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A área de segurança do TJMS utilizou uma ferramenta automatizada para procurar vulnerab...

A área de segurança do TJMS utilizou uma ferramenta automatizada para procurar vulnerabilidades nos ativos de rede do Tribunal. A ferramenta gerou um relatório que foi entregue para a área de infraestrutura e redes. Esta, após analisar o teor do relatório, agradeceu a atitude proativa da área de segurança, mas decidiu não adotar nenhuma ação, no momento, por estar atuando em outras atividades prioritárias.


A decisão da área de infraestrutura e redes estaria correta se as vulnerabilidades registradas:


A

estivessem presentes na avaliação e testes de segurança (ATS) realizados durante o processo de avaliação de riscos e ressurgissem;


B

representassem zero day, razão pela qual não precisariam ser tratados com prioridade;


C

representassem uma falha de configuração crítica que a equipe repararia assim que possível;


D

representassem falsos positivos em decorrência de uma configuração requerida por seu ambiente;


E

representassem propriedades extrínsecas do ativo, razão pela qual não precisariam ser consideradas.