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Na criptografia de chave única ou simétrica, o tamanho da chave não é importante no processo de cifrar porque a segurança está embutida no ocultamento do código contra criptoanálise.
DB2 provê funções que podem ser usadas para criptografar dados sensíveis. Os dados criptografados devem ser armazenados em colunas definidas como varchar for bit data.
A criptografia simétrica é a mais indicada para uso por um grupo de pessoas que necessita trocar mensagens de forma segura, pois facilita o compartilhamento da chave.
O protocolo HTTP tem dois mecanismos de autenticação: basic e digest. No basic, a senha não é criptografada, apenas codificada em base64.
Em 2001, o NIST − National Institute of Standards and Technology lançou um algoritmo de criptografia como um padrão federal de processamento de informações. O algoritmo proposto com um tamanho de bloco de 128 bits e suporte para tamanhos de chave de 128, 192 e 256 bits foi o
Triple Data Encryption Standard.
Advanced Encryption Standard.
Wired Equivalent Privacy.
Wireless Application Protocol.
Data Encryption Standard.
No certificado padrão X.509, o campo issuer contém
a versão do X.509.
o algoritmo usado para assinar o certificado.
a entidade cuja chave está sendo certificada.
a assinatura do certificado.
o nome X.500 da autoridade certificadora.
É dispensável a adição de códigos de autenticação de mensagens a criptogramas, uma vez que ela não agrega segurança.
No serviço de autenticação Kerberos, os usuários utilizam técnicas de criptografia de chaves simétricas nas comunicações com uma central de distribuição de chaves.
No processo de assinatura digital de uma mensagem, tanto a mensagem quanto a assinatura podem ser alteradas durante sua tramitação na rede para aumentar a segurança.
Em uma infra-estrutura de chaves públicas, um certificado é uma estrutura de dados que vincula a chave privada de uma entidade à identidade verificada dessa entidade.
Os sistemas de criptografia simétrica utilizam apenas uma chave, que é usada tanto para cifração quanto para decifração.
Para criar uma assinatura digital para uma mensagem, podese usar uma função hash para calcular um valor a partir do conteúdo da mensagem e criptografar esse valor usando-se a chave pública de quem enviou a mensagem. A partir desse valor é possível, na recepção, verificar por quem a mensagem foi remetida e se a mensagem recebida é diferente da enviada.
O padrão avançado de criptografia AES (advanced encryption standard) é um algoritmo de chave simétrica que processa dados em blocos de 128 bits e pode funcionar com chaves de 128, 192 e 256 bits de comprimento.
Na criptografia simétrica, o emissor e o receptor usam duas instâncias da mesma chave para cifrar e decifrar. Nesse tipo de criptografia, a chave deve ser mantida em segredo e protegida, pois a posse da chave possibilita decifrar mensagens cifradas com essa chave. Esse tipo de criptografia provê autenticação, pois, se duas pessoas usam a mesma chave, há como provar quem enviou cada mensagem.
Uma condição necessária para a segurança de uma função de hash e seu respectivo uso em assinaturas digitais é a inexistência de colisões.
Certo
Errado
O algoritmo de resumo de mensagem SHA-1 (secure hash algorithm) é considerado mais seguro do que o MD5 (message digest).
Existem vários tipos de certificação digital. A diferença entre elas pode estar no custo-benefício, em que as de maior custo também são as mais seguras. São tipos de certificados:
Um algoritmo de chave pública muito forte, cuja desvantagem é exigir chaves de pelo menos 1024 bits para manter um bom nível de segurança, quando comparado com os 128 bits usados pelos de chave simétrica, é o
SHA-1.
DES.
RSA.
Rijndael.
AES.
O esquema OAEP apresenta segurança demonstrável no caso em que utiliza o RSA, devido às propriedades deste último.