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“Dissolvem-se todas as relações sociais antigas e cristalizadas, com seu cortejo de concepções e de ideias secularmente veneradas; as relações que as substituem tornam-se antiquadas antes de se consolidarem. Tudo o que era sólido e estável se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado e os homens são obrigados finalmente a encarar sem ilusões a sua posição social e as suas relações com os outros homens” (Marx, Engels, 2008, p. 43).
Considerando o pensamento desses autores sobre a luta de classes, é INCORRETO afirmar que
o proletariado, à medida que se desenvolve, amplia sua consciência sobre as contradições da sociedade capitalista, tornando cada vez mais evidente o conflito entre os interesses das diferentes classes.
o progresso da indústria fortalece a posição da burguesia, mantendo os operários isolados e sem perspectiva de organização coletiva, de modo que a classe dominante não corre risco de perder seu poder.
os conflitos entre grupos na Idade Antiga e na Idade Média refletem a luta contínua por poder e recursos, demonstrando que a tensão entre diferentes interesses sociais atravessa toda a história da humanidade.
a burguesia teve um papel revolucionário ao destruir as relações feudais, transformar o modo de produção e reorganizar a sociedade em termos de capital e trabalho assalariado, estabelecendo novas relações sociais e econômicas.
a burguesia criou forças produtivas mais potentes e avançadas do que as gerações anteriores, o que lhe permitiu assegurar seu lugar como classe dominante no mundo moderno, reorganizando a estrutura social e econômica vigente.
Ao analisar transformações sociais contemporâneas, um pesquisador observa mudanças nos padrões de participação política, nas formas de organização coletiva e no papel das instituições tradicionais. Considera-se, nesse contexto, a influência das redes digitais, da ampliação do acesso à informação e da diversidade cultural. A questão central é identificar um elemento estrutural que explique essas transformações de modo consistente. Com base em estudos sociológicos atuais, assinale a alternativa correta.
A centralidade das redes sociais digitais como mediadoras das relações sociais é um fator estrutural reconhecido nos estudos contemporâneos.
O enfraquecimento completo do Estado explica isoladamente as mudanças na participação política.
A redução das desigualdades econômicas globais é o principal fator explicativo dessas transformações sociais recentes.
A homogeneização cultural promovida pela globalização elimina conflitos sociais históricos.
O distanciamento gradual da preocupação exclusiva com a classe social levou os sociólogos a sugerir que para compreender a vida das pessoas, hoje, é preciso encontrar maneiras de associar classe a outras desigualdades. Pode-se afirmar que, até agora, a teoria da interseccionalidade é a perspectiva mais influente que tenta fazer isso, partindo do princípio da diversidade social e cultural.
Considerando o conceito de interseccionalidade, analise os itens a seguir:
I. A interseccionalidade tenta entender como as relações de poder funcionam na sociedade, produzindo desigualdade e discriminação.
II. A interseccionalidade insiste que uma determinada categoria social se sobrepõe sobre as outra e, com isso, produzem formas de vivenciar o mundo levando a situações de opressão e marginalização ou de privilégios e vantagens, dependendo do contexto.
III. A interseccionalidade, portanto, é uma descrição da diversidade na vida social e uma teoria sobre essa diversidade, mas também pode ser entendida como uma metodologia – uma maneira de trazê-la para um foco aguçado na interação entre posições sociais.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
Apenas I, II e III.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Apenas I e II.
Apenas III.
No texto Problemas de conceituação das classes sociais na América Latina, Florestan Fernandes propõe uma análise sociológica calcada na especificidade histórica e social desta região, por estar “claro que tais categorias precisam ser adequadas, empíricas e interpretativas, ao presente e às realidades da América Latina” e ao considerar que “esta interpretação não pretende negar nem a 'modernidade' nem o caráter capitalista do empreendimento colonial. Quer somente repô-lo em seu contexto estrutural e histórico. Se as coisas fossem diferentes e a descolonização fosse ao mesmo tempo econômica, cultural e política, haveria uma transição imediata do 'modelo colonial' para o 'modelo europeu”. No entanto, o tipo de capitalismo existente na Europa não estava incubado nas formas de vida coloniais” (Fernandes, 1977, p. 174e 185).
Acerca das asserções abaixo apresentadas e da relação proposta entre elas, assinale a alternativa que CORRETAMENTE reflete a análise de Florestan Fernandes sobre a problemática em torno da conceituação de classe social na América Latina:
I A modernidade enquanto processo macrossocial e o empreendimento capitalista não podem ser negados, precisam ser contextualizados e analisados de forma singular, permitindo, assim, uma base teórica e histórica específica para a conceituação de classes sociais na América Latina, e em especial para o Brasil.
