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Decifrar os fetiches dos tempos presididos pelas finanças é um dos desafios para a atuação dos assistentes sociais na perspectiva do fortalecimento e preservação dos direitos dos segmentos dos trabalhadores no país. Ao referir-se à intervenção profissional, Iamamoto (2018) afirma que:
é preciso desentranhar da vida dos sujeitos singulares os fios que integram o singular no coletivo, o que exige competência teórico-metodológica para ler a realidade e conhecimento do modo de vida, de trabalho e de expressões culturais dos sujeitos sociais
diante da tensão entre distintos projetos político-institucionais, observam-se o reforço da retomada do papel do assistente social na efetivação de políticas públicas e a redução de sua participação nas esferas de formulação e avaliação dessas políticas
o avanço do autorreconhecimento, por parte do assistente social, de sua condição de trabalhador assalariado tem desmobilizado a categoria profissional, restringindo a atuação às demandas apresentadas nos espaços ocupacionais
compreender as rotinas institucionais nos distintos espaços de atuação é indispensável para o exercício da relativa autonomia profissional do assistente social, o que independe da correlação de forças econômicas em nível societário