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A concepção de convivência familiar e comunitária presente nas várias políticas sociais, entre elas a de assistência social, define escolhas e modos de considerar a família como referência, como matricialidade dessa política. Uma escolha é aquela que toma a família como parceira de uma rede de proteção social mista, envolvendo organizações governamentais, não governamentais, comunidade e a própria família, como provedores de assistência e cuidados.
A partir dessa perspectiva, é correto afirmar que, ao partilhar responsabilidades na proteção social da família, se tem como resultado
o nivelamento proporcional entre os agentes.
o fortalecimento de diferentes propostas.
a consolidação de um modelo pragmático.
a prevalência de uma teoria transitória.
a redução da ação pública estatal.