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Se o capital econômico transmitido é mínimo, e o capital cultural e escolar comparativamente baixo em relação às classes superiores, média e alta, a maior parte dos batalhadores entrevistados, por outro lado, possuem família estruturada, com a incorporação dos papéis familiares tradicionais de pais e filhos bem desenvolvidos e atualizados.
Jessé Souza (Org.). Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe trabalhadora?. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2012.
Do trecho apresentado infere-se que, ao utilizar o termo “batalhadores”, o autor
trata do lugar privilegiado que a produção material assume para que haja mobilidade social.
defende que, mesmo sem qualquer tipo de capital, essa nova classe social tem condições de, por meio da sua batalha, alcançar um lugar dominante.
analisa as possibilidades de mobilidade social ascendente que se expressam no Brasil contemporâneo, debatidas a partir da contribuição do conceito de classe.
considera que o povo brasileiro, independentemente da classe, se caracteriza como batalhador.
se opõe aos conceitos de classe da sociologia clássica, por considerar que não oferecem interpretações pertinentes para o Brasil.
A publicação do livro A condição pós-moderna, de David Harvey (1992), tornou-se um marco nos estudos sobre pós-modernidade, trabalho e as transformações do capitalismo. A obra apresenta uma reflexão sobre as mudanças econômicas e sociais das últimas décadas, discutindo as transformações que afetaram a organização da sociedade e das instituições econômicas, bem como os debates teóricos sobre o desenvolvimento do capitalismo contemporâneo.
Avalie o que se afirma serem características do regime de acumulação flexível, conforme descrito pelo autor.
I- Produção padronizada e em larga escala.
II- Inovação tecnológica e organizacional.
III- Surgimento de novos setores de produção.
IV- Redução expressiva do setor de serviços.
V- Formas de trabalho temporárias e precarizadas.
Está correto apenas o que se afirma em
I, II e IV.
I, III e V.
II, III e V.
I, III e IV.
II, IV e V.
A flexibilização dos processos de produção e das relações de trabalho e de consumo ocasionou a precarização das relações de trabalho. Marcada pela fragilidade contratual e pela redução do controle público sobre as conquistas trabalhistas. Essa precarização, associada à crescente automação, penalizou o trabalho e elevou as taxas de desemprego, empurrando uma parcela significativa da população para a informalidade. O deslocamento dos postos de trabalho formais para os informais tem levado ao crescimento de cooperativas, do trabalho domiciliar e familiar e das pequenas empresas. Nesse contexto, desenvolveu-se a economia solidária.
SILVA, Afrânio; et al. Sociologia em movimento. 2ª, ed. São Paulo: Moderna, 2016, p. 227.
Considerando as principais características que definem o modelo de economia solidária, assinale a alternativa CORRETA.
Os empreendimentos econômicos solidários têm como característica a supressão das relações de trabalho, visando predominantemente ao lucro, ainda que alinhados à ideia de autogestão.
De modo mais amplo, a economia solidária pode ser compreendida como um movimento social que busca a instituição de um modelo de desenvolvimento pautado pela igualdade, pela cooperação e pela abolição dos mercados.
Apesar de se basear em um modo de produção caracterizado pelo equilíbrio de poder entre todos os trabalhadores, o que proporciona um ambiente democrático e cooperativo, a economia solidária é moldada pelo livre funcionamento dos mercados e pela valorização do Estado Mínimo, sem representar uma abordagem alternativa ao mercado capitalista convencional.
Trata-se de um movimento que busca modificar as relações entre economia e sociedade, com base nos princípios de: solidariedade, democracia, igualdade, cooperação, direitos humanos e conservação ambiental;
Além da autogestão, da igualdade entre os trabalhadores e da democracia interna, outro elemento central para a compreensão dos empreendimentos solidários é a regulação estatal, atrelada aos interesses de mercado e à unilateralidade entre trabalho e indivíduo.
