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No Instituto Federal, um administrador de redes recebeu a tarefa de implementar novas rotas de protocolo OSPF e ajustar as ACLs (Access Control Lists) em um switch de Camada 3.
O objetivo é permitir que o setor de Recursos Humanos acesse um servidor de banco de dados específico.
Para garantir a conformidade com a Política de Segurança da Informação (POSIN) e com a Tríade CIA (Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade), a instituição estabeleceu os seguintes controles:
- O acesso ao servidor é restrito apenas à porta lógica estritamente necessária para a aplicação de RH, bloqueando qualquer outro tráfego;
- O técnico que realiza as configurações de rede não possui permissões de escrita ou exclusão nos logs de auditoria do sistema;
- Toda alteração técnica deve ser revisada e validada por um gestor de segurança antes de ser aplicada no ambiente de produção.
Considerando os controles descritos, assinale a alternativa que correlaciona corretamente a ação realizada com o princípio de segurança correspondente e seu impacto na Tríade CIA:
A restrição do acesso do RH apenas à porta específica da aplicação é uma aplicação do princípio de Segregação de Funções, garantindo a Disponibilidade imediata dos dados para o setor.
A revisão das alterações por um gestor antes da implementação e a impossibilidade de o técnico auditar os próprios registros exemplificam a Segregação de Funções, visando proteger a Integridade das configurações e evitar ações não supervisionadas.
Conceder ao técnico apenas os privilégios necessários para configurar o OSPF, sem acesso aos dados do banco de dados, caracteriza o princípio de Separação de Privilégios, focado exclusivamente em garantir a Disponibilidade do tráfego de rede.
O uso de autenticação no protocolo OSPF para evitar o recebimento de rotas falsas é uma medida de Disponibilidade, enquanto a revisão por um gestor foca no princípio do Menor Privilégio.
Permitir que o setor de TI tenha acesso total e irrestrito ao servidor de banco de dados do RH para "agilizar o suporte" respeita o princípio de Menor Privilégio, desde que a Disponibilidade seja mantida.
Um Professor do IFCE solicita aos estudantes que realizem uma atividade de análise sobre algoritmos clássicos utilizados para determinar caminhos de menor custo em redes e grafos. O docente explica que cada algoritmo possui propriedades específicas e funciona melhor dependendo do tipo de entrada, das restrições do problema e da presença de arestas com custos negativos.
Para a atividade, os alunos receberam uma lista de descrições resumidas de diferentes algoritmos e devem identificar qual delas corresponde corretamente às características de um algoritmo clássico de menor caminho.
Com base na atividade proposta, os alunos devem assinalar qual das seguintes alternativas?
O Dijkstra calcula caminho mínimo de um ponto de partida para todos os outros quando existem custos negativos nas conexões.
O Bellman-Ford não identifica situações de ciclos de custo negativo, mesmo quando eles existem.
O Floyd-Warshall é um algoritmo que calcula o menor caminho entre todos os trios de pontos, não pares.
A complexidade do Bellman-Ford é O(V³) e do Floyd-Warshall O(V × E).
O Bellman-Ford calcula caminho mínimo de um ponto de partida para todos os outros, permitindo custos negativos nas conexões.
Um tribunal Regional possui um roteador de borda que conecta a rede interna a dois provedores de internet (ISP1 e ISP2). A tabela de rotas IPv4 do roteador contém uma rota estática para o ISP1 e uma rota aprendida via OSPF vindo do ISP2:
S* 0.0.0.0/0 [1/0] via 200.10.10.1 (ISP1)
O 0.0.0.0/0 [110/20] via 201.20.20.1 (ISP2)
C 10.10.0.0/16 is directly connected, ETH0/0
C 192.168.100.0/24 is directly connected, ETH0/0
Considere que não há outras rotas mais específicas para destinos externos.
Quando um host da rede 192.168.100.0/24 envia um pacote para o endereço 8.8.8.8, o comportamento esperado de encaminhamento nesse roteador, de acordo com os critérios de escolha de rota em roteadores tradicionais, é que o pacote será:
encaminhado pelo ISP2, pois o OSPF sempre tem prioridade sobre rotas estáticas quando o destino é 0.0.0.0/0;
descartado, pois há duas rotas padrão conflitantes (estática e OSPF) e o roteador não consegue decidir qual utilizar;
encaminhado pelo ISP1, pois a rota estática padrão possui distância administrativa menor (1) do que a rota aprendida via OSPF (110);
encaminhado de forma alternada entre ISP1 e ISP2, pois o roteador faz load balancing automático sempre que existem duas rotas para 0.0.0.0/0;
enviado primeiro ao ISP2; se não houver resposta, o roteador automaticamente desativa a rota estática e passa a usar apenas a rota OSPF.
