

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Acerca da estrutura urbana brasileira, da metropolização e dos desafios espaciais, julgue os itens a seguir, considerando o pensamento de Milton Santos.
I O Estado, em suas diversas instâncias, cria, normatiza, regula e financia infraestruturas para abrigar os sistemas técnicos a serviço das empresas do setor quaternário, criando condições para novas divisões territoriais do trabalho em escala intra e interurbana e beneficiando essas corporações.
II A metrópole brasileira é corporativa, fragmentada e integrada a partir de três circuitos de produção: o superior, das empresas formais locais; o inferior, do mercado informal local; e o tecnológico, das empresas do meio técnico-científico-informacional.
III Nas metrópoles, a urbanização corporativa produziu espaços urbanos corporativos como condomínios fechados, outlets, shopping centers e escritórios de coworking, condições necessárias para o trabalho presencial do setor tecnológico.
Assinale a opção correta.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item II está certo.
Apenas os itens I e III estão certos.
Apenas os itens II e III estão certos.
Todos os itens estão certos.
Ao analisar a sociedade urbana brasileira, Otávio Velho defende que os conflitos nas grandes cidades não se restringem às desigualdades econômicas. A modernização urbana e a pluralização de estilos de vida produzem disputas simbólicas e identitárias entre grupos sociais que compartilham o mesmo espaço, mas operam com valores, projetos e referências culturais distintas.
De acordo com a perspectiva de Otávio Velho,
a desigualdade de renda constitui o núcleo dos conflitos urbanos, uma vez que limita o acesso a bens e serviços, enquanto as divergências culturais e identitárias tendem a se reorganizar conforme as posições econômicas ocupadas pelos indivíduos.
a ampliação do consumo, da escolarização e do acesso às tecnologias digitais contribui para homogeneizar práticas culturais nas metrópoles, reduzindo progressivamente tensões simbólicas entre grupos sociais distintos.
a modernização das cidades brasileiras reorganiza espacialmente as diferenças sociais, mas não produz novas formas de conflito, pois a convivência urbana tende a gerar adaptação mútua entre os diversos estilos de vida.
conflitos urbanos podem envolver disputas simbólicas e culturais, como embates em torno de estilos musicais, usos diferenciados do espaço público e tensões entre moradores de condomínios fechados e populações de periferia, revelando divergências morais e identitárias que ultrapassam a dimensão estritamente econômica.
conflitos urbanos expressam principalmente dificuldades de inserção produtiva e baixa mobilidade ocupacional, sendo as diferenças culturais manifestações superficiais de uma estrutura econômica insuficientemente integrada.
A ideia de êxodo urbano assume ares caricaturais. Pega a mais reduzida parte da pirâmide social e projeta para todos seus desejos defensivos. Se o êxodo urbano for compreendido como aquisição de uma segunda residência, então não estamos, de fato, falando de êxodo, mas da reversão de um excedente de renda de uma pequena fração da elite para as franjas metropolitanas. Se o êxodo urbano for compreendido como retorno aos municípios menos povoados, então não estamos, de fato, falando de êxodo urbano, mas de um movimento de migração de pessoas cuja estabilidade no emprego e a elevada renda lhes permitem simular, nas ilhas urbanas do interior agropecuário, a vida urbana metropolitana.
ARRAIS, T. A. O distópico êxodo urbano. Revista e, n. 11, maio 2021 (adaptado).
A crítica apresentada no texto evidencia uma dinâmica socioespacial marcada pela
valorização de tradições rurais.
redução de plantações agrícolas.
estagnação de atividades comerciais.
precariedade de infraestruturas rodoviárias.
seletividade de deslocamentos populacionais.
Nas últimas décadas, o meio rural e o urbano sofreram transformações significativas que devem ser entendidas com base na dinâmica e estrutura demográfica do Brasil. Em relação a essas mudanças, é correto afirmar que:
o crescimento da população ocupada na agropecuária ocorreu notadamente na pequena propriedade familiar, que é intensiva em mão de obra;
segundo os últimos levantamentos censitários, a mão de obra no campo aumentou drasticamente desde os anos 1990, com o crescimento do setor agropecuário;
as mulheres e os jovens estão mais dispostos a permanecer nas áreas rurais, já que se tata de grupos não favorecidos pelo mercado de trabalho nos grandes centros urbanos;
entre 2006 e 2017, a população ocupada reduziu-se em 1,5 milhão, em virtude de dois fatores centrais: redução da fecundidade nas áreas rurais e permanência dos fluxos migratórios rural-urbano;
entre os três últimos censos agropecuários (1995, 2006 e 2017), a população ocupada aumentou no Centro-Oeste, acompanhando a expansão da moderna agricultura, mas diminuiu nas demais regiões do país.
