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A acessibilidade digital em ambientes educacionais deve ser concebida como dimensão ética, técnica e pedagógica da inclusão. Com base nas Diretrizes para Acessibilidade na Web (WCAG 2.1), nos princípios do Design Universal e nos marcos legais brasileiros (Lei Brasileira de Inclusão), qual alternativa expressa de forma mais acurada as exigências e implicações dessa abordagem?
A acessibilidade digital refere-se exclusivamente à tradução de conteúdos em Libras, não se aplicando a outras deficiências sensoriais ou cognitivas.
A conformidade com os princípios do Design Universal implica padronização rígida dos layouts educacionais, dificultando a personalização dos conteúdos.
As exigências legais sobre acessibilidade digital restringem-se ao setor público, sendo opcionais para plataformas educacionais utilizadas em redes privadas.
A acessibilidade digital, ao ser transversal às práticas, exige desenvolvimento de recursos compatíveis com múltiplas deficiências, respeitando critérios de usabilidade.
As adaptações de acessibilidade devem ocorrer apenas quando houver aluno com deficiência, não sendo necessárias na configuração padrão das plataformas.