Indique um protocolo que realiza roteamento dinâmico em redes corporativas:
FTP.
HTTP.
OSPF.
SMTP.
ARP.
Um tribunal Regional possui um roteador de borda que conecta a rede interna a dois provedores de internet (ISP1 e ISP2). A tabela de rotas IPv4 do roteador contém uma rota estática para o ISP1 e uma rota aprendida via OSPF vindo do ISP2:
S* 0.0.0.0/0 [1/0] via 200.10.10.1 (ISP1)
O 0.0.0.0/0 [110/20] via 201.20.20.1 (ISP2)
C 10.10.0.0/16 is directly connected, ETH0/0
C 192.168.100.0/24 is directly connected, ETH0/0
Considere que não há outras rotas mais específicas para destinos externos. Quando um host da rede 192.168.100.0/24 envia um pacote para o endereço 8.8.8.8, o comportamento esperado de encaminhamento nesse roteador, de acordo com os critérios de escolha de rota em roteadores tradicionais, é que o pacote será:
encaminhado pelo ISP2, pois o OSPF sempre tem prioridade sobre rotas estáticas quando o destino é 0.0.0.0/0;
descartado, pois há duas rotas padrão conflitantes (estática e OSPF) e o roteador não consegue decidir qual utilizar;
encaminhado pelo ISP1, pois a rota estática padrão possui distância administrativa menor (1) do que a rota aprendida via OSPF (110);
encaminhado de forma alternada entre ISP1 e ISP2, pois o roteador faz load balancing automático sempre que existem duas rotas para 0.0.0.0/0;
enviado primeiro ao ISP2; se não houver resposta, o roteador automaticamente desativa a rota estática e passa a usar apenas a rota OSPF.


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O protocolo de roteamento baseado na tecnologia de estado de enlace (link state) e que tem como algumas de suas características não ter limite de saltos e disparar atualizações apenas quando existir alguma alteração na rede (anúncios incrementais) é o:
OSPF
RIP v1
RIP v2
SNMP
ICMP
O protocolo OSPF (Open Shortest Path First) é um protocolo de roteamento do tipo link-state (estado de enlace), baseado no algoritmo de Dijkstra para encontrar a árvore de caminho mais curto. Diferente de protocolos de vetor de distância, o OSPF exige que cada roteador possua uma visão completa da topologia da rede dentro de sua área de atuação, utilizando diferentes tipos de pacotes para manter a sincronização entre os vizinhos.
Em relação às características operacionais do protocolo OSPFv2, é correto afirmar que
o OSPF utiliza a métrica de “contagem de saltos” (hop count) para determinar o melhor caminho, limitando o diâmetro da rede a 15 saltos.
o protocolo opera, diretamente, sobre o protocolo de transporte TCP, utilizando a porta 179 para garantir a entrega confiável das atualizações de roteamento.
em uma arquitetura multiáreas, todas as áreas (como Área 1 ou Área 2) podem trocar tráfego diretamente entre si, sem a necessidade de conexão com a Área 0 (Backbone).
para otimizar a inundação (flooding) de anúncios de estado de enlace em redes multiacesso (como Ethernet), o OSPF elege um Roteador Designado (DR) e um Roteador Designado Reserva (BDR).
a sincronização da base de dados é realizada por meio de pacotes do tipo Link State Update (LSU), que tem como função exclusiva descrever o sumário do conteúdo da base de dados durante a fase inicial de vizinhança.
Os protocolos de roteamento permitem encontrar o melhor caminho para enviar dados, mas diferem em complexidade e escala. Acerca desses protocolos, analise as afirmativas a seguir:
I. RIPv2 (Routing Information Protocol version 2): roteamento sem classes (VLSM) e máscaras de sub-rede, mas tem baixa escalabilidade e convergência lenta;
II. OSPF (Open Shortest Path First): usado em grandes redes corporativas e provedores de serviço (IGP), mas não tem limite de saltos;
III. BGP (Border Gateway Protocol): algoritmo baseado em atributos e políticas de roteamento, com suporte a rotas alternativas e balanceamento de carga;
IV. RARP (Reverse Address Resolution Protocol): modelo básico de consulta e resposta para associação de grupos, mas o tráfego multicast é enviado apenas para as redes locais com membros interessados;
V. SCTP (Stream Control Transmission Protocol): método para atribuir e rotear endereços IP de forma mais flexível e eficiente, permitindo sub-redes de tamanhos variados.
Estão CORRETAS:
apenas I, II, III e IV.
apenas II, III, IV e V.
apenas I, III, IV e V.
apenas II, III e IV.
apenas I, II e III.
