Em um projeto de veículos autônomos, o tempo de resposta para a tomada de decisão (latência) deve ser mínimo. Para isso, o processamento dos dados dos sensores não ocorre em um data center centralizado a milhares de quilômetros, mas sim em pequenos centros de dados localizados fisicamente próximos às rodovias.
Na situação apresentada, a arquitetura é um exemplo de
A
backup WORM de latência, que garante que o tempo de resposta do servidor nunca possa ser alterado por hackers.
B
overfitting de nuvem, onde o servidor tenta predizer a trajetória do veículo através do processamento de atributos data-* personalizados de um arquivo HTML.
C
edge computing (computação de borda), que aproxima a capacidade de processamento da fonte geradora de dados para reduzir a latência.
D
arquitetura de malha aberta (open-loop), que prioriza a redução da latência ao desativar os sensores de retroalimentação, impedindo que o veículo corrija sua trajetória em tempo real.
E
progressive cloud, que converte os sinais de trânsito em ícones de aplicativos PWA para facilitar a leitura por câmeras.
Uma Secretaria da Fazenda está modernizando seu data center para suportar a crescente demanda por serviços digitais e a migração de cargas de trabalho para a nuvem. A infraestrutura de rede atual, baseada em dispositivos físicos dedicados (switches, roteadores, firewalls) com configuração manual, apresenta baixa agilidade para provisionar novos serviços e dificuldade em implementar políticas de segurança. A equipe de infraestrutura de TI está estudando a Software-Defined Networking (SDN) como possível solução, uma vez que tem como característica arquitetônica
A
a capacidade de virtualizar servidores e criar máquinas virtuais sob demanda, reduzindo a necessidade de hardware físico no data center.
B
o uso de disposilivos de rede de úllima geração (hardware-based) com malor capacidade de processamento, substituindo os equipamentos antigos por modelos mais rápidos.
C
a separação entre o plano de controle e o plano de dados, com uma controladora centralizada que gerencia a rede via software e programa os dispositivos de forma dinâmica.
D
a implementação de redes overlay baseadas em protocolos de tunelamento tradicionais, sem alterar a infraestrutura de rede física subjacente.
E
a terceirização completa da operação da rede para um provedor de serviços gerenciados, que ficaria responsável por toda a configuração e manutenção dos equipamentos.