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Em uma fibra multimodo em um enlace óptico, a quantidade de modos propagantes é dado pela divisão do diâmetro do núcleo da fibra pelo comprimento da fibra no enlace.
Para enlaces de grandes distâncias, fibras multimodo permitem a obtenção de taxas de transmissão superiores às obtidas com fibras monomodo, porém maiores são as perdas de potência.
Nos cabos de par trançado, a trança dos fios é feita com o propósito de reduzir as interferências eletromagnéticas provenientes de outros pares de fios que estejam nas proximidades.
Caso a fibra fosse do tipo multimodo, seria possível operar com diversas portadoras ópticas no esquema DWDM, o que permitiria obter taxas de transmissão de dados superiores à obtida no sistema descrito, para distâncias superiores a 100 km.
A interface física denominada 10base5 é constituída de um cabo de par trançado de comprimento máximo igual a 500 m.
Nos sistemas de comunicação entre computadores mais antigos, a forma preferencial de transmissão de dados eram as fibras ópticas. Entretanto, com o surgimento do par trançado, a tecnologia de fibras ópticas foi praticamente abandonada, pois o par trançado oferece maior imunidade a ruído e dificulta a interceptação indesejada de informação transmitida.
Nos sistemas de radioenlaces terrestres, o sinal contendo informação é enviado do transmissor à antena através de uma linha de transmissão coaxial ou de um guia de ondas. Para uma onda portadora com freqüência entre 1 Ghz e 10 GHz, a estrutura preferida é a linha coaxial, que apresenta uma menor atenuação de energia em comparação ao guia de ondas, nessa faixa de freqüências.