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Em propriedades monitoradas para brucelose e tuberculose, os testes com periodicidade anual para brucelose serão realizados apenas em
fêmeas com mais de 24 meses e machos reprodutores.
fêmeas com mais de 6 meses e machos reprodutores.
fêmeas com mais de 12 meses e todos os machos.
fêmeas com mais de 36 meses e machos reprodutores.
todas as fêmeas e machos reprodutores.
A raiva é uma enfermidade infecciosa, viral que acomete predominantemente os mamíferos. Como achado histopatológico pode-se registrar uma:
encefalomielite granulomatosa.
polioencefalomielite linfocitária.
mielite purulenta.
meningoencefalite purulenta.
encefalite purulenta.
A provável enfermidade em questão é o botulismo.
O agente etiológico dessa enfermidade é Burkholderia mallei.
São consideradas enfermidades de veiculação alimentar, as doenças:
salmonelose, febre tifoide, mormo, amebíase;
cisticercose, mormo, febre tifoide, botulismo;
amebíase, salmonelose, teníase, mormo;
campilobacteriose, listeriose, miloidose, raiva;
botulismo, teníase, amebíase, salmonelose.
Várias são as doenças infectocontagiosas que afetam os cães. Algumas delas merecem especial atenção por se tratarem de zoonoses. Assinale a doença que o cão NÃO transmite para o homem:
raiva;
cinomose;
leptospirose;
sarna sarcóptica.
Sobre as doenças bacterianas de origem alimentar (infecções e intoxicações), marque a opção INCORRETA.
Fezes de animais de estimação, especialmente os que apresentam diarréia, podem conter Salmonella e as pessoas em contato com estes animais podem ser contaminadas e contaminar a outras se não adotarem medidas rígidas de higiene (lavar as mãos com sabonete). Répteis são hospedeiros em potencial para a Salmonella e as pessoas devem lavar as suas mãos imediatamente após manusear estes animais mesmo que o réptil seja saudável.
Shigella é um germe que causa uma doença intestinal infecciosa (chamada “shigelose” ou “disenteria”). Essa doença pode ser tratada e a maioria das pessoas melhora rapidamente. A diarréia intensa pode causar desidratação, um quadro perigoso para crianças pequenas, pessoas idosas e doentes crônicos. Em raros casos, o germe pode causar problemas em outras partes do corpo. Animais domésticos comuns, animais de fazenda e animais silvestres não transmitem esses germes, apenas seres humanos e macacos podem transmiti-los.
O modo de transmissão do Vibrio paraheamolyticus é pela ingestão de produtos do mar crus ou mal cozidos ou por contaminação cruzada no preparo de alimentos ou pela higienização dos alimentos com água do mar. A permanência em temperatura ambiente por um determinado período permite a multiplicação dos organismos no alimento na dose infectiva que causa a doença.
Embora as bactérias elaboradoras de toxinas também sejam usualmente ingeridas, a patogenicidade só se expressa através de uma etapa infecciosa “in vivo”. A produção de altas doses de toxinas não depende do tipo de contaminação do alimento e das condições oferecidas para a multiplicação dos microrganismos como, por exemplo, Clostridium botulinum, Staphylococcus aureus e Bacillus cereus.
As enterotoxinas A, B, C1, C2, D e E produzidas por Staphylococcus aureus, apresentam natureza protéica e são termoestáveis (suportam 30 minutos em água em ebulição sem desnaturar). Sendo reservatório, o homem e outros animais de sangue quente, com presença na mucosa nasal, garganta, cabelo e pele de mais de 50% das pessoas. No Brasil, há citação da sua presença em 35 a 100% dos manipuladores de alimentos em indústrias e hospitais.
Em razão dessa enfermidade, os animais acometidos por ela não deverão ser sacrificados nem a propriedade deverá ser interditada.
Em áreas endêmicas, os morcegos são os principais reservatórios da raiva silvestre e rural, e os cães e gatos da raiva urbana. Como medida profilática preconiza-se:
o tratamento de morcegos com pasta vampiricida, vacinação dos animais domésticos nas áreas rurais, vacinação de cães e gatos domésticos;
a queimada dos troncos secos, uso de inseticidas nas cavernas, vacinação de bovinos e vacinação de cães e gatos;
o sacrifício dos morcegos capturados, vacinação dos bovinos, administração de soro-imune nos cães e gatos;
a destruição dos abrigos de morcegos, sacrifício dos animais suspeitos, vacinação dos cães e gatos;
a imunização ativa nos morcegos, passiva em bovinos, cães e gatos.
O diagnóstico mais provável da patologia descrita é o mormo.
Em relação ao processo inflamatório crônico, analise as afirmativas, colocando entre parênteses a letra “V”, quando a afirmativa for verdadeira, e a letra “F” quando a afirmativa for falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A inflamação crônica é desencadeada quando a resposta inflamatória aguda falha na eliminação do agente iniciante deste processo.
( ) A Leishmania spp é uma das causas de inflamação crônica em animais.
( ) Histologicamente, há predominância de neutrófilos e macrófagos.
( ) A resposta imunológica por linfócitos TH1 são do tipo humoral, enquanto as por linfócitos TH2 são mediadas por células.
( ) Macroscopicamente as lesões apresentam muitas vezes uma coloração branco-acizentada.
O agente etiológico envolvido é o Clostridium botulinum.
A salmonelose pode ser considerada a zoonose de maior importância em nível mundial. Frente a esse fato, é INCORRETO afirmar:
a Salmonella enteritidis é a espécie mais prevalente no mundo;
a verdadeira incidência é difícil de ser avaliada porque muitos países não possuem um sistema de vigilância epidemiológica e aonde existe, os casos esporádicos e leves não são notificados;
as aves constituem o reservatório mais importante das salmonelas que entram na cadeia alimentar humana;
os ovos consumidos direta ou indiretamente (fazendo parte dos componentes de alimentos) de forma inadequada (crus ou cozidos insuficientemente), podem constituir uma importante fonte de salmonelas.
o controle microbiológico dos alimentos é a única e suficiente medida de controle dessa zoonose de grande importância em saúde pública.
A doença que acomete várias espécies de mamíferos domésticos e silvestres, caracterizada por infecção pulmonar e também denominada citomicose reticuloendotelial, apresenta como