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Em um servidor DNS, o arquivo de configuração DNS foi escrito pelo administrador de rede. Um trecho desse arquivo apresenta os seguintes dados do registro SOA:
@ IN SOA localhost. root.dominiox.com.br. (2022200897 ;
10800 ;
3600 ;
36000 ;
86400 )
Baseado nesses dados, o tempo, em horas, que deve passar antes de um servidor slave checar se o conteúdo local da zona sofreu alteração, por meio de consulta ao serial da zona, é igual a:
1
3
10
24
O serviço de resolução de nomes, Domain Name System (DNS), é essencial em redes de computadores com servidores Debian Linux, pois permitem a tradução entre nomes e endereços IP. Nesse contexto, considere a seguinte configuração no arquivo “/etc/bind/named.conf.local” em um servidor DNS com Ubuntu:
zone "empresa.com" {
type stub;
masters { 192.168.1.11; };
};
zone "1.168.192.in-addr.arpa" {
type stub;
masters { 192.168.1.11; };
};
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA.
O arquivo em questão pertence ao servidor secundário do DNS, estando explícita a transferência de zona para o servidor primário do DNS.
O arquivo em questão pertence ao servidor primário do DNS, estando explícita a transferência de zona para o servidor secundário do DNS.
O arquivo de zona configura o servidor como stub, no qual o servidor consulta diretamente o servidor primário para obter todas as informações da zona, armazenando localmente um arquivo de transferência.
O arquivo de zona configura o servidor como stub, no qual o servidor consulta diretamente o servidor primário para obter todas as informações da zona, sem armazenar localmente um arquivo de transferência.
No contexto da configuração dos serviços de DNS no Windows Server, a zona de stub
pode ser armazenada no AD DS (Active Directory Domain Services) como uma zona integrada ao Active Directory.
permite a edição direta dos registros DNS nela armazenados.
contém apenas informações sobre os servidores de nomes autoritativos para determinada zona.
pode ser hospedada em um servidor DNS que é autoritativo para a mesma zona.
contém os registros de recursos, como os registros A ou CNAME, os registros NS (Name Server) e os registros de informações de contato dos servidores autoritativos.
Em um sistema Linux, ao configurar-se um servidor DNS usando o BIND, é necessário editar um arquivo específico para definir as zonas de pesquisa direta e reversa, além de outras opções de configuração. O nome desse arquivo de configuração principal é:
/etc/dnsmasq.conf
/etc/named.conf
/etc/resolve.conf
/etc/sysctl.conf
/etc/unbound.conf
O Sistema de Nomes de Domínios (DNS) é uma aplicação cliente/servidor que associa cada host na Internet com um nome de domínio exclusivo facilmente identificável. Sobre DNS, é correto afirmar que
existem dois tipos de registros DNS: registros de consultas e registros de respostas.
na resolução iterativa, o cliente transmite sua solicitação a um servidor que, no final do processo, retorna uma resposta.
um FQDN é um nome de domínio que não inclui todos os níveis existentes entre o host e o nó raiz.
o DNS usa os serviços de UDP para mensagens menores que 1024 bytes, caso contrário é usado o TCP.
o DNS pode ser representado por uma estrutura hierárquica de árvore invertida, com o nó raiz na parte superior e um máximo de 128 níveis.


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A empresa Y foi contratada para efetuar uma divisão por zonas DNS dentro do servidor DNS (Domain name system) do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Uma zona DNS é a parte específica de um namespace DNS que é hospedada em um servidor DNS. Essa zona contém registros de recursos, e o servidor DNS responde a consultas de registros nesse namespace. Como característica dessa zona, o servidor DNS armazenará os dados em um arquivo local. Essa zona pode ser usada na criação, edição ou exclusão de registros de recursos.
O tipo de zona configurado pela empresa Y foi a zona:
autoritária;
primária;
secundária;
stub;
de pesquisa inversa.
Considere o texto a seguir.
O Windows Server 2003 possui nativamente um servidor de DNS que é de fundamental importância. Nesse servidor, os domínios DNS são implementados a partir da criação de zonas DNS que podem ser de vários tipos. Um desses tipos é novidade no DNS do Windows Server 2003, em relação a versões anteriores. Esse tipo de zona pode ser criada para a resolução imediata de nomes de um determinado domínio filho. Somente os registros do servidor de nomes, o início de autoridade e hosts necessários são cadastrados. Este recurso é recomendado quando domínios filhos (delegados, como, por exemplo, campinas.sp.gov.br, que é um domínio delegado a partir do domínio sp.gov.br) possuem mais de um servidor de DNS com autoridade, pois nestes casos o servidor de DNS "pai" precisaria ter cadastrado todos os servidores DNS com autoridade no domínio filho. Cadastrando uma zona desse tipo, o gerenciamento fica mais simples, pois essas atualizações podem ser feitas automaticamente.
O texto fala de um tipo de zona de DNS denominada zona
pública.
de autoridade.
secundária.
primária.
de stub.
Observe o texto abaixo, que apresenta uma seção de um arquivo de configuração de uma zona DNS em um servidor BIND 9.x e analise as afirmações que o seguem.
I. O servidor com nome canônico "pm.cefetrn.name" (linha 2) deverá prover com autoridade respostas DNS sobre a zona "cefetrn.name" (linha 2).
II. O Serial Number (linha 3) depende do servidor onde está configurado o serviço, e os "Alias Names" criados, como "ftp" e "www" (linhas 25 e 26) devem ser sempre nomes de serviços da rede.
III. Os nomes ftp.cefetrn.name e www.cefetrn.name deverão ser resolvidos em um único endereço IP.
IV. Um e-mail enviado para um usuário cujo endereço de correio eletrônico seja candidato@cefetrn.name deverá ser entregue ao host com endereço IP "121.10.15.15" (linha 17).
Indique a opção que contenha todas as afirmações VERDADEIRAS:
III e IV
II e IV
I e III
I e II