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Em relação à intervenção profissional do Assistente Social nas condições e relações de trabalho, é correto afirmar que
cabe ao Assistente Social interferir na desaceleração dos processos tecnológicos, evitando a substituição da mão de obra de baixa qualificação e a demissão de trabalhadores com produtividade abaixo da esperada.
A intervenção profissional do Assistente Social se submete inteiramente à força e à lógica do comando do capital no processo de (re)produção, anulando a possibilidade de os Assistentes Sociais atribuírem direção às suas atividades.
Cabe ao Assistente Social buscar estratégias para alargar as bases de apoio no interior do espaço ocupacional e somar forças com segmentos organizados que se movem pelos mesmos princípios éticos e políticos.
O Assistente Social deve silenciar os determinantes históricoestruturais objetivos que atravessam o exercício da profissão a fim de concretizar a vontade política do coletivo profissional.
Cabe ao Assistente Social monitorar o cumprimento dos requisitos de produtividade, eficiência, prazos e rotinas por parte do corpo de trabalhadores.