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Stuart Hall reflete sobre a questão das identidades nacionais como parte indissociável das discussões acerca da identidade cultural na pós-modernidade.
A partir das reflexões de Hall, analise as afirmativas abaixo e classifique V, para as sentenças verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) As identidades nacionais se formam e modificam-se a partir de representações de culturas nacionais.
( ) A existência de uma nação é ontológica, o que torna a identidade nacional um fenômeno estável.
( ) As identidades nacionais são definidas tanto biológica quanto historicamente, com eventuais interpelações por sistemas culturais.
A sequência correta, de cima para baixo, é
F - V - V.
F - F - V.
V - F - F.
V - V - F.
Leia o texto abaixo:
“O sentimento de uma injustiça coletivamente sofrida provoca nos membros do grupo vítima de uma discriminação um forte sentimento de vinculação à coletividade. Quanto maior for a necessidade da solidariedade de todos na luta pelo reconhecimento, maior será a identificação com a coletividade. O risco é, no entanto, de sair de uma identidade negada ou desacreditada para cair, por sua vez, em uma identidade que seria exclusiva, análoga à identidade dos que pertencem ao grupo dominante, e na qual todo indivíduo considerado como membro do grupo minoritário deveria se reconhecer, sob pena de ser tratado como traidor.”
(CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru, Edusc, 1999, p. 191).
Tendo como referência o texto sobre a formação da identidade cultural coletiva, analise as afirmativas abaixo e classifique V, para as sentenças verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) A identidade, nesse caso, opera como um sistema de classificação dinâmico e aberto que possibilita o reconhecimento da alteridade.
( ) A identidade pode acentuar os processos de etnização dos grupos subalternos, fazendo com que suas características culturais sejam essencializadas.
( ) A injustiça coletiva tende a enfraquecer os laços de solidariedade dentro de um grupo discriminado.
( ) A identidade pode resultar em um fechamento que reproduz a exclusão anteriormente sofrida, criando uma nova forma de imposição cultural.
( ) A identidade é usada como instrumento de poder e de luta por reconhecimento tanto por parte de grupos subalternizados quanto por parte de grupos hegemônicos.
( ) O pertencimento a uma identidade originária e exclusiva possibilita que as sociedades estabeleçam trocas interculturais baseadas no reconhecimento das diferenças.
A sequência correta, de cima para baixo, é
F - V - F - V - F - V.
V - F - V - F - F - V.
F - F - V - F - V - F.
F - V - F - V - V - F.
Sérgio Buarque de Holanda afirma que um traço distintivo da sociedade brasileira consiste em nossa incapacidade para estabelecer formas de convívio impessoais, isentas de emocionalidade.
Em razão desse traço, segundo Holanda, a identidade nacional brasileira assenta-se na/no
antropofagia cultural.
cordialidade.
mestiçagem.
sentido da colonização.
A identidade nacional reflete a união de um povo em torno de características comuns, como história, cultura, língua e valores compartilhados. Engloba um senso de pertencimento e identificação com um determinado país ou nação, moldando a maneira como os indivíduos se percebem e são percebidos pelo mundo. Darcy Ribeiro, em “O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil”, para fins unicamente didáticos, separa o Brasil em “brasis”, sendo eles:
Sertanejo, crioulo, caboclo, caipira e sulino.
Região Amazônica, Região Nordeste, Região Centro-Oeste e Região Concentrada.
Região Nordeste, Centro-Oeste, Norte, Sul e Sudeste.
Região Amazônia, Centro-Sul e Nordeste.
Nortista, Centro-Sulista e Leste.
A partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, houve o reconhecimento da propriedade definitiva das terras aos grupos étnico-raciais que, mediante autoatribuição, possuem uma trajetória histórica própria, relações territoriais específicas e ancestralidade negra de resistência à opressão histórica sofrida no país desde a escravidão.
A questão da consciência da identidade coletiva está presente na caracterização dos remanescentes das comunidades dos quilombos, que, em termos legais, é atestada por
pesquisa genealógica das famílias
dados biográficos de cada indivíduo
autodefinição da própria comunidade
análise prosopográfica do grupo social
estudo antropológico da cultura do povo


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I. Não existe um motivo etnográfico para que aos brasileiros viesse a caber toda a doçura, todo o mel de que a humanidade dispõe para abrandar as índoles das raças. Acreditamos, bem ao contrário, que o brasileiro, por sua falta de completa integração étnica, por sua falta de cultura forte e grandemente espalhada, por sua falta de tradições que lhe tivessem, no caminho da história, preparado uma feição própria, original, firme, segura, é, como povo, descontadas algumas qualidades dignas que possui, um dos mais indisciplinados e anárquicos do mundo.