A relação entre Estado e sociedade no Brasil contemporâneo é mediada por indicadores demográficos e pressões econômicas que impactam diretamente a efetivação dos direitos fundamentais. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(_)A transição demográfica brasileira altera a pirâmide etária nacional, exigindo do Estado a repactuação de direitos humanos para garantir a proteção de grupos vulneráveis em contexto de retração proporcional da população economicamente ativa.
(_)A sociologia dos direitos humanos defende que a universalidade desses direitos é um conceito puramente econômico, devendo ser aplicada apenas em nações que atingiram o pleno desenvolvimento industrial e estabilidade demográfica.
(_)O conceito de "mínimo existencial", oriundo da intersecção entre economia política e direitos humanos, é fundamental para assegurar que políticas de ajuste fiscal não violem a dignidade da pessoa humana no acesso a serviços básicos.
(_)Estudos demográficos contemporâneos demonstram que a densidade populacional é o único fator determinante e isolado para a violação sistemática de direitos humanos em áreas rurais destinadas à reforma agrária no território nacional.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, F, F, V.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
V, V, V, V.
Um dos pressupostos econômicos mais relevantes na atualidade é o de que o desenvolvimento econômico depende de uma integração qualificada à economia mundial. Duas questões relevantes compõem esse pressuposto: abertura ao mercado mundial e inovação. No passado, a internacionalização estava restrita às grandes empresas; hoje, micro, pequenas e médias empresas (MPME) envolvem-se crescentemente no mercado global, não apenas por meio de intercâmbio comercial, mas também de parcerias, oferta de serviços pós-venda, criação de franquias, entre outras atividades. Porém, para serem bem-sucedidas em mercados estrangeiros, as MPME devem apresentar vantagens competitivas baseadas em inovação, complexidade e(ou) sofisticação dos produtos e serviços oferecidos, isto é, devem ser inovadoras ou intensivas em conhecimento.
S. K. Guimarães e L. R. Azambuja. Internacionalização de micro, pequenas e médias empresas inovadoras no Brasil: desafios do novo paradigma de desenvolvimento. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 33, n.º 97, 2018 (com adaptações).
Considerando o texto acima como referência inicial, assinale a opção correta no que tange à busca das MPME por vantagens competitivas.
As iniciativas governamentais dos últimos anos para angariar vantagens competitivas na promoção da exportação de produtos brasileiros produzidos por MPME surtiram pouco efeito, o que se evidencia pela inalterabilidade do cenário de desvantagem dessas empresas em relação às grandes corporações exportadoras desde que tais iniciativas foram implementadas.
Nos últimos anos, em razão da intensa ação de órgãos de governo para a promoção das exportações feitas por MPME, houve um significativo incremento nas potencialidades produtivas, administrativas e logísticas dessas empresas, a ponto de inseri-las em um ambiente de competição cada vez mais internacionalizado.
A despeito de seu tamanho, as MPME têm maior facilidade em atender à demanda internacional, em razão de suas características peculiares, como sua robusta rede logística e considerável volume de exportações.
O avanço no processo de inserção das MPME brasileiras no contexto do mercado internacional deveu-se à força econômica dessas empresas e à transformação produtiva nacional, que ocorreu sem um plano governamental específico.


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O Socialismo é um sistema político-econômico que foi idealizado no século XIX em contraposição ao liberalismo e ao capitalismo concebido como reação às más condições dos trabalhadores. Dito isto, esse modelo de organização social propõe
a substituição do capitalismo industrial por uma sociedade de economia mista.
a extinção da propriedade privada dos meios de produção e o controle estatal.
a organização do Estado por meio de uma política ideológica que visa à utopia.
a implementação da divisão social baseada no sistema de estratificação econômica.
um regime político baseado nas relações de poder estatal versus ditadura do proletariado.
