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A influenza equina é uma doença viral altamente contagiosa, sendo em muitos países considerada a enfermidade respiratória mais importante da espécie. Afeta equídeos de forma geral, não se conhecendo predileção por raça ou sexo.
A infecção leva a processos inflamatórios o que desencadeia a descarga nasal serosa.
Em geral afeta animais de 1 a 3 anos, mas podendo também ocorrer em qualquer idade.
É causada pelo agente Streptococcus equi.
O diagnóstico pode ser confirmado pelo isolamento do vírus a partir de secreções nasais coletadas com um “swab”.
Os equinos permanecem infectantes por 3-6 dias após os últimos sinais da doença. A propagação é muito rápida, com 100% de morbidade em populações suscetíveis.
A Anemia Infecciosa Equina Anemia (AIE) é a falta de células sanguíneas vermelhas e/ou hemoglobina. Isso ocasiona a redução da habilidade do sangue transferir oxigênio para os tecidos. Hemoglobina (a proteína que carrega oxigênio nas células vermelhas do sangue) tem que estar presente para garantir a oxigenação adequada de todos os tecidos do organismo. A Anemia Infecciosa Equina é uma doença viral que atinge todos os membros da família dos Equídeos. O vírus da AIE tem distribuição mundial especialmente em regiões úmidas e pantanosas onde existe uma grande quantidade de vetores.
O vírus da AIE é transmitido entre cavalos infectados e não infestados pela transferência de sangue ou derivados sanguíneos.
A mucosa nasal e oral, intacta, não pode ser porta de entrada do vírus.
O vírus, uma vez instalado no organismo do animal, nele permanece por toda a vida mesmo quando não manifestar sintomas.
Rotas potenciais de infecção entre éguas e potros incluem a transferência transplacentária, a transmissão pelo colostro e/ou leite.
O uso sem assepsia de material cirúrgico, por pessoas não-habilitadas, aumenta a probabilidade da infestação.
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o linfoma canino
A síndrome da veia cava observada em alguns cães com linfoma ocorre quando o aumento dos linfonodos mediastinais e torácicos comprimem a veia cava cranial, causando edema de cabeça e pescoço.
Cães com linfomas de célula B apresentam tempo de remissão mais curto em relação aos de célula T.
A hipercalcemia é a síndrome paraneoplásica mais frequentemente relatada em cães com linfoma, sobretudo nos de origem de células T.
Cães com linfoma de alto grau histológico de malignidade são mais propensos a responderem ao tratamento quimioterápico inicial em comparação com aqueles que possuem linfoma de baixo grau.
Cães com linfoma que não apresentam os sinais sistêmicos da doença (subestágio a) estão mais aptos a tolerar protocolos agressivos na indução da quimioterapia.
O sopro cardíaco é um som causado por uma turbulência durante o ciclo cardíaco. Eles podem ser classificados de acordo com o seu tempo dentro do ciclo cardíaco em sistólico, diastólico ou contínuo. Qual causa abaixo provoca um sopro durante a diástole ventricular?
Insuficiência valvar aórtica.
Estenose de valva aórtica.
Insuficiência valvar mitral.
Insuficiência valvar tricúspide.
Estenose de valva pulmonar.
A raiva é uma importante infecção viral que afeta o Sistema Nervoso Central (SNC) da maioria dos mamíferos, inclusive o homem. Sobre essa doença, assinale a alternativa correta.
O curso clínico em carnívoros domésticos pode incluir três fases: prodrômica; furiosa ou excitativa; e, silenciosa ou paralítica.
Com relação ao ciclo infeccioso, somente a raiva urbana em cães tem importância epidemiológica.
O antígeno viral da raiva é altamente imunogênico, o que faz a detecção imunológica ser relativamente rápida.
O teste sorológico para pesquisa de anticorpos específicos é o teste-padrão para realizar o diagnóstico da raiva.