Na década de sessenta do século XX, surgiu a chamada teoria
da dependência, proposta que punha em questão o marxismo
tradicional e dialogava de forma crítica com os argumentos
desenvolvimentistas da Comissão Econômica para a América
Latina (CEPAL), incluindo-se entre os expoentes dessa
formulação os sociólogos Fernando Henrique Cardoso e Enzo
Faletto.