Romero, Sílvio. Realidades e ilusões no Brasil: parlamentarismo e presidencialismo e outros ensaios. Petrópolis, Vozes, p.90.91.
II. A miscigenação: uma miscigenação logo socialmente democratizante de relações sob outro aspecto reguladas por uma estrutura nitidamente hierarquizante. No jogo entre esses contrários pode-se hoje observar, sob perspectiva histórica que a miscigenação socialmente democratizante vem se constituindo em expressão característica de um modo nacional do brasileiro ser brasileiro.
Freyre, Gilberto. Homens, engenharias e rumos sociais. Rio de Janeiro, Record, 1987, p.95.
Com base nos trechos, a respeito das interpretações sobre o processo de conformação da identidade nacional, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Em I, a configuração da identidade nacional é interpretada como decorrente da desunião dos grupos sociais e de seu caráter desobediente; ao passo que em II, a interação entre os grupos formadores do Brasil é percebida como elemento constitutivo da identidade nacional.
( ) Em I, o processo de miscigenação é compreendido como inerente à história colonial que estruturou a noção de identidade brasileira; enquanto em II, é percebido como específico do contexto democrático contemporâneo.
( ) Em ambos, o processo é compreendido pela ausência de conformidade, interpretando que a singularidade brasileira se manifesta em sua desintegração.
As afirmativas são, respectivamente,
V – V – F.
V – F – F.
V – F – V.
F – V – V.
F – F – V.
O modelo narrativo de definição das identidades reconhece os sujeitos como seres ativos do processo de construção das identidades, no qual pode haver influência de múltiplas culturas, porque há a
predominância das identidades normativas na orientação das trajetórias.
utilização de linguagem e símbolos que reproduzem a cultura normativa.
incorporação da performance para a definição da identidade coletiva.
construção ativa de significados que resultam em identidades multifacetadas.
Nessa modalidade de política, a atuação do Estado francês constituiu-se como referência internacional – o conceito de patrimônio histórico surge com a Revolução Francesa, e é a partir da França que se dissemina para outros países. Nesse tipo de política, o Estado passa a proteger o patrimônio por meio do tombamento e grandes obras e construções adquirem o estatuto de monumentos nacionais.
(Lima, Ortellado e Souza. O que são as políticas culturais? Uma revisão crítica das modalidades de atuação do Estado no campo da cultura, 2013)
Nesse mesmo sentido de proteção do patrimônio por meio do tombamento, um repositório dos bens culturais representativos da identidade nacional, foi criado(a)
a instituição das medalhas de mérito social.
a política de democratização da cultura.
o museu histórico.
a política de democracia cultural.
a ideia de museus de arte contemporânea.
Os grupos dominantes são beneficiados em termos de credibilidade e podem, com isso, controlar falas de membros de outros grupos, descredibilizando seus testemunhos com base em concepções compartilhadas de preconceito de identidade (gênero e raça). Algumas formas de preconceito tornam as declarações das pessoas menos importantes devido ao seu pertencimento a determinado grupo social. Assim, um falante recebe menos credibilidade devido ao preconceito do ouvinte.
KUHNEN, T. Resenha de The Power and Ethics of Knowing, de Miranda Fricker. Revista Princípios, n. 33, 2013.
Com base na reflexão suscitada no texto, o preconceito de identidade é responsável por um tipo de injustiça
estética, que normatiza os padrões corporais.
sensorial, que privilegia as habilidades visuais.
afetiva, que impede as expressões emocionais.
epistêmica, que prejudica as trocas informacionais.
econômica, que perpetua as desigualdades materiais.
Com base no conceito de identidade brasileira e nos processos históricos e culturais que moldaram a nação, analise as afirmativas a seguir.
I. A identidade brasileira é construída com base no princípio da participação, sendo descrita como uma “cultura da mistura”, em oposição a uma “cultura da triagem”, que se baseia na exclusão.
II. O princípio da mistura, presente na construção da identidade brasileira, se reflete na valorização de elementos de diferentes origens culturais e na celebração da diversidade como característica nacional.
III. Embora o discurso da identidade brasileira exalte a mistura, na prática, o princípio da exclusão também está presente, como demonstrado por preconceitos e desigualdades raciais, sociais e de gênero.
IV. A literatura brasileira do século XIX contribuiu para a construção de um mito de origem da nação, idealizando o brasileiro como resultado da fusão harmoniosa entre culturas indígenas e europeias.
V. A construção da identidade nacional brasileira foi um processo imediato, que não exigiu invenção ou adaptação de elementos culturais para promover uma identidade comum.
Está correto o que se afirma apenas em
I, II e IV.
I, III e IV.
II, IV e V.
I, II, III e IV.


