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Cabeamento para serviços de imagem e vídeo não são suportados nessa norma.
Entre os meios de transmissão que podem ser utilizados em diferentes LANs, estão disponíveis fibras ópticas, cabos metálicos, pares trançados e meios sem fio. Fibras ópticas apresentam boa imunidade à interferência eletromagnética e são, comumente, mais suscetíveis à atenuação que cabos metálicos. As fibras do tipo monomodo apresentam, normalmente, banda passante equivalente à de um par trançado.
Essa norma trata da especificação de cabeamento para uso nas dependências de um único ou um conjunto de edifícios em um campus. Ela abrange cabeamentos dos tipos metálico e óptico.
Uma fibra óptica monomodo é caracterizada por ter diâmetro substancialmente maior que o comprimento de onda da luz que transmite.
O cabo UTP de categoria 5 apresenta uma quantidade menor de tranças por centímetro que o cabo UTP de categoria 3.
Em relação a tecnologias de comunicação de dados, é correto afirmar que:
na comunicação serial assíncrona é obrigatório existirem espaços correspondentes a um ou mais caracteres entre caracteres adjacentes;
modems que utilizam modulação em aplitude são geralmente menos sensíveis a ruídos do que modems que utilizam modulação em freqüência;
na interface de modem padrão EIA-RS232-C os dados são transmitidos de modo diferencial, podendo atingir até 2 Mbits por segundo em distâncias de 50 metros;
em multiplexadores utilizados para compartilhar uma linha de comunicação, usualmente tem-se a mesma capacidade instantânea de entrada e saída(bps) em cada subcanal;
num concentrador, o canal principal deve ter, obrigatoriamente, maior capacidade de comunicação (bps) do que a soma das capacidades de todos os subcanais.
Fibras multimodo podem ter seus núcleos feitos de plástico ou de sílica.
Os cabos de pares trançados STP são muito utilizados em redes locais com configuração de topologia em estrela. Nesse ambiente, é comum o uso de dois pares, embora existam especificações que utilizem mais pares.
De acordo com a forma de tráfego da luz no cabo, as fibras ópticas são classificadas como monomodo e multimodo. Na primeira classificação, o sinal pode atingir distâncias maiores sem repetição quando comparada com a segunda classificação.
Em função da facilidade de uso, o conector SB (subscriber connector) tem-se tornado o mais popular dos conectores usados nos cabos de fibras ópticas. Esse conector tem a desvantagem, porém, de poder ser usado somente em fibra monomodo.
Os cabos coaxiais são utilizados para a transmissão de sinais analógicos e digitais. Nos casos de transmissão analógica de longa distância, é necessária a utilização de amplificadores a certas distâncias regulares. Quanto maior a freqüência do sinal utilizado, menor será a distância entre os amplificadores.
A tecnologia metro ethernet vem despontando como uma alternativa com boa relação custo-benefício para construção de redes de alta velocidade em áreas de abrangência metropolitana. Essa tecnologia consiste basicamente em uma extensão do gigabit ethernet para enlaces de longa distância usando fibras ópticas ou enlaces sem fio.
A tecnologia atual permite que o enlace opere sem repetidor, desde que a taxa de transmissão seja inferior a determinado limiar.
O DWDM (dense wavelength division multiplexing) é uma técnica utilizada para aumentar a taxa de transmissão em backbones que utilizam fibras ópticas.
O cabo coaxial de 50 ohms é utilizado em redes locais ethernet 10Base5 e 10Base2 e o cabo coaxial de 75 ohms é utilizado em sistemas de TV a cabo.
Os cabos de par trançado UTP são muito utilizados em redes locais 100BaseTX com configuração de topologia estrela. Nesse caso, são comumente usados os cabos UTP de categoria 4, pois apresentam melhor desempenho quando comparados com os cabos UTP de categoria 5.
Nos sistemas de comunicações ópticas, utilizam-se dois tipos de fibras: a multimodo e a monomodo. A fibra multimodo tem baixa capacidade de transmissão efetiva de dados, sendo empregada em enlaces de curta distância, ao contrário das fibras monomodo, que permitem a transmissão efetiva de dados em altas taxas e são usadas em enlaces de longas distâncias.
Para que o sistema descrito pudesse operar com dispersão do material nula, seria necessário que a fibra fosse de perfil gradual.
Em uma fibra monomodo em um enlace óptico, a dispersão cromática é diretamente proporcional ao produto do comprimento da fibra no enlace e a potência do sinal na saída do fotodiodo gerador.