Questões de Concurso sobre Enterprise Java Beans

 
 
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No contexto da arquitetura J2EE, o uso de stateless session beans


A

é adequado para tarefas que não requerem manter dados específicos de um cliente entre múltiplas chamadas.


B

impõe a existência de uma única instância do session bean para toda a aplicação.


C

requer a anotação da classe com a expressão @Stateful.


D

é adequado para a implementação de um carrinho de compras de um e-commerce, no qual dados específicos de um cliente são preservados na sessão.


E

restringe a invocação do session bean somente por outra classe executada na mesma JVM, não possibilitando chamadas recebidas remotamente.

No contexto Java EE, os containers EJB são responsáveis por gerenciar componentes web como Servlets e JSP, controlando o respectivo ciclo de vida e concorrência.


C

Certo


E

Errado

Em uma aplicação que utiliza JPA 2.0 e Hibernate 4.3, existem duas entidades: Order e OrderItem. O atributo private List<OrderItem> items; da entidade Order deve estabelecer um relacionamento um-para-muitos com OrderItem, de forma bidirecional, sendo o campo order na entidade OrderItem o responsável pela gestão da associação. As operações de persistência realizadas em Order devem ser propagadas para os OrderItem associados, e a lista de itens deve ser carregada somente quando for explicitamente acessada, e não quando a entidade Order for recuperada do banco de dados. Nesse contexto, a anotação que deve ser utilizada imediatamente antes da declaração private List<OrderItem> items; na entidade Order é


A

@OneToMany (mappedBy = "items", cascade = CascadeType.ALL, fetch = FetchType.LAZY)


B

@OneToMany (targetEntity = OrderItem.class, cascade = CascadeType.ALL, fetch = FetchType. LAZY)


C

@OneToMany (mappedBy = "order", cascade = CascadeType.ALL, fetch = FetchType.LAZY)


D

@OneToMany (mappedBy = "order", cascade = CascadeType.PERSIST, fetch = FetchType.LAZY)


E

@OneToMany (mappedBy = "order", cascade = CascadeType.ALL, fetch = FetchType.EAGER)

Um Tribunal está migrando um sistema legado para Jakarta EE 8 com o servidor WildFly e precisa de um módulo de relatórios implementado como um EJB que seja sem estado para garantir escalabilidade, acessível remotamente via JNDI, disponível no JNDI global e que exija que o cliente já esteja em uma transação ativa ao invocar seus métodos. A melhor abordagem para atender a esses requisitos é implementar o EJB como


A

@Stateless, expor uma interface @Remete, configurar o atributo de transação como TransactionAttributeType.MANDATORY e garantir sua disponibilidade no JNDI global.


B

@Stateful, expor uma interface @Remote, configurar o atributo de transação como TransactionAttributeType.REQUIRED e disponibilizá-lo apenas no JNDI global.


C

@Stateless, expor uma interface @Local, configurar o atributo de transação como TransactionAttributeType.MANDATORY e acessar o EJB via injeção de dependência.


D

@Singleton, expor uma interface @Remete, configurar o atributo de transação como TransactionAttributeType.SUPPORTS e disponibilizá-lo no JNDI global.


E

@MessageDriven Bean, configurar o atributo de transação como TransactionAttributeType.REQUIRED e disponibilizá-lo no JNDI global.

Um analista está configurando uma aplicação Spring Boot para atuar como um gateway de API utilizando o Spring Cloud Netflix Zuul. Após adicionar a dependência spring-cloud-starter-netflix-zuu1 ao projeto, em condições ideais, a anotação que o Analista deve adicionar à classe principal da aplicação para habilitar o Zuul Proxy é


A

@EnableProxyGateway


B

@EnableZuulProxyGateway


C

@EnableZuulProxyServer


D

@EnableZuulProxyClient


E

@EnableZuulProxy

Ana implementou um projeto Java, na arquitetura MVC, com um módulo EJB, contendo entidades e objetos de negócio, e um módulo Web, com a interface baseada em Servlets.


Para implementar o projeto, com o nome proj001, em um servidor JBoss com hot deployment, utilizando apenas um arquivo, Ana irá fazer upload do artefato:


A

proj001.jar;


B

proj001.git;


C

proj001.war;


D

proj001.exe;


E

proj001.ear.

Um cliente remoto de um Enterprise Bean:


A

não pode executar em uma máquina diferente ou em uma máquina virtual Java (JVM) diferente do enterprise bean que acessa.


B

pode ser somente um outro enterprise bean.


C

pode fazer chamadas para os métodos da interface Local do enterprise bean.


D

não precisa ter ciência da localização do enterprise bean, pois a mesma é transparente para o cliente.


E

pode ser somente um componente Web.

 
 
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