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Nessa situação, a primeira medida que deve ser tomada é imobilizar o animal ou o membro atingido.
A conduta correta, em decorrência da suspeita da doença desses bovinos, é
comunicar obrigatoriamente o fato ao serviço veterinário oficial em prazo não superior a 24 horas.
fazer tratamento com antibióticos de largo espectro de ação em todos os animais afetados.
fazer tratamento com corticoides e aguardar o desaparecimentos dos sinais clínicos.
encaminhá-los para um abatedouro frigorífico o mais rápido possível, a fim de se promover o abate sanitário desses animais.
Os possíveis diagnósticos para os sinais clínicos apresentados incluem
tuberculose e brucelose.
cisticercose e hidatidose.
estomatite vesicular e febre aftosa.
febre aftosa e raiva.
Recomenda-se, para auxiliar o tratamento desses animais, o uso de permanganato de potássio no local e a aplicação de anti-histamínicos.
Na situação em apreço, com base no resultado do antibiograma, o antimicrobiano de eleição para o tratamento da mastite seria cefalosporina de 1.ª geração.
Timpanismo rumenal é a distenção anormal dos compartimentos do pré-estômago do ruminante provocado por material ingerido ou gases. Há três categorias etiológicas de timpanismo: o timpanismo espumoso; o timpanismo por gases livres, causado por dietas que levam à produção excessiva de gás a um baixo pH rumenal; e o timpanismo por gases livres, provocado pela ausência de eructação devido a causas extra-rumenais de acumulação gasosa.
Na mastite bovina, a forma contagiosa ocorre quando as bactérias são transferidas de uma glândula mamária para outra, sadia, pelo equipamento de ordenha contaminado, pelo bezerro ao mamar, ou pelas mãos dos retireiros/ordenhadores.
As saponinas presentes nas gramíneas são responsáveis pelo timpanismo primário, que pode acometer ruminantes.
Os bezerros recém-nascidos necessitam de cuidados especiais para sua sobrevivência . A prática fundamental, de manejo em bezerros recém-nascidos, é:
a descorna.
o fornecimento do colostro.
o corte e a cura do umbigo.
a limpeza das secreções.
a massagem, para ativar a circulação.
A cura do umbigo de animais recém-nascidos é uma prática recomendada para todas essas espécies.
A mamite é uma infecção que interfere diretamente no volume de leite produzido. Durante a ordenha, existem procedimentos que podem prevenir essa enfermidade. Marque a alternativa correta quanto a esses procedimentos.
Na ordenha mecânica, quanto maior a pressão do vácuo, mais facilmente o leite é eliminado, evitando assim a sobreordenha e, conseqüentemente, a mamite.
Quanto mais demorada a ordenha, mais leite é obtido, o que facilita a secagem e evita a mamite.
No ato da ordenha, a limpeza e a secagem dos tetos é um procedimento de prevenção da mastite.
A higiene das mãos do ordenhador, no momento da ordenha, não interfere no processo de prevenção da mamite.
No momento da ordenha, todo o úbere deve ser lavado, evitando-se, assim, a presença de microrganismos e prevenindo-se a mamite.
Uma causa fundamental de mastite é o ferimento no canal da teta devido ao estiramento repetido durante o processo de ordenha. A exposição repetida aos microrganismos, durante esse procedimento, pode levar ao estabelecimento de uma infecção.
No início da ordenha, faz-se o descarte dos jatos iniciais de leite em caneca de fundo escuro ou em outro recipiente específico para essa finalidade. Esse procedimento permite detectar presença de mastite subclínica.
A prova da caneca do fundo preto, no momento da ordenha, é uma das práticas utilizadas para atestar a qualidade do leite produzido. Esse procedimento:
tem como objetivo detectar a presença de microrganismos no leite.
auxilia na detecção de mamite no rebanho.
controla a presença de células de descamação no leite.
é utilizado apenas em ordenha de novilha de primeira cria.
é dispensado, quando a ordenha tem o bezerro ao pé da vaca.
A passagem de medicamentos antimicrobianos ou de seus resíduos do sangue do animal para o leite ocorre de forma bastante reduzida, considerando-se as características da glândula mamária dos bovinos.
Apesar de alguns autores citarem a necessidade do uso de antibióticos no encerramento do período de lactação, essa prática é ineficaz na prevenção da doença nessa fase de produção.