Henri Lefebvre (1991) aponta que o planejamento urbano e o urbanismo acabam por focalizar problemas das cidades, tais como os relacionados às redes de circulação e de consumo, a partir de uma racionalidade estritamente técnica, deixando de lado
(LEFEBVRE, H. O Direito à Cidade. Trad. de Eduardo Frias. São Paulo: ed. Moraes, 1991)
os aspectos espaciais da organização de centros urbanos.
as necessidades urbanas do comércio e da indústria.
o zoneamento urbano denominado “monofuncional”.
a divisão entre moradia, trabalho, lazer e circulação.
a sociedade urbana livre e democraticamente densa.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
A mobilidade urbana é uma questão social para a qual os gestores urbanos brasileiros têm dado mais importância nos últimos anos, até como resultado da pressão de numerosos segmentos da sociedade civil organizada. Dentre os fatores envolvidos na mobilidade urbana, destaca-se o esforço de
combater toda forma de violência contra minorias.
reduzir as desigualdades e promover a inclusão social.
criar mecanismos que centralizem a gestão pública.
promover a igualdade étnico-racial nos centros urbanos.
buscar recursos financeiros para combater o racismo.
Manuel Castells (2009) ressalta que a forma espacial de uma sociedade está profundamente ligada aos processos de seu próprio desenvolvimento. Para compreender as cidades, Castells (2009) aponta que é preciso inicialmente compreender os processos por meio dos quais as formas espaciais são criadas e modificadas.
Segundo as concepções de Manuel Castells,
o layout das cidades expressa a harmonia entre os grupos sociais.
o espaço urbano é dividido entre as classes sociais com equidade.
os processos urbanos são uma extensão dos processos biológicos.
a vida cotidiana no espaço urbano é semelhante à vida no espaço rural.
o ambiente urbano representa simbolicamente as várias forças sociais.
Observe a imagem a seguir:

Disponível em: <https://raizesds.com.br/pt/> Acessado em: 20 de set. 2024.
Várias análises podem ser elaboradas com base na imagem. No entanto, um tema se torna central e pode ser compreendido como a(o,as)
disputa por territórios na região urbana de países desenvolvidos.
desigualdade arquitetônica das grandes metrópoles no mundo.
aumento da população provocada pela equidade socioeconômica.
diferenças socioeconômicas entre as classes sociais de um país.
crescimento dos territórios habitáveis e utilizados pela população.
Observe a imagem a seguir.

Em 2017, o Cais do Valongo, situado no Rio de Janeiro, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
A respeito desse título, é correto afirmar que
o reconhecimento do valor universal do espaço simboliza sua importância como testemunho de eventos globais que transcendem fronteiras nacionais.
a afirmação do valor do espaço enaltece a habilidade e a capacidade humana de intervir transformando seu meio ambiente.
a identificação do Valongo como paisagem natural o interpreta como símbolo da memória nacional para a preservação e celebração da herança e identidade do país.
a aceitação do espaço de memória como espaço ao ar livre implica na restrição da interferência de ações de musealização, visando garantir o acesso universal a todos.
a declaração como patrimônio imaterial, por ressaltar um passado não documentado, revela a proteção internacional dos saberes e tradições que foram transmitidos pelos escravizados.
No livro O patrimônio em processo: Trajetória da política federal de preservação no Brasil, Maria Cecília Fonseca (2005) apresenta, entre outros temas, uma análise da história institucional da preservação do patrimônio sobre a qual a autora:
argumenta que o maior desafio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) é promover os direitos culturais plenos da sociedade usufruindo de/promovendo a parceria com uma política estatal de preservação.
critica a presença de múltiplos interesses relacionados à política de preservação, por considerá-los desviantes, no que se refere ao estabelecimento de uma política nacional efetiva direcionada ao patrimônio cultural.
defende o papel exclusivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), enquanto articulador e propositor de uma política oficial de preservação do patrimônio nacional.
apresenta a tese de que caberia ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), de modo exclusivo, proceder à valorização técnica do patrimônio já tombado; bem como conceber e consolidar novos significados socioculturais do patrimônio.
baseando-se na trajetória ideológica e historiográfica da preservação de alguns países do Ocidente, estabelece pressupostos para definição de sujeitos e objetos que deverão ser contemplados pelo/no patrimônio cultural brasileiro.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Os debates sobre a relação entre o campo e a cidade no contexto do capitalismo moderno têm se preocupado sobre as diferenças e proximidades entre esses dois espaços geográficos. As explicações mais disseminadas no campo dos estudos rurais compreendem a articulação entre rural e urbano a partir de uma relação de
exclusão, que determina o rural como o que não é urbano e vice-versa.
continuum espacial entre rural e urbano, em constante transformação.
dependência, onde o urbano depende do rural para sobreviver.
organização política e administrativa, definida pelo Estado.
absorção do rural pelo urbano, em função da modernização da sociedade.