PORQUE
Il. O desdobramento da modernidade e do capitalismo na América Latina implicou um processo próprio de acomodação dos valores burgueses às formas autocráticas características da dimensão privada na vida pública, marca dos períodos coloniais, mas com persistência histórica, perpetuando a manutenção de privilégios frente a modernização da sociedade, da economia e da organização do Estado.
FERNANDES, Florestan. Problemas de conceitução das classes sociais na América Latina. In: ZENTENO, Raúl (org.). As classes sociais na América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. p. 173-246..
As duas asserções são proposições corretas, e a segunda é uma justificativa adequada da primeira.
As duas asserções são proposições corretas, mas a segunda não é uma justificativa adequada da primeira.
A primeira asserção é uma proposição correta, e a segunda, uma proposição incorreta.
A primeira asserção é uma proposição incorreta, e a segunda, uma proposição correta.
Tanto a primeira quanto a segunda asserção são proposições incorretas.
Abordagens contemporâneas das ciências sociais e do direito têm buscado compreender como diferentes fatores sociais influenciam a produção e a reprodução das desigualdades. Considerando essa perspectiva analítica, originalmente desenvolvida por Kimberlé Crenshaw, assinale a alternativa correta.
A interseccionalidade pressupõe que as desigualdades sociais não operam de forma isolada, mas se sobrepõem e se potencializam (como o racismo e o sexismo), criando vulnerabilidades específicas que exigem respostas estatais transversais e multidimensionais.
A desigualdade de gênero no mercado de trabalho é um fenômeno cultural imune à intervenção legislativa, sendo as ações afirmativas para mulheres em cargos de direção consideradas inconstitucionais por violarem o direito de propriedade dos empregadores.
A injustiça etária contra a pessoa idosa é classificada como uma discriminação de natureza exclusivamente previdenciária, sendo vedado ao Estado interferir em relações familiares ou de trabalho para garantir a inclusão digital dessa população.
O combate às desigualdades regionais no Brasil deve ser pautado exclusivamente pela métrica da renda per capita média, ignorando-se as disparidades étnico-raciais e de gênero, para garantir que o princípio da isonomia salarial seja preservado na administração pública.


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Ao analisar a formação da sociedade de classes brasileira, Florestan Fernandes discorre sobre a modernização capitalista que, no Brasil, se insere em um contexto de dependência. De acordo com o autor,
I a institucionalização da competição econômica fortalece automaticamente a cidadania política e reduz desigualdades estruturais.
II a modernização conservadora representa uma etapa transitória rumo a uma sociedade de ampla mobilidade social.
III sob capitalismo dependente, a ordem social competitiva pode coexistir com autoritarismo estrutural e democracia restrita, pois reorganiza privilégios em vez de superá-los.
Assinale a opção correta.
Apenas o item II está certo.
Apenas o item III está certo.
Apenas os itens I e II estão certos.
Apenas os itens I e III estão certos.
Todos os itens estão certos.
De acordo com Ribeiro (2014), as análises sobre mobilidade de classe desempenham dois papéis nos estudos de estratificação social. Primeiro, servem para determinar o grau de abertura ou fechamento da estrutura de classes, na medida em que descrevem a força da associação entre classes de origem (dos pais) e de destino (dos filhos). Com relação à mobilidade social, marque a alternativa correta.
A análise das taxas relativas à mobilidade social não permite definir mais detalhadamente qual o padrão ou regime de mobilidade de classe que caracteriza uma determinada sociedade.
As distribuições de classe de origem e de destino tendem a ser muito semelhantes quando as sociedades passam por mudanças estruturais em períodos curtos de tempo.
Os estudos de mobilidade de classe fazem uma distinção entre taxas absolutas e relativas de mobilidade. As taxas absolutas refletem a disparidade entre as distribuições de classes de origem e de destino.
A diferença entre as distribuições de classe de origem (dos pais) e de destino (dos filhos) são muito atenuadas no Brasil.
As taxas absolutas de mobilidade mensuram a associação estatística entre classes de origem e de destino.
A mobilização social é uma estratégia que visa promover a participação ativa dos cidadãos na vida política e social do país. Qual das seguintes opções descreve corretamente essa característica da mobilização social?
A mobilização social é uma prática exclusiva de organizações privadas governamentais.
A mobilização social envolve apenas a participação de líderes políticos.
A mobilização social visa promover a participação ativa dos cidadãos na construção e fortalecimento dos valores democráticos e éticos.
A mobilização social é uma estratégia utilizada apenas em situações de crise política extrema.
A mobilização social é uma estratégia que visa promover apenas a participação passiva dos cidadãos na vida social do país.