Relacione os seguintes protocolos e as tecnologias de redes de computadores com a descrição de sua principal característica ou função e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. SNMP (Simple Network Management Protocol).
2. MPLS (Multiprotocol Label Switching).
3. STP (Spanning Tree Protocol).
4. OSPF (Open Shortest Path First).
( ) Protocolo de roteamento de estado de enlace que utiliza o algoritmo de Dijkstra para calcular rotas de menor custo, organizando roteadores em áreas hierárquicas com uma backbone central.
( ) Tecnologia de rede que encaminha pacotes com base em rótulos (labels) em vez de endereços IP de destino, permitindo a criação de caminhos pré-definidos (LSPs) e melhor controle de tráfego em redes de larga escala.
( ) Protocolo para gerenciamento e monitoramento de dispositivos de rede – roteadores, switches, servidores –, utilizando uma base de dados hierárquica denominada MIB para definir os objetos gerenciáveis.
( ) Protocolo que opera em redes Ethernet comutadas para detectar e prevenir loops de rede, bloqueando portas redundantes e elegendo uma ponte raiz (root bridge) para o domínio de comutação.
4 – 2 – 1 – 3.
2 – 4 – 3 – 1.
4 – 1 – 2 – 3.
1 – 2 – 3 – 4.
3 – 1 – 4 – 2.
O OSPF é um protocolo de roteamento do tipo link-state e projetado para ser escalável e hierárquico. Assinale alternativa correta a respeito do OSPF.
Não permite segmentar a rede em áreas.
Todas as áreas devem se conectar à area 0 (backbone).
É utilizado para roteamento entre Sistemas Autônomos (AS) distintos.
Utiliza-se de broadcast periódicos para envio completo da tabela de roteamento.


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Os Protocolos de Roteamento determinam o conteúdo das tabelas de roteamento, ou seja, são eles que ditam a forma como a tabela é montada e de quais informações ela é composta. Roteamento é o processo crucial de encaminhar pacotes de dados de uma rede de origem para uma rede de destino. Os roteadores são os dispositivos que tomam essas decisões, consultando suas tabelas de roteamento. Os protocolos de roteamento, por sua vez, definem como essas tabelas são construídas e mantidas, garantindo que o tráfego encontre o melhor caminho. Entre os protocolos, um foi desenvolvido pelo IETF como substituto para o RIP, tendo por características ser um protocolo intradomínio, hierárquico, baseado no algoritmo de Estado de Enlace (Link-State) e especificamente projetado para operar com redes grandes. Suporta roteamento hierárquico de dois níveis, possibilitando a divisão em áreas de roteamento. Uma área de roteamento é tipicamente uma coleção de uma ou mais sub-redes intimamente relacionadas. Tal hierarquia permite a consolidação dos endereços por área, reduzindo o tamanho das tabelas de roteamento. Esse protocolo de roteamento é conhecido pela sigla:
BGP
EGP
ICMP
OSPF
EIGRP
Considere as características técnicas de convergência do protocolo OSPF (Open Shortest Path First). Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
é incapaz de detectar falhas em links se não houver perda física de sinal elétrico.
envia sua tabela de roteamento completa a cada 30 segundos para todos os vizinhos ativos.
depende de mensagens de broadcast UDP para manter as adjacências entre roteadores vizinhos.
consegue uma convergência rápida em redes grandes ao enviar atualizações apenas quando ocorrem mudanças na topologia.
só estabelece vizinhança entre roteadores se o número de série dos equipamentos for idêntico.
É o endereço numérico que identifica qualquer conexão feita a uma estrutura de interredes baseada em TCP/IP. Ou seja, é o endereço usado na camada 3 (inter-redes) do modelo de camadas TCP/IP:
Endereço IP (Internet Protocol).
Máscara de Sub-rede.
Roteador.
Repetidor.
Ethernet.
No que se refere aos protocolos de roteamento IGP (Interior Gateway Protocol) um é da categoria link-state, do modelo dinâmico e dos mais utilizados, devido ao seu histórico padronizado e não associado a nenhum fabricante específico, de convergência rápida e escalabilidade relativamente simples. Para que esse protocolo consiga executar suas análises, ele faz uso de um programa nomeado como algoritmo Dijkstra. Que tem como objetivo registrar um banco de dados central/local com mensagens emanadas de todos os roteadores e, em paralelo, criar uma árvore SPF, que preenche uma tabela de roteamento IP conduzindo os pacotes de rede pelos melhores caminhos. Cabe destacar que esse protocolo de roteamento atua por meio de hierarquia estruturada, avaliando nesse processo o melhor caminho entre os roteadores e o servidor. Para finalizar, é um protocolo que usa o “custo” como métrica, ressaltando que o custo tem por significado o tempo que uma mensagem gasta para chegar ao seu destino. Assim, quanto menor o custo, melhor o caminho, sendo sempre a opção adotado por esse protocolo. O protocolo de roteamento descrito é conhecido pela sigla:
IDAP
HTML
OSPF
SMNP
Um protocolo de roteamento dinâmico opera em redes IP, utiliza o algoritmo de Dijkstra para construir uma árvore de caminhos mais curtos a partir de uma visão completa da topologia da rede e evita loops por meio de cálculos baseados em custos associados a enlaces, permitindo convergência rápida e escalabilidade em ambientes corporativos. Esse protocolo é o:
RIP.