A teoria pós-colonialista tem como objetivo analisar o complexo das relações de poder entre as diferentes nações que compõem as heranças econômica, política e cultural da conquista colonial europeia. Nesse contexto, sobre a teoria póscolonialista do currículo é correto afirmar que
as relações de poder entre as metrópoles coloniais e os países recentemente libertados limitam-se à análise das consequências econômicas da aventura colonial europeia.
junta-se, assim, às análises pré-colonial e pré-modernista, para questionar as relações de poder e de conhecimento do sujeito imperial europeu.
deve-se separar a análise estética de uma análise das relações de poder, pois a estética corporifica alguma forma de poder.
busca examinar tanto as obras literárias escritas do ponto de vista dominante quanto aquelas escritas por pessoas pertencentes às nações dominadas.
tem preferência de análise que concebam o processo de dominação cultural como uma via de mão única.
Sobre associativismo e economia solidária é correto afirmar que trata-se de:
uma prática produtiva artesanal e manufatureira e está restrita a trabalhos de baixo valor agregado
atividade econômica organizada, que visa racionalizar o uso de máquinas, locais de produção e mão de obra com o intuito de agregar valor e expandir mercados
atividade marginal à produção rural estabelecida em que se aproveita de excessos de produção para trabalhos esporádicos
processo de grande aporte tecnológico que visa produzir mercadorias personalizadas para o mercado de luxo
atividade econômica organizada e inovadora, que busca captar recursos financeiros dos chamados “investidores anjos”
A crise financeira internacional de 2008 passou a ser sentida, de fato, no Brasil, a partir de 2015 e possibilitou o retorno do projeto neoliberal ortodoxo ao país, por meio, primeiro, do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e, segundo, das eleições de 2018, que levaram Jair Bolsonaro ao poder. Consolidando, assim, as derrotas da classe trabalhadora, diante das reformas trabalhista e previdenciária e da criação da legislação da terceirização. Em paralelo, conforme demonstra a imagem abaixo, a taxa de sindicalização no país tem se reduzido, o que expressa uma paradoxal desmobilização dos sindicatos.

Assinale a alternativa que apresenta as principais razões desse processo:
A terceirização; dinâmicas relacionadas com mudanças organizacionais nas empresas; a implementação de métodos inspirados no chamado modelo Toyota; a flexibilização das relações de trabalho e do mercado de trabalho, por serem processos que privilegiam o individualismo e a fragmentação dos trabalhadores, ao invés de ações coletivas, têm favorecido o desinteresse pelos sindicatos, que seguem sendo entidades homogêneas e sem capacidade de atender diferentes frentes reivindicatórias.
A geração de trabalhadores nascida entre os anos 1980 e 1990, cuja visão de mundo fora forjada pelo neoliberalismo social-democrata, do governo Fernando Henrique Cardoso, e consolidada nos governos dos Presidentes Lula e Dilma Rousseff, tem se descolado cada vez mais da semântica e linguística sindical, sobretudo por considerá-la autoritária e anti-interseccional.
Ao contrário das mobilizações dos anos 1990, as reivindicações sindicais ocorridas, durante os governos do Presidente Lula e da Presidenta Dilma, buscaram avançar em termos salariais e de condições de trabalho e foram tão bem sucedidas que sujeitaram os trabalhadores à crença de que eventuais ações de um governo autoritário não seriam capazes de comprometer seus direitos, tornando, assim, desnecessária a filiação sindical.
A mudança no perfil sociodemográfico do trabalhador, cuja ampliação da participação de jovens, cada vez menos interessados em uma profissão, tem se somado a uma reestruturação produtiva que reduziu o número de empregos formais e deslocou o sentido do sindicalismo industrial para o de serviços, onde a identidade e solidariedade sindical tendem a ser mais fragmentados.
Exceto Bolsonaro, outros presidentes eleitos, após a redemocratização, mantiveram uma relação amistosa com os sindicatos, seja por meio da cooptação de dirigentes para a ocupação de cargos nos mais variados escalões do governo, seja alçando-os a lideranças e mesas de negociações por meio de fóruns e conselhos tripartites. Contudo, sua manifesta atuação anti-sindical, desde a campanha presidencial em 2018, tem reforçado o medo da classe trabalhadora em se sindicalizar.