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Como conclusão provisória, parece então que a globalização tem, sim, o efeito de contestar e deslocar as identidades centradas e “fechadas” de uma cultura nacional. Ela tem um efeito pluralizante sobre as identidades, produzindo uma variedade de possibilidades e novas posições de identificação, e tornando as identidades mais posicionais, mais políticas, mais plurais e diversas; menos fixas, unificadas ou trans-históricas.
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2011.
De acordo com o texto, o processo apresentado contribuiu para
elevar a renda da população.
abandonar os valores morais.
estabelecer a igualdade racial.
fortalecer as pautas das minorias.
inverter os fluxos das migrações.
Mariana é uma jovem que nasceu em uma cidade pequena, mas se mudou para uma grande metrópole para estudar e trabalhar. Ao longo do tempo, ela percebe que algumas de suas opiniões, hábitos e valores mudaram em comparação com aqueles que tinha na adolescência, especialmente por conviver com pessoas de diferentes origens e culturas. Ela começa a se questionar sobre quem realmente é e sobre o que define sua essência e suas crenças, sentindo-se influenciada tanto pelas lembranças da sua cidade natal quanto pelas novas experiências na cidade grande. Com base na situação de Mariana, assinale a afirmativa correta sobre o conceito de identidade.
É determinada por características biológicas e genéticas, sendo fixada desde o nascimento e independente das interações sociais ou culturais.
A identidade do indivíduo é exclusivamente definida por fatores culturais e não é influenciada por experiências pessoais ou escolhas individuais ao longo da vida.
É uma construção social e histórica, que se desenvolve ao longo do tempo e se transforma com base nas interações, experiências e mudanças de contexto vividas pelo indivíduo.
Trata-se de um aspecto estático e essencial do indivíduo, formado exclusivamente na infância, e não sofre influência das mudanças de ambiente ou novas experiências ao longo da vida.
No primeiro dia, foi colocada uma panela de barro no centro do barracão, a qual representava o espírito do morto presente na sala. Aqueles que dançavam depositavam moedas ao passarem junto dela e, ao seu redor, milho branco, mel, água, acaçás, cachaça. No segundo dia, os ogãs, antes de iniciar a cerimônia, caminharam pelo corredor formado pelas casas, batendo com longas varas de bambus nos seus beirais, até alcançarem o portão de entrada. No terceiro dia, quatro pessoas, as mais influentes do culto, carregaram um lençol, que aparentemente continha um corpo em seu interior. No entanto, esse corpo era formado por folhas verdes de plantas, que foram derramadas sobre uma pessoa.
MANZOCHI, H. M. Axexe, um rito de passagem. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, n. 5, 1995 (adaptado).
O ritual brasileiro apresentado no texto representa, para seus adeptos, a
manutenção de uma memória coletiva.
contestação de uma identidade étnica.
imolação de uma divindade africana.
legitimação de uma prática pagã.
promissão de uma revolta social.
“Com a revolução tecnológica, a transformação do capitalismo e a derrocada do estatismo, vivenciamos, no último quartel do século [XX], o avanço de expressões poderosas de identidade coletiva que desafiam a globalização e o cosmopolitismo em função da singularidade cultural e do controle das pessoas sobre suas próprias vidas e ambientes.” (Manuel Castells, O poder da identidade, [10ed. brasileira] 2021, p. 50)
Em O poder da identidade, publicado pela primeira vez em 1997 e em edições posteriores de 2004 e 2010, Manuel Castells afirma que a construção social das identidades é central para entender o mundo contemporâneo, pois este é moldado pelas tendências conflitantes do processo de globalização e das identidades locais. Sobre a compreensão de Castells sobre a relação entre formas e origens de construção de identidade e as formas de ação coletiva no mundo contemporâneo, é INCORRETO afirmar que:
identidade legitimadora é introduzida pelas instituições dominantes da sociedade no intuito de expandir e racionalizar sua dominação em relação aos atores sociais e, em seu processo constitutivo, dá origem a um conjunto de organizações e instituições, bem como uma série de atores sociais estruturados e organizados que, embora às vezes conflitantes, reproduzem a identidade que racionaliza as fontes de dominação estrutural.
A identidade de resistência é criada por atores que se encontram em posições/condições desvalorizadas e/ou estigmatizadas pela lógica da dominação, construindo, assim, trincheiras de resistência e sobrevivência com base em princípios diferentes dos que permeiam as instituições da sociedade, ou mesmo opostos a estes últimos.
A identidade de projeto está associada ao processo em que os atores sociais utilizam qualquer tipo de material cultural ao seu alcance e constroem uma nova identidade capaz de redefinir sua posição na sociedade e, ao fazê-lo, de buscar a transformação de toda a estrutura social.