A teoria sociológica da distinção coloca que alguns dos elementos que diferenciam as classes sociais são o seu estilo de vida e sua cultura. Nesse contexto, um exemplo de distinção de estilo de vida e/ou cultura é
o hábito da classe alta de frequentar bares e restaurantes e o hábito da classe média de acampar na zona rural.
o gosto musical dos operários voltado para o rock and roll e a preferência musical dos camponeses pela música sertaneja.
a adoção da língua padrão e frequência ao cinema pela elite e uso da linguagem coloquial e visita aos museus pelas massas.
a preferência burguesa por golfe e música clássica e a preferência proletária pelo futebol e música popular.
A sociologia produziu várias teorias e explicações do fenômeno das classes sociais. As classes sociais podem ser interpretadas como sendo:
grupos sociais homogêneos unidos por representações coletivas que são comuns a todos os seus integrantes, pois elas são fatos sociais que se impõem aos indivíduos, tal como preconiza a abordagem sociológica de Durkheim.
grupos de pessoas que compartilham a mesma renda, prestígio, status e poder, cuja formação é um produto da evolução do sistema de castas, tal como expressou a escola sociológica weberiana na Alemanha.
grupos de indivíduos que possuem o mesmo modo de vida, interesses e oposição comum a outras classes sociais, derivadas da divisão social do trabalho e modo de produção dominante, segundo teoria de Karl Marx.
grupos informais constituídos a partir de um processo histórico no qual as tradições profissionais, políticas, religiosas, entre outras, proporcionaram a integração de indivíduos no seu interior, segundo tese de Talcott Parsons.


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Esse conceito indica categorias de pessoas que ocupam posições semelhantes no sistema de produção e realização do capital. O processo de formação dessas categorias de pessoas é produto de uma dupla articulação entre estruturas e lutas, ou seja, essa categoria de pessoas resulta do processo de lutas, as quais, por sua vez, são estruturadas pelas relações sociais objetivas.
No trecho, a expressão “categoria de pessoas” se refere ao conceito sociológico de
estratificação social.
agência social.
transformação social.
estrutura social.
classe social.
Acerca da definição de classe e dos estilos de vida em Pierre Bourdieu, assinale a opção correta.
As diferentes classes sociais se aproximam menos pelo grau em que reconhecem a cultura legítima do que pelo grau em que elas a conhecem.
O gosto é um operador de diferenças entre classes sociais, ao passo que define estilos de vida.
O estilo de vida é definidor de um distanciamento objetivo com relação à distinção, criando-se uma estilização da vida.
As classes sociais conferem sentidos semelhantes à mesma classe de coisas, ao tempo em que atribuem valores comuns a essas coisas.
A disposição estética nada tem a ver com a dimensão do estilo de vida de um indivíduo.
Do século XVI em diante, pelo menos nas classes mais altas, o garfo passou a ser usado como utensílio para comer, chegando através da Itália primeiramente à França e, em seguida, à Inglaterra e à Alemanha, depois de ter servido, durante algum tempo, apenas para retirar alimentos sólidos da travessa. Henrique III introduziu-o na França, trazendo-o provavelmente de Veneza. Seus cortesãos não foram pouco ridicularizados por essa maneira “afetada” de comer e, no princípio, não eram muito hábeis no uso do utensílio: pelo menos se dizia que metade da comida caía do garfo no caminho do prato à boca. Em data tão recente como o século XVII, o garfo era ainda basicamente artigo de luxo, geralmente feito de prata ou ouro.
ELIAS, N. O processo civilizador: uma história dos costumes. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
O processo social relatado indica a formação de uma etiqueta que tem como princípio a
distinção das classes sociais.
valorização de hábitos de higiene.
exaltação da cultura mediterrânea.
consagração de tradições medievais.
disseminação de produtos manufaturados.
O “direito à cidade” é um conceito originalmente formulado por Henri Lefebvre no livro O Direito à Cidade (1968, data da 1ª edição francesa). Segundo o autor, a luta de classes intervém na produção do espaço, de tal forma que é possível percebê-la na configuração das cidades; haja vista que:
o processo de urbanização, em suas estratégias de intensificação da vida urbana e da realização da sociedade urbana, caminha na direção de uma nova práxis.
o processo de industrialização interfere no plano específico da cidade; ou seja, nas modalidades do habitar e nas modulações do cotidiano.
o processo de industrialização-urbanização desenvolve-se numa lógica dialética dando origem a um novo conceito de humanismo.
são formuladas estratégias políticas contra hegemônicas, com objetivo de reconfigurar o processo de industrialização-urbanização, característico das sociedades modernas.
a racionalidade limitada, o economicismo e a centralização planificadora, ao mesmo tempo em que provoca a crise da cidade, impede o surgimento do “homem urbano”.
