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Philips (2003) elenca alguns tipos de membros de equipe que são conflitantes, e que, diante disso, o gerente de projeto terá que ser diplomático para manter a equipe no caminho certo para a conclusão do projeto. Os tipos conflitantes relatados pelo autor estão relacionados abaixo, EXCETO:
Os que fogem: são membros da equipe que não gostam de confronto em nenhum nível e por isso relutam em dar opinião ou sugestões. Eles devem ser os primeiros a ser inquiridos pelos gerentes (numa reunião em que há a necessidade da exposição de sugestões) para incentivá-los a se envolver no projeto.
Os que agridem: são membros da equipe que adoram discutir e, em geral, têm opiniões opostas à opinião popular. Para obter resultados desses membros, deve-se pedir a opinião, antes de aceitar sugestões dos outros membros, e pedir a eles que expliquem sua posição em raciocínio claro e preciso.
Os militantes: são membros da equipe que têm como objetivo transformar toda reunião em palanque para seus feitos. Podem ser tecnicamente competentes, mas possuem pouca habilidade interpessoal. Deve-se evitar dar voz a esse tipo de personalidade e contê-lo para desenvolver atividades estritamente operacionais.
Os que pensam: são membros da equipe considerados sábios. Normalmente, ficam quietos durante o processo de tomada de decisão e dão sua opinião com base no que foi discutido. Deve-se trabalhar com esses pensadores durante a discussão se achar que eles podem contribuir desde o início do processo.
Os idealistas: são membros da equipe que, em geral, são bem treinados em tecnologias, mas têm pouca experiência prática na implementação de um projeto. Devem ser orientados e normalmente são abertos ao aprendizado e ávidos por oferecer soluções para o projeto.