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A Divisão de Redes do Tribunal Regional Federal da Primeira Região identificou que sua rede local estava com queda em sua performance em virtude de loops na rede, mesmo trabalhando com o protocolo Spanning Tree.
A Divisão de Redes chegou corretamente à possível conclusão de que:
como as bridges transmitem as informações por multicast para seus vizinhos, apenas um pequeno grupo recebia a nova informação de configuração da topologia;
o protocolo Spanning Tree pode ter sido desabilitado involuntariamente, não permitindo uma atualização da árvore em virtude de possíveis atualizações na topologia da rede;
mesmo usando a Spanning Tree, havia caminhos redundantes, e com isso todas as portas estavam no estado desativado para a utilização do protocolo;
os switches entraram em modo promíscuo e com isso passaram a executar o algoritmo Spanning Tree localmente, disponibilizando a informação para todos os elementos da rede;
na bridge, o frame BPDU estava utilizando o endereço único MAC multicast da porta como endereço de origem, e o endereço de destino era o endereço MAC unicast da Spanning Tree.