A economia solidária é fruto da organização de trabalhadores e trabalhadoras na construção de novas práticas econômicas e sociais fundadas em relações de colaboração solidária, inspiradas por valores culturais que colocam o ser humano como sujeito e finalidade da atividade econômica, em vez da acumulação privada de riqueza em geral e de capital em particular.
Disponível em: <https://fbes.org.br/2008/07/30/movimento-de-es-no-pais/>.
Acesso em: 14 ago. 2022, com adaptações.
No que concerne à economia solidária, assinale a alternativa correta.
Trata-se de um movimento social que busca a organização de empreendimentos autogestionados, que atualmente funcionam de forma independente do mercado capitalista.
No Brasil, a economia solidária equivale à economia informal.
É um novo movimento social, que se distancia dos movimentos tradicionais por ter seu foco mais na organização da economia do que em aspectos identitários.
Representa uma proposta em que as empresas organizam fundos de amparo aos trabalhadores com subsídio público, para custear eventuais despesas que não recebem cobertura previdenciária.
Constitui uma estratégia de desenvolvimento que organiza a produção, a comercialização e consumo sob as bases da solidariedade social e ambiental e da autogestão.


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O Brasil, um país cujo histórico do desenvolvimento do capitalismo chama-se capitalismo tardio, significa que o capitalismo não seguiu o curso dos países centrais. Uma das principais características do capitalismo é o trabalho assalariado, o que, historicamente, demorou a ocorrer no país em razão do sistema escravista. A década de 1930 é considerada um marco decisivo para o desenvolvimento do capitalismo no Brasil. Sobre esse período, assinale a afirmativa correta.
Deu-se início a um novo ciclo da economia com o fim da hegemonia agrário-exportadora, como a predominância da estrutura produtiva de base urbano-industrial.
É possível destacar, no setor industrial, a implantação dos ramos automobilísticos, construção naval, mecânica pesada, cimento, papel e celulose, assim como a triplicação da capacidade da siderurgia.
São as características desse período: uma fortíssima repressão política, mão de ferro sobre os sindicatos, coerção estatal no mais alto grau, abertura ao capital estrangeiro e industrialização à “marcha forçada”.
O Estado opera através de uma estrutura fiscal primitiva e extremamente regressiva; o que, fatalmente, incorrerá em deficits crescentes, em uma curiosa forma de aumentar até o limite sua dívida interna sem mutuários credores.
No arranjo capitalista contemporâneo, o papel do Estado no direcionamento da vida social está cada vez mais subjugado, no imperativo do capitalismo de viés imperialista e, financeirizado, o capital vem assumindo e conduzindo esse papel. O sentido mais agudo dessa reestruturação do capital que se inicia no Brasil, a partir de 1990, é imposto ao mundo do trabalho via:
Judicialização; informalização; e, estabilização.
Fim do FGTS; reforma da previdência; e, subemprego.
Terceirização; controle do tempo e do movimento; e, rigidez.
Desemprego; terceirização; e, precarização do trabalho e dos vínculos formais.
Analise a imagem e leia o texto a seguir.

Refugiados sírios no Líbano (2015). Fonte: https://cafod.org.uk
“Seu Cristo é judeu. Seu carro é japonês. Sua pizza é italiana. Sua democracia, grega. Seu café, brasileiro. Seu feriado, turco. Seus algarismos, arábicos. Suas letras, latinas. Só o seu vizinho é estrangeiro.”
Cartaz nas ruas de Berlim. Extraído de Identidade, de Z. Bauman. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
Com base na imagem e no texto, analise as afirmativas sobre a percepção do estrangeiro na sociedade contemporânea.
I. A economia globalizada incrementa intercâmbios de mercadorias e bens que são bem recebidos e até mesmo estimulados, ao passo que a circulação de pessoas de um país para o outro é vista de maneira ameaçadora.
