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Em um dos serviços de assistência social do SUAS, a equipe acompanha uma pessoa idosa, vítima de violência no ambiente familiar. Durante uma reunião com profissionais de outros serviços, a coordenação solicita que o assistente social relate detalhadamente tudo o que foi dito sobre a pessoa idosa nos atendimentos individuais, incluindo aspectos muito pessoais, com a justificativa de “subsidiar a tomada de decisão sobre o caso”.
Diante dos princípios éticos do cuidado, do dever de sigilo profissional e da legislação de proteção à pessoa idosa, qual postura o assistente social deve adotar?
Atender totalmente ao pedido da coordenação, contando tudo o que a pessoa idosa falou, porque o interesse do serviço seria mais importante do que manter o sigilo.
Passar para a equipe apenas o que for realmente necessário para proteger a pessoa idosa, guardar as informações mais íntimas e explicar por que é importante manter o sigilo profissional.
Recusar-se a dar qualquer informação sobre o caso, dizendo que tudo é sigiloso, mesmo que isso atrapalhe o trabalho em conjunto com a rede de proteção.
Contar todos os detalhes apenas para a coordenação do serviço, mas não dividir essas informações com as outras pessoas que participam da reunião da rede.
Revelar informações sigilosas em toda reunião com a rede, entendendo que o trabalho intersetorial dispensa o dever de confidencialidade do assistente social.