Na teoria marxista, as classes sociais são
categorias estáticas, que fazem parte da estrutura social com a qual mantêm relações específicas.
categorias a-históricas, existindo em todos os tempos sociais, independentemente do desenvolvimento da sociedade.
definidas em sua base econômica, conforme a relação com os meios de produção.
imutáveis no tempo e formam-se à medida que a sociedade se transforma.
parte da estrutura social idênticas às castas, estamentos e estratos sociais, existindo ao longo do desenvolvimento histórico-social.


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Na compreensão de Max Weber, as classes sociais são
grupos de pessoas que possuem similares condições de vida exteriores e experiências pessoais de vida e estão condicionados pelo poder ou a falta dele.
comunidades definidas em relação aos interesses econômicos, que se constituem pela posse de bens e por oportunidades de renda.
grupos de pessoas que possuem condições distintas em relação ao produto ou ao mercado de trabalho.
bases possíveis e frequentes de ação global, possuindo em comum as mesmas honras sociais de determinada ordem social.
definidas com base em situações distintivas no mercado capitalista.
“Um dos principais especialistas no fenômeno que ficou conhecido como ascensão da classe C, o economista Marcelo Neri diz que a classe média de hoje tem um novo perfil em relação aos governos petistas: ela é mais sofrida. Segundo o diretor da FGV Social, o quadro socioeconômico que alavancou esse público nos anos 2000 era composto por três fatores principais: avanço da economia; crescimento da renda acima do PIB (Produto Interno Bruto) e redução contínua da desigualdade.”
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/08/nova-classe-c-perdeu-terreno-e-ficou-para-tras-diz-marcelo-neri.shtml
Jessé de Souza faz uma crítica sobre o conceito criado por Marcelo Neri. Essa crítica se justifica, pois trata-se de uma classe:
que não conseguiu preservar o aumento de renda
sem acesso a serviços públicos, como educação e saúde
com baixa incorporação de capital econômico e de capital cultural
manipulada pelo poder econômico de grandes grupos financeiros
“Classes sociais são grupos humanos que se diferenciam entre si pela posição que ocupam num determinado modo de produção e pelo seu papel na apropriação da riqueza. Cada um pertence a uma classe social de acordo com a parte que lhe cabe na divisão da riqueza que uma sociedade produz”
(GADOTTI, 1991, p. 75-76).
As classes sociais são um aspecto importante no entendimento das questões relacionadas à constituição e ação dos movimentos sociais, já que alguns desses movimentos possuem sua formação e atuação vinculada às desigualdades materiais e simbólicas de classe.
Assinale a alternativa que apresenta o movimento que melhor ilustra a relação entre mobilização coletiva e desigualdades de classe, tendo como base o excerto acima
Movimento Feminista
Movimento de Luta pela Terra
Movimento LGBTQIA+
Movimento Ambiental
Movimento Indígena
Adriano Codato e Fernando Leite (2009) afirmam que a Sociologia oferece um conteúdo científico e crítico para a noção de classe social. Para isso, ela constrói um conceito. Essa construção obedece a quatro princípios sociológicos. Qual dos princípios a seguir faz parte do conjunto apresentado pelos autores?
As posições sociais dos indivíduos, grupos e classes formam uma estrutura social que é um fato da vida psíquica dos indivíduos.
Os agentes sociais (indivíduos e grupos) que partilham a mesma posição social possuem atributos comuns que é o que constitui as classes.
Apesar de existir uma estratificação, assimetrias e hierarquias dentro do espaço social, isso não se reflete em conflitos e lutas.
As posições sociais dos indivíduos são independentes entre si, pois a sociedade é a soma de posições individuais.
As posições sociais dos indivíduos e grupos são relacionais e dependem das ambições de mobilidade social de cada grupo ou classe.
Sobre os diferentes conceitos de “classe social” na teoria sociológica,
para Marx e Engels, as classes sociais são conjuntos de indivíduos que têm as mesmas oportunidades de obter bens e prestígio, resultando na possibilidade, mas não na necessidade, de uma ação política em comum.
Émile Durkheim, em acordo com seu conceito de sociedade como um organismo semelhante aos demais organismos vivos, compreendia as classes sociais como funções da divisão do trabalho social e os conflitos entre elas como perturbações da solidariedade orgânica.
Max Weber interpretou o capitalismo como um sistema baseado, desde a Reforma Protestante, no conflito entre a situação de classe da burguesia e a situação de classe do proletariado.
para Georg Lukács, a diferença fundamental entre a burguesia e o proletariado assenta no fato de que a primeira não está submetida ao fenômeno da reificação, de maneira que seu conhecimento da totalidade social garante a dominação sobre a classe trabalhadora.
ao contrário de Max Weber, para Pierre Bourdieu o conceito de classe social liga-se à sua teoria de capitais, no qual o estudo das relações entre classes e grupo de status são tratados separadamente.


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