O fundamentalismo religioso, o nacionalismo fundado na etnia, as comunidades territoriais e a autoafirmação nacionalista são exemplos de resistência coletiva, geralmente com base em identidades que, aparentemente, foram definidas com clareza pela história, geografia ou biologia, facilitando, assim, a “essencialização” dos limites da resistência.
Para Castells, as características de ações coletivas como os protestos classificados como movimentos sociais em rede - Occupy de 2011 nos EUA, a Revolução Egípcia de 2011 e as manifestações de junho de 2013 no Brasil, dentre outros - indicam que, na era da informação, há grande tendência de que novas identidades de projeto surjam da rearticulação das identidades legitimadoras desenvolvidas durante a era industrial.
“A construção da identidade brasileira foi marcada pela incorporação de diferentes influências culturais e pela criação de um discurso que valoriza o princípio da ____________, em oposição à segregação. Esse processo envolveu a naturalização de elementos como a figura da ____________ e ____________ religioso(a), que passaram a representar a diversidade cultural do país. No entanto, apesar de ser idealizada como uma ‘cultura da mistura’, a formação identitária brasileira também revela camadas de ____________, refletindo desigualdades raciais, sociais e de gênero.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
exclusão / mestiça / o sincretismo / igualdade
igualdade / mulata / a miscigenação / inclusão
mestiçagem / mulata / o sincretismo / exclusão
mestiçagem / mulher indígena / o distanciamento / homogeneidade


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No trecho acima, observa-se a crítica ao modelo baseado na performatividade, de Judith Butler, na definição das identidades. Essa crítica tem como contraponto o modelo narrativo que
limita a fluidez da identidade porque repete normas sociais pré-existentes.
legitima identidades por meio das narrativas das trajetórias e histórias de vida.
influencia a narrativa sobre a cultura local ao se apropriar de conceitos e reorientá-los.
estabiliza as identidades diante das mudanças no curso das trajetórias de vida.
Os pesquisadores Laplantine e Nouss afirmam que o multiculturalismo defende a coabitação e a coexistência de grupos separados e justapostos, decididamente voltados para o passado, que convém proteger do encontro com os outros.
Nesse sentido, o pensamento multicultural se opõe à maneira clássica de pensar a identidade nacional brasileira porque
aquele radicaliza o ideário antropofágico de favorecimento das hibridações e fusões.
esta defende a ideia de uma homogeneidade étnica alcançada por meio do embranquecimento.
aquele depende de uma invisibilização das diferenças étnicas e culturais da formação nacional.
esta está baseada na ideologia da mestiçagem, que valoriza misturas entre diversas matrizes culturais.
aquele pensa o país como fruto de uma formação marcada pela violência colonialista.
O conceito “identidade” atravessa uma boa parte das discussões dentro e fora das Universidades. De maneira geral, pensar sujeitos na contemporaneidade requer que pensemos as identidades que os atravessam socialmente. Pode-se afirmar que a identidade nos possibilita o reconhecimento social dos sujeitos e sua localização. Sobre tal conceito, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Diferente da ideia de que a identidade é inata aos sujeitos, argumenta-se que ela é formada ao longo da vida e desenvolvida de forma inconsciente.
( ) Identidade pode ser compreendida como o conjunto de representação simbólica atribuído socialmente a uma pessoa ou a um grupo de pessoas.
( ) As identidades são operadores teóricos conceituais usados unicamente por estudiosos para compreender seus objetos de pesquisas.
( ) O Renascentismo e o Iluminismo foram movimentos importantes para as reflexões sobre ideia de identidade em épocas posteriores.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V - V - F - F
V - V - V - V
V - V - F - V
F - V - V - F
F - F - F - V
Sobre adolescência e juventude na sociedade atual, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I - A entrada na juventude se faz pela adolescência, sendo possível a definição da idade para a sua chegada.
II - Apesar das transformações físicas que acompanham a juventude, ela é um fenômeno social e não há definições rígidas do seu começo e do seu final.
III - Diferentes contextos socioculturais determinam diferentes ritmos e vivências da adolescência.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens II e III são verdadeiros.
Nenhum dos itens é verdadeiro.
Associe os termos apresentados na coluna 1 com seu conteúdo correspondente apresentado na Coluna 2.
Coluna 1:
1.Etnia
2.Raça
3.Identidade
Coluna 2:
A.Prevê que a Administração Pública deve atender efetivamente às necessidades da população.
B.Induz que a administração pública só pode fazer o que é permitido por lei.
C.É relacionado por alguns doutrinadores com a objetividade na busca pelo interesse público.
Assinale a alternativa que apresenta a associação correta:
1C, 2A, 3B.
1A, 2C, 3B.
1C, 2B, 3A.
1B, 2A, 3C.
1B, 2C, 3A.


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