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Segundo Pressman (2016), Theo Mandel, em seu livro sobre...

Segundo Pressman (2016), Theo Mandel, em seu livro sobre projeto de interfaces com o usuário, cunha três regras de ouro para projetos de interface: deixar o usuário no comando, reduzir a carga de memória do usuário, tornar a interface consistente. Essas regras formam, na verdade, a base para um conjunto de princípios para o projeto de interfaces com o usuário. NÃO é um dos princípios que deva ser considerado durante o projeto de interface com o usuário, segundo Mandel:


A

Permitir ao usuário inserir a tarefa atual em um contexto significativo, para que ele possa determinar de qual tarefa ele veio e quais alternativas existem para a transição para uma nova tarefa.


B

Projetar a interface para interação direta com os objetos que aparecem na tela, para que o usuário tenha a sensação de controle similar à que teria com um objeto físico.


C

Definir modos de interação para não forçar o usuário do software a realizar ações desnecessárias ou indesejadas.


D

Basear o layout visual da interface na metáfora do mundo real, para permitir ao usuário se apoiar em indicações visuais compreensíveis, em vez de ter de memorizar uma sequência de interações misteriosas.


E

Revelar o máximo informações que couber na tela, isto é, de forma a não as liberar de maneira progressiva, para não frustar as expectativas do usuário.