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Yolanda Guerra (2000) compreende a instrumentalidade no exercício profissional do assistente social como uma propriedade ou um determinado modo de ser que a profissão adquire no interior das relações sociais. Em relação a instrumentalidade, qual alternativa não condiz com a compreensão de Yolanda Guerra (2000)?
A instrumentalidade no exercício profissional refere-se, não ao conjunto de instrumentos e técnicas, mas a uma determinada capacidade ou propriedade constitutiva da profissão.
A intencionalidade dos assistentes sociais passa a ser mediada pela própria lógica da institucionalização, pela dinâmica da instauração da profissão e pelas estruturas em que a profissão se insere.
Reconhecer a instrumentalidade como mediação significa tomar o Serviço Social como totalidade constituída de múltiplas dimensões: técnico-instrumental, teórico-intelectual, ético-política e formativa.
A instrumentalidade não se insere no espaço do imediato, pois ao ser considerada como uma particularidade da profissão, dada por condições objetivas e subjetivas, é assim concebida como campo mediação e instância de passagem.