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Uma criança de 9 anos, depois de ser repreendida várias vezes, por não realizar as atividades extraclasses (tarefas), procurou a professora, em particular, para dizer que não estava bem. Num primeiro momento, a professora pensou que seria uma desculpa da criança. Entretanto, após mostrar seus braços e pernas escondidos por roupas compridas, evidenciou várias marcas que, segundo a estudante, são originárias de ações sofridas em seu próprio domicílio, por uma referência parental muito próxima. A professora, imediatamente, apresentou a situação para o setor pedagógico e a direção da escola para devido conhecimento. Posteriormente, o assistente social que acompanha atividades da escola foi acionado. Diante dessa situação, qual alternativa contém a(s) providência(s) a ser(em) tomada(s), na perspectiva do assistente social?
O Conselho Municipal dos direitos das crianças e dos adolescentes deve ser acionado, considerando que o órgão é o responsável pela implementação e a execução de políticas territoriais de proteção integral para esse segmento populacional.
O Conselho Escolar deve se reunir imediatamente, para a apresentação do caso, e a criança deve participar dessa atividade para que seu depoimento seja apresentado aos presentes, até para a constituição posterior de provas frente ao caso constatado de violência.
A escuta qualificada deve ser realizada para, a partir dela, entender melhor o caso e, diante dos indicativos e da constatação de violência sofrida pela criança, o Conselho Tutelar ser acionado para as devidas providências protetivas.
A família deve ser acionada para que o agressor assine termo se comprometendo a não mais fazer uso da violência com a referida criança.
A polícia deve ser imediatamente acionada, por se tratar de um caso explícito e já constatado de violência doméstica e intrafamiliar.