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A poliúria e polidipsia podem representar um desafio diagnóstico e terapêutico, tendo algumas endocrinopatias como diagnóstico diferencial, entre outras causas. Nesse sentido, a desmopressina é um fármaco sintético que pode ser utilizado no tratamento da poliúria e polidipsia associada a seguinte doença endócrina:
Acromegalia
Hipertireoidismo
Hipoadrenocorticismo
Hiperadrenocorticismo
Diabetes insipidus
O termo “síndrome nefrótica” é utilizado para descrever pacientes com proteinúria, hipoalbuminemia, hipercolesterolemia, edema ou ascite. Por sua vez, a ocorrência de ascite pode ter uma ampla gama de diagnósticos diferenciais, tendo a análise do líquido cavitário uma etapa importante na abordagem diagnóstica. Assinale a opção que descreve o tipo mais comum de líquido ascítico apresentado por um cão secundário a uma síndrome nefrótica:
Efusão quilosa
Efusão Hemorrágica
Exsudato
Transudato modificado
Transudato puro
Durante uma parada cardiorrespiratória em animais, de ocorrência presenciada e imediata, as condutas vigentes orientam que:
Em gatos, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas acima de 150 compressões torácicas por minuto, 20 ventilações por minuto, decúbito lateral e a administração de 0,1mg/kg de epinefrina via IV ou IO a cada dois ciclos, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães de tórax em barril, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas 100 a 120 compressões torácicas por minuto, 10 ventilações por minuto, decúbito dorsal e a cada dois ciclos a administração de 0,01mg/kg de epinefrina via IV ou IO, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães de tórax em quilha, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas 100 a 120 compressões torácicas por minuto, com profundidade de 1/3 a 1/2 da profundidade do diâmetro torácico, 10 ventilações por minuto, decúbito dorsal e a administração de 0,1mg/kg de epinefrina via IV ou IO a cada dois ciclos, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães e gatos menores que 5kg, a utilização do mecanismo de bomba torácica devendo ser realizadas 100 a 150 compressões torácicas por minuto, profundidade de 1/3 a 1/2 da profundidade do diâmetro torácico, 14 ventilações por minuto, decúbito lateral e administração de 0,01mg/kg de adrenalina via IV ou IO a cada dois ciclos, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Em cães de raças médias, grandes e gigantes, tórax amplo e arredondado, a utilização do mecanismo de bomba cardíaca e que sejam realizadas 100 a 120 compressões torácicas por minuto, profundidade de 1/2 a 1/3 da profundidade torácica, 10 incursões respiratórias por minuto, decúbito lateral direito e a administração de 0,1mg/kg de adrenalina via IV ou IO, podendo considerar a associação ou aplicação isolada de vasopressina.
Sabe-se que, dos tumores que acometem as articulações, as neoplasias primárias são raras e a maioria é maligna. Neste cenário, o tumor mais frequentemente encontrado na articulação de cães é:
o condrossarcoma sinovial.
o osteocondromatose sinovial.
o sarcoma sinovial.
o sinovioma.
No tratamento da ceratoconjuntivite seca de origem neurogênica é utilizada:
atropina.
efedrina.
fenilefrina.
pilocarpina.
O atraso na condução do impulso elétrico cardíaco através do nodo atrioventricular é chamado de bloqueio atrioventricular. Neste contexto, o aumento progressivo do intervalo PR, até que haja uma onda P bloqueada, caracteriza o bloqueio atrioventricular de
primeiro grau.
segundo grau – mobtiz tipo I.
segundo grau – mobtiz tipo II.
terceiro grau.
O vômito é uma manifestação clínica frequente em cães com gastrenterite. A metoclopramida não tem se mostrado eficaz no controle deste sinal em pacientes com parvovirose. Outros antieméticos mais eficazes que podem ser empregados como primeira escolha no controle da êmese em cães com tal doença são:
butorfanol e cisaprida.
citrato de maropitanto e bromoprida.
cloridrato de clorpromazina e bromoprida.
cloridrato de ondansetrona e citrato de maropitanto.
Pequenas pústulas superficiais e não foliculares nas regiões axilar e inguinal de um cão jovem são sugestivas de:
impetigo.
foliculite.
furunculose.
celulite.
O colapso de traqueia em cães dá-se pelo enfraquecimento dos anéis cartilaginosos traqueais, que os tornam incapazes de resistir às alterações de pressão intraluminal. Tipicamente, esta afecção é observada em
cães de meia-idade ou mais idosos e de raças de grande porte.
cães de meia-idade ou mais idosos e de raças de pequeno porte.
cães jovens e de meia-idade e de raças de grande porte.
cães jovens e de meia-idade e de raças de pequeno porte.
O desequilíbrio ácido-base, observado no paciente gravemente enfermo, promove alterações sistêmicas importantes.
hipertensão associada à vasoconstrição.
redução do tônus vascular e contratilidade do miocárdio.
efeito inotrópico positivo e aumento da coagulação sanguínea.
aumento do fluxo renal e hepático.