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A arquitetura ePING considera, como meio de acesso, que todos os sistemas de informação de governo deverão ser acessíveis por meio de tecnologia puramente proprietária, pois entende-se que os softwares pagos são mais seguros.
Certo
Errado
Cláudio está implementando a arquitetura e-Ping, para padrões de interoperabilidade de serviço do Governo Eletrônico. Dentro da Camada de Aplicação, ele está implementando o componente dos Protocolos de Sinalização. Qual protocolo é adotado para essa finalidade pela arquitetura e-Ping?
FTP
DNS
IETF
LDAP
SIP
O e-PING é um documento de referência sobre os padrões de interoperabilidade de governo eletrônico, que, em uma das suas segmentações, descreve padrões de segurança. Para a transferência de dados em redes inseguras, o padrão recomendado é o
TLS (Transport Layer Security).
SHA512.
AES.
MD5.
3DES.
A ePING é uma estrutura básica de interoperabilidade entre órgãos do governo federal, restrita e obrigatória ao Poder Executivo.
Certo
Errado
Segundo a ePING, a interoperabilidade não envolve elementos técnicos, semânticos nem organizacionais, embora constitua políticas gerais direcionadoras dessas dimensões.
Certo
Errado
As boas práticas da gestão dos controles de acesso lógico de uma organização incluem atribuir direitos de acesso aos usuários, conforme necessidades reais de seu trabalho ou cargo, disponibilizar contas de usuários apenas a pessoas autorizadas, armazenar senhas criptografadas e usar técnicas visíveis de identificação.
Certo
Errado
Acerca das políticas gerais dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (ePING), assinale a alternativa correta.
A ePING define que serão adotados exclusivamente padrões abertos nas especificações técnicas, visando garantir a máxima interoperabilidade entre os sistemas de informações governamentais.
A implementação dos padrões de interoperabilidade deve utilizar software público e/ou software livre, quando não houver equivalente de mercado, a um custo acessível dentro do orçamento recomendado pela Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp)
A Lei de Acesso à Informação (LAI) reforça o uso da interoperabilidade quando houver publicidade dos dados, sendo regra o sigilo da informação até que seja feito um pedido de acesso à informação, que será entregue em formato interoperável.
Todas as especificações contidas na ePING devem evitar contemplar soluções amplamente utilizadas pelo mercado. O objetivo a ser alcançado é minimizar o uso de mecanismos populares que tenham suas falhas de segurança já conhecidas, podendo expor brechas para invasão nos serviços dos sistemas de informações governamentais.
A interoperabilidade na prestação dos serviços de governo eletrônico deve considerar o nível de segurança requerido pelo serviço, com a máxima transparência.
O governo brasileiro elaborou o modelo de acessibilidade do governo eletrônico, de forma a facilitar o acesso para todas as pessoas. Dentre as medidas sugeridas pelo Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico versão 3.0, consta:
melhorar o acesso a pessoas com deficiência através do acesso ao computador sem mouse.
aprimorar os padrões Web estabelecidos pela W3C para melhorar o acesso de pessoas com deficiência.
automatizar as avaliações de acessibilidade removendo a validação manual e mitigando potenciais pontos de falha.
limitar o uso de funções da página por meio do teclado para evitar exclusão de usuários com deficiência motora.
fomentar o uso de tabelas para diagramação, de forma a padronizar o estilo das páginas.
A arquitetura de padrões de interoperabilidade de Governo Eletrônico (ePING) é definida corretamente como aquela que:
especifica os padrões arquiteturais de sistemas distribuídos, protocolos de comunicação e ferramentas de desenvolvimento que devem ser utilizados visando o intercâmbio de informações entre os Poderes e esferas de governo e sistemas de terceiros que interajam com órgãos públicos.
define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação no Governo Federal, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.
recomenda um conjunto de componentes e serviços que devem constituir uma arquitetura orientada a serviços para o envio de mensagens entre sistemas dos diversos Poderes e esferas do governo, incluindo as APIs de fornecimento de serviço a aplicações e sistemas desenvolvidos pela sociedade em geral.
detalha os protocolos e formatos de mensagens para garantir a interoperabilidade entre sistemas de Governo Eletrônico, levando em conta mecanismos seguros que consideram criptografia fim-a-fim para a troca de mensagem, evitando o vazamento ou interceptação do conteúdo das comunicações.
propõe um conjunto de mecanismos para armazenamento de arquivos em formatos intercambiáveis, permitindo o armazenamento seguro em ambientes de computação em nuvem pública ou privada.
A nova era da comunicação por meio da internet possibilitou o estabelecimento da democracia digital uma vez que esta forma de comunicação permite e facilita a maior participação da população. Nesse cenário, no Brasil existe o Portal da Transparência, cuja finalidade principal de uso é
criar um espaço de discussão e propor ideias para o poder executivo.
disponibilizar acesso gratuito para o cidadão reclamar e opinar sobre a atuação do governo.
possibilitar o acompanhamento da utilização dos recursos do governo.
disponibilizar serviço online para a solução de problemas de dívidas com o governo.
servir de canal ao cidadão para a requisição de algum serviço público.
A Portaria SLTI/MP nº 92/2014 instituiu a arquitetura Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (ePING). Essa arquitetura, em sua versão 2018, disponível no endereço eletrônico <<<http://eping.governoeletronico.gov.br/>>, adotou um padrão de formação de endereços de Correio Eletrônico para Caixas Postais Individuais. Para efeito da resolução dessa questão, considere exclusivamente os seguintes dados fictícios:
Nesse caso, segundo o ePING, o endereço de correio eletrônico padrão desse servidor, no âmbito da SPE, deveria ser:
De acordo com as recomendações da ePING, um sistema não necessita trocar informações com a sociedade, pois a premissa é que haja interoperabilidade na prestação dos serviços de governo eletrônico com elevado nível de segurança, ou seja, a troca deve restringir-se aos poderes e esferas de governo.
Certo
Errado
De acordo com os Padrões Web em Governo Eletrônico existem inúmeros métodos de análise de usabilidade, incluindo métodos de investigação, teste com usuários e métodos de inspeção. Dentre os métodos de inspeção estão
Percurso Cognitivo, Avaliação Heurística e Inspeção de padrões.
Análise de logs de usuários, Entrevistas e Questionários.
Arranjo de cartões, Experimento Controlado e Inspeção Heurística.
Entrevistas, Brainstorm e Registro de ações.
Experimento Controlado, Co-descoberta e Grupo de Discussão Dirigida.
De acordo com os padrões de interoperabilidade de governo eletrônico (ePING) no que concerne à especificação técnica em relação à segurança no desenvolvimento de sistemas, o componente Navegadores, cuja especificação é somente utilizar testemunhas de conexão de caráter permanente (cookies) com a concordância do usuário, possui nível de situação
adotado (A).
recomendado (R).
negado (N).
em transição (T).
em estudo (E).
No que se refere ao design ou programação visual do site, os padrões web de acessibilidade em Governo Eletrônico recomendam
priorizar a qualidade dos elementos gráficos, mesmo que aumente consideravelmente o tempo de carregamento.
alinhar textos à esquerda para facilitar a leitura e o entendimento do conteúdo do site.
criar, sempre que possível, conteúdos multimídia de alta qualidade que exigem o uso de plug-ins.
usar, sempre que possível, animações em repetição (loop) para informações relevantes ao cidadão.
priorizar o uso de menus de cortina (pull-down) na navegação principal do site.