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O analista Micael está trabalhando em um projeto de automação de infraestrutura para uma grande empresa de tecnologia. Ele decidiu utilizar o Ansible para automatizar a implantação e configuração de servidores na nuvem, visando a melhorar a eficiência e a consistência dos ambientes de computação. Ao configurar seus playbooks no Ansible, ele se deparou com um desafio relacionado à melhor prática para garantir que os scripts sejam idempotentes e reutilizáveis em diferentes ambientes de nuvem.
A melhor prática a ser adotada pelo analista Micael é:
utilizar comandos shell e scripts personalizados dentro dos playbooks para instalação de pacotes e serviços;
utilizar hardcoding de senhas e chaves de API diretamente nos playbooks do Ansible;
evitar o uso de variáveis e templates para configurar os serviços, optando por valores fixos nos playbooks;
utilizar módulos específicos de provedores de nuvem para criar e gerenciar recursos, evitando a abstração;
empregar roles e variáveis para modularizar os playbooks, facilitando a reutilização e a customização em diferentes ambientes.