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No trabalho do/a assistente social, em tempos de pandemia, emergiram desafios éticos com requisições de cunho burocrático-administrativo, como, por exemplo, a comunicação de óbitos e a informações sobre o quadro clínico de pacientes. Embora a comunicação seja um direito humano, essas requisições à/ao assistente social revelam a
manipulação de conhecimentos alheios aos previstos na formação profissional de assistentes sociais e, portanto, fora de sua competência profissional.
falta de conhecimento dos/as profissionais sobre as atribuições e competências profissionais no âmbito bioético, contradizendo, portanto, a lógica capitalista.
manipulação da dimensão teórico-metodológica com relação ao método hegemônico do Serviço Social; em sintonia, portanto, ao exercício profissional.
falta de apropriação dos princípios ético-políticos do Serviço Social, constituindo, portanto, ações que perfazem a totalidade da vida em coletividade.