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Considere uma rede MPLS que utiliza LDP (Label Distribution Protocol) para a distribuição de rótulos e engenharia de tráfego para otimizar o fluxo de dados entre diversos pontos de extremidade.
Essa rede é projetada para suportar aplicações críticas que exigem QoS (Quality of Service) diferenciada, incluindo VoIP (Voice over IP) e streaming de vídeo.
Com base nesta configuração, assinale a opção que descreve corretamente a aplicação de políticas de engenharia de tráfego e a seleção de caminhos em um ambiente MPLS, considerando os objetivos de desempenho e a eficiência da rede.
A engenharia de tráfego em MPLS não afeta a QoS, já que o LDP foca apenas na distribuição de rótulos, ignorando a latência ou perda de pacotes.
MPLS utiliza engenharia de tráfego para priorizar aplicações como VoIP, usando LSPs para assegurar QoS e otimizar a largura de banda.
O LDP em MPLS automaticamente escolhe caminhos de menor latência para todas as aplicações, eliminando a necessidade de engenharia de tráfego extra.
A seleção de caminhos por LDP em MPLS é aleatória, com engenharia de tráfego aplicada apenas para pequenos ajustes, sem grande impacto na QoS.
Engenharia de tráfego em MPLS cria LSPs com QoS única, direcionando todo o tráfego pelo mesmo caminho, independentemente de sua sensibilidade à latência ou perda de pacotes, otimizando apenas a largura de banda.