I. Observe a imagem a seguir sobre os impactos da expansão urbana em São Luís do Maranhão, destacando as palafitas e favelas no primeiro plano em contraste com os prédios modernos ao fundo.

Fonte: https://images.cnrs.fr/en/photo/20170004_0002
II. Leia a definição do processo exemplificado pela imagem:
“Tal como empregada nas ciências sociais, essa noção designa processos pelos quais determinados grupos sociais se separam uns dos outros, evitando o convívio e a interação, materializando espacialmente as relações desiguais entre os grupos implicados”.
A imagem e o texto exemplificam a noção de
assimetria social.
conflito de classe.
regime de apartheid.
discriminação racial.
segregação residencial.
Na coletânea Ensaios e Discussões sobre o déficit habitacional no Brasil, organizada por Eleonora Cruz Santos e publicada em 2022 pela Fundação João Pinheiro, na seção intitulada “Carências de infraestrutura dos domicílios e a agenda urgente de ampliação dos investimentos em infraestrutura no Brasil”, Paulo Coelho Ávila trata de problemas relacionados à infraestrutura urbana. Segundo o autor, o problema que mais contribui para a inadequação de domicílios é a
carência de saneamento básico.
precariedade do transporte coletivo.
inexistência de comércio local.
fragilidade dos serviços de saúde.
ausência de escolas públicas.
Pesquisadores de sociologia urbana no Brasil se debruçaram, a partir dos anos 1960, sobre o problema da migração da população rural para as grandes cidades, formando as periferias e favelas que hoje conhecemos. Contrapondo-se às teorias que explicavam o fenômeno a partir de aspectos culturais – como a teoria da “cultura da pobreza” de Oscar Lewis – esses pesquisadores buscaram comprovar que
pobreza e a exclusão social são resultado da falta de valores modernos entre os moradores de favela.
políticas de desenvolvimento social são capazes de “modernizar” tais territórios, tornando-os prósperos.
favelas e periferias são reminiscências do rural na cidade e, portanto, seus habitantes não compartilham dos mesmos valores de quem já nasceu no espaço urbano.
pobreza e a exclusão social são resultado da falta de políticas públicas que regulem a ocupação dos espaços e cobre as taxas devidas.
moradores de favelas e periferias compartilham dos “valores urbanos”, como individualidade, progresso econômico e liberdade.
Na coletânea E Discussões sobre o déficit habitacional no Brasil, organizada por Eleonora Cruz Santos e publicado em 2022 pela Fundação João Pinheiro, são apresentadas reflexões sobre a situação habitacional no Brasil e na América Latina. Em especial, na seção intitulada “O déficit habitacional: aperfeiçoamentos, desafios e políticas”, Frederico P. Martins Ferreira analisa a questão habitacional e apresenta críticas e sugestões metodológicas, ressaltando pontos ou aspectos da questão que devem ser considerados nas análises sobre esse deficit. Dentre tais pontos, destaca-se a
necessidade de uma política universal para o cálculo do deficit habitacional.
dissociabilidade entre direitos sociais da população e necessidades habitacionais.
facilidade de definir indicadores para o cálculo de necessidades habitacionais.
irrelevância do ciclo de vida dos indivíduos para o cálculo do deficit habitacional.
fluidez natural das necessidades habitacionais da população ao longo do tempo.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
O processo de urbanizacão intensificou-se, no mundo todo, depois do ano de 1800, a maior parte das famílias se estabeleceu em centros urbanos por conta das maiores oportunidades e melhores condições de vida. Porém o esse processo possui alguns pontos negativos, como:
O aumento da taxa de natalidade.
O êxodo rural.
A favelizacão.
O fordismo.
A diminuição de produções naturais.