II. A presença de agrupamentos humanos com diferenças linguísticas e culturais pode alimentar sentimentos identitários e até xenófobos, expondo um dos paradoxos da atualidade: ser singular em um mundo plural.
III. As imagens da mídia sobre os desafios provocados pelos fluxos migratórios de refugiados na atualidade estimulam visões estereotipadas do estrangeiro, como “ameaça” e “perigo” ou como “vítima” que precisa de ajuda.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A sociologia surgiu no século XIX com o objetivo de explicar as transformações culturais, sociais e políticas advindas da modernidade. Sobre as discussões sociológicas a respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
Para a sociologia, é na modernidade que o pensamento racional e científico garantiu o progresso e a estabilidade da humanidade. Os mecanismos de controle social foram abolidos juntamente com o poder hegemônico exercido pela família patriarcal, pela igreja e pela aristocracia.
Zygmund Bauman afirma que a transição da modernidade sólida para modernidade líquida não afetou as identidades individuais, pois as instituições formadoras de identidade, como a família, o trabalho e a religião, continuam a atuar na sociedade.
Para o sociólogo Anthony Giddens, a modernidade trouxe a radicalização e a impossibilidade de coexistência entre novos valores e velhos hábitos. Por exemplo, para algumas pessoas, a influência cristã que condena o sexo antes do matrimônio deve ser coerente com a negação do comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo.
Nobert Elias, em O processo civilizador, afirma que, historicamente, os seres humanos inseriram práticas de “boas maneiras” nas relações sociais. Essa característica do processo civilizador é resultado das ações de mecanismos sociais que permitem a harmonia entre os interesses individuais e os objetivos coletivos da sociedade.
Em suas análises sobre as sociedades modernas, Michel Foucault demonstra como o sistema prisional e outras instituições sociais criaram, no indivíduo moderno, uma autopercepção voltada para o pudor e a vergonha, sendo essa uma contraposição direta ao panoptismo.
Com relação à dependência econômica que afeta os países do capitalismo periférico, analise as proposições.
I. A dependência econômica está relacionada ao fato de que os países periféricos dependem da exportação de produtos primários, os quais possuem menor valor agregado que os produtos industrializados produzidos pelos países com maior nível de desenvolvimento.
II. A dependência econômica dos países ocorre em razão de fatores pontuais e internos, não relacionados às suas respectivas histórias.
III. A dependência econômica está relacionada com problemas como a concentração fundiária, que favorece, por meio das exportações, a concentração de renda entre os grandes latifundiários.
IV. A dívida externa existente, nos países periféricos, é uma das expressões da dependência.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.
Somente as afirmativas I, II e IV são verdadeiras.
Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
Somente as afirmativas I, III e IV são verdadeiras.
Todas as afirmativas são verdadeiras.


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Autores apontam para a prevalência, no mundo contemporâneo, de uma cultura internacional popular em substituição a uma produção local. Assinale a alternativa correta que melhor corresponde a essa transformação.
Ocorre a absorção e valorização de elementos étnicos e produção local.
As pessoas ficam por décadas expostas a valores e produtos consumidos no mundo todo e moldam suas preferências por valores descartáveis.
O elemento positivo é que há o acesso à produção cultural do mundo todo de forma homogênea.
O consumo se torna mais responsável.
A indústria da música é a principal responsável pela disseminação dessa cultura internacional popular.
A política de estabilização macroeconômica tem como objetivo alcançar e manter níveis adequados de crescimento econômico e de emprego. Para atingir esse objetivo o governo utiliza como principais instrumentos as políticas:
assistencial – securitária – cambial –industrial.
fiscal – assistencial – cambial –industrial.
fiscal – monetária – cambial –industrial.
fiscal – monetária – assistencial – securitária.
fiscal – monetária – securitária – assistencial.
Marque a única alternativa que não representa um indicador socioeconômico:
Produto Interno Bruto.
Taxa de desemprego.
Taxa de trabalho adulto.
Taxa de analfabetismo.


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