SNMP.
TELNET.
OSPF.


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Acerca do protocolo de roteamento OSPF (Open Shortest Path First), analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. O OSPF é um protocolo de roteamento de estado de enlace (link-state) que utiliza o algoritmo de Dijkstra (SPF – Shortest Path First) para calcular as rotas de menor custo, sendo a métrica padrão baseada na largura de banda dos enlaces.
II. O OSPF utiliza o conceito de áreas para criar hierarquia de roteamento, exigindo que todas as áreas estejam conectadas diretamente à área backbone (área 0), sendo os roteadores que conectam outras áreas à backbone denominados ABRs (Area Border Routers).
III. No OSPF, os roteadores na mesma área formam adjacências entre si e trocam pacotes LSA (Link State Advertisement) para construir e manter sincronizado o banco de dados de estado de enlace (LSDB), a partir do qual cada roteador calcula individualmente a árvore de menor custo.
Apenas I e II.
I, II e III.
Apenas II.
Apenas I e III.
Apenas I.
É um protocolo de roteamento do tipo link-state, que envia avisos sobre o estado da conexão (linkstate advertisements - LSA) a todos os outros roteadores em uma mesma área hierárquica. Informações sobre interfaces ligadas, métrica usada e outras variáveis são incluídas nas LSAs:
OSPF.
RIP.
BGP.
VLSM.
CIDR.
O protocolo de roteamento dinâmico OSPF (Open Shortest Path First) é utilizado amplamente para roteamento intra-AS na internet, sendo comumente disponibilizado em ISPs de níveis mais altos. As especificações do protocolo estão disponíveis ao público e a versão 2 está definida na RFC 2178. A sede central do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO) fica localizada no município de Porto Velho e o órgão possui unidades de apoio sediadas em outros municípios do estado. Um servidor de tecnologia, lotado na unidade sede, precisa criar uma rede de comunicação entre essas unidades que seja altamente eficiente e capaz de se adaptar a falhas sem causar grandes interrupções no serviço. Após verificar que todas as unidades possuem um conjunto de roteadores próprios, o profissional optou por implantar o protocolo OSPF para atender à demanda. Sobre o protocolo em questão, assinale a afirmativa INCORRETA.
Impõe uma política para o modo como são determinados os pesos dos enlaces.
Foi concebido como sucessor do RIP, possuindo uma série de características avançadas.
Com o protocolo um roteador constrói um mapa topológico completo de todo o sistema autônomo.
Um roteador transmite informações de roteamento a todos os outros roteadores no sistema autônomo e não apenas a seus roteadores vizinhos.
O roteador roda localmente o algoritmo do caminho mais curto de Dijkstra para determinar uma árvore de caminho mais curto para todas as sub-redes, sendo ele próprio o nó raiz.
Considere uma rede OSPF, que emprega o recurso de LSA para gerenciar os registros em sua base de dados de roteamento. Em um determinado momento, um roteador recebe múltiplas versões do mesmo LSA, e precisa decidir qual versão será mantida. Diante do exposto, o número de sequência LSA válido que será mantido, conforme o cenário apresentado, é:
0xFFFFFFFF.
0x40000000.
0x7000000F.
0x80000000.
Há dois sistemas autônomos (autonomous systems - AS), AS1 e AS2 que estão interligados entre si por apenas um enlace de dados. Sabe-se que o maior caminho em números de saltos de AS1 é 17 e AS2 é 10. Assinale a alternativa correta quanto aos protocolos de roteamento empregados por eles.
O AS1 utiliza OSPF intra-AS e inter-AS. O AS2 utiliza RIP intra-AS e OSPF inter-AS.
O AS1 utiliza BGP intra-AS e inter-AS. O AS2 utiliza RIP intra-AS enquanto utiliza BGP inter-AS.
O AS1 utiliza RIP intra-AS enquanto utiliza BGP inter-AS. O AS2 utiliza RIP intra-AS enquanto utiliza BGP inter-AS.
O AS1 utiliza OSPF intra-AS enquanto utiliza BGP inter-AS. O AS2 utiliza RIP intra-AS enquanto utiliza BGP inter-AS.


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