Ali tudo foi, nada é. Não se conjugam verbos no presente. Tudo é pretérito. Umas tantas cidades moribundas arrastam um viver decrepito, gasto em chorar na mesquinhez de hoje as saudosas grandezas de dantes. Pelas ruas ermas, onde o transeunte é raro, não matracoleja sequer uma carroça; de há muito, em matérias de rodas, se voltou aos rodízios desse rechinante símbolo do viver colonial – o carro de boi. Erguem-se por ali soberbos casarões apalaçados, de dois e três andares, sólidos como fortalezas, tudo pedra, cal e cabiúna, o sangue, a vida para sempre refugiram. Vivem dentro, mesquinhamente, vergônteas mortiças de famílias fidalgas, de boa prosápia entroncada na nobiliarquia lusitana. Pelos salões vazios, cujos frisos dourados se recobrem da patina dos anos e cujo estuque, lagarteado de fendas, esboroa à força de goteiras, paira o bafio da morte. Há nas paredes quadros antigos, crayons, figurando efigies de capitães-mores de barba em colar. Há sobre os aparadores Luiz XV brônzeos candelabros de dezoito velas, esverdecidos de azinhavre. Mas nem se acendem as velas, nem se guardam os nomes dos enquadrados – e por tudo se agruma o bolor rancido da velhice. São os palácios mortos da cidade morta. (LOBATO, Monteiro. Cidades Mortas. São Paulo: editora brasiliense, 1972, p. 3)
O trecho de Monteiro Lobato aponta para alguns dilemas desse fenômeno das cidades. A questão urbana atravessa inúmeras abordagens sociológicas. Quanto ao tema da cidade, é CORRETO afirmar:
Em Max Weber, a cidade ocidental é caracterizada pelo acúmulo de diferentes funções de regulamentação da vida econômica, política e cultural dos cidadãos. Não é apenas as cidades ocidentais que reúnem tais características.
Em Manuel Castells, para se pensar a cidade, exigiria uma separação clara entre a análise do espaço urbano e as lutas sociais e processos políticos.
Em Georg Simmel, a grande cidade será o lugar da criação de condições psicológicas para a diminuição dos estímulos nervosos dos indivíduos que moram na metrópole.
Em Zygmunt Bauman, um dos traços da cidade contemporânea é a crescente sensação de medo e insegurança, bem como o afastamento em relação às localidades e às pessoas fisicamente vizinhas, mas social e economicamente distantes.
Em Pierre Bourdieu, a análise em torno da cidade surgirá a partir do debate dos chamados efeitos de lugar, ou seja, o urbano está livre dos efeitos de naturalização, no qual as diferenças produzidas pela lógica histórica podem parecer surgidas da natureza das coisas.
Em pouco mais de uma geração a partir dos meados do século XX, o Brasil se transformou de um país predominantemente agrário, em um país virtualmente urbanizado.
(DEÁK e SCHIFFER, 2015, p. 11.)
Dentre os elementos centrais para o início do processo de urbanização no Brasil, pode-se destacar:
Vinda da família real para o Brasil e promulgação da Lei de Terras.
Criação do Plano Nacional de Saneamento e o Serviço Federal da Habitação e Urbanismo.
Vinda da família real para o Brasil e promulgação da Lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil.
Promulgação da Lei de Terras e a Lei Eusébio de Queirós, decretando a abolição do tráfico negreiro no Brasil.
Aquilo que nas últimas décadas tem sido denominado planejamento urbano (e que nas décadas de 1930 e 1940 se chamava urbanismo) é a ação do Estado sobre a organização do espaço intraurbano.
(VILAÇA, 2015, p. 173.)
Um aspecto importante dentro do planejamento urbano é a distinção entre plano e projeto. São consideradas características presentes no plano, EXCETO:
Abrangência de todo o espaço urbano.
Abrangência circunscrita ao objeto de intervenção e diagnóstico.
Continuidade de execução e necessidade de revisões e atualizações.
Interferência da ação sobre a maioria ou grande contingentes da população.
A parcela mais expressiva da transição rural-urbana no Brasil ocorreu entre 1960 e 1991, de acordo com os dados do IBGE. Sobre esse assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Nas décadas de 1960 e 1970, mais de 31 milhões de indivíduos abandonaram o campo.
II. Os migrantes rurais compuseram os extratos mais altos das ocupações urbanas.
III. A modernização agrícola brasileira, intensificada a partir de 1960, resultou no aumento de concentração de terra e na expulsão violenta de pequenos produtores familiares em áreas de fronteira agrícola como Centro-Oeste e Norte.
IV. Na modernização agrícola brasileira, ocorreu maior distribuição de terra, principalmente no Centro-Oeste e no Norte, que passaram a utilizar menos mão de obra por conta da mecanização.
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas I e II.
Apenas II e IV.
Apenas I e III.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.