja ultrapassado. Ele corresponde ao valor de 50% do limite de tolerância definido pela NHO-06.
É um valor acima do qual devem ser adotadas ações para eliminar a exposição ocupacional ao calor, evitando que o limite ocupacional seja ultrapassado. Ele corresponde ao valor de 50% do limite de tolerância definido pela NHO-06.
Para atividades de exposição ocupacional ao calor acima do nível de ação, deve ser proibida a aclimatização dos trabalhadores descrita no PCMSO, para evitar danos causados por altas exposições.
A definição de medidas de prevenção em virtude da exposição ocupacional a agentes do tipo físico e químicos requer a realização de avaliações quantitativas ou qualitativas, conforme exigências contidas nas normas NR 9 - Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos e NR 15 – Atividades e Operações Insalubres, em Normas de Higiene Ocupacional (NHO) publicadas pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, observando ainda métodos específicos destinados, especialmente a poeiras e gases. Sobre a avaliação e parâmetros de tais agentes, marque a seguir a única alternativa cuja resposta é correta.
Sendo o limite de tolerância para exposição ao ruído contínuo de 85 dB para uma jornada diária de trabalho de 8 horas, e considerando que o Nível de Ação corresponde a 50% da dose, o seu valor é 42,5 dB.
A avaliação quantitativa de exposição ao calor, deverá ser realizada com base na metodologia e procedimentos descritos na Norma de Higiene Ocupacional (NHO 06) da Fundacentro, que define o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo (IBUTG) como critério de exposição.
A exposição ao ruído do tipo contínuo ou intermitente deve ser avaliada com a obtenção da dose diária que pode ser obtida com medidor integrador de uso pessoal (dosímetro de ruído) ou com o uso de medidor portado pelo avaliador em que as medições devem ser tomadas para as situações acústicas distintas (exposição a níveis de ruídos distintos) considerando-se o tempo médio para cada exposição.
Entende-se por "Limite de Tolerância", de acordo com a NR 15, a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que causará danos à saúde do trabalhador, durante toda a vida laboral.
De acordo com a NR-9, devem ser tomadas medidas preventivas ou corretivas sempre que os níveis de ação para exposição ocupacional ao calor de um trabalhador excederem os limites estabelecidos.
A alternativa que apresenta, nessa ordem, uma medida preventiva e outra corretiva para dirimir a ação nociva do calor nas atividades de um trabalhador é:
Disponibilizar água fresca potável (ou outro líquido de reposição adequado) e incentivar a sua ingestão; e adequar os processos, as rotinas ou as operações de trabalho.
Adequar os processos, as rotinas ou as operações de trabalho; e programar os trabalhos mais pesados preferencialmente nos períodos com condições térmicas mais amenas, desde que não incorram em riscos adicionais.
Disponibilizar acesso a locais, inclusive naturais, termicamente mais amenos, que possibilitem pausas espontâneas; e disponibilizar água fresca potável (ou outro líquido de reposição adequado) e incentivar a sua ingestão.
Alternar operações que gerem exposições a níveis mais elevados de calor com outras que não apresentem exposições; e disponibilizar água fresca potável (ou outro líquido de reposição adequado) e incentivar a sua ingestão
Disponibilizar acesso a locais, inclusive naturais, termicamente mais amenos, que possibilitem pausas espontâneas; e programar os trabalhos mais pesados preferencialmente nos períodos com condições térmicas mais amenas, desde que não incorram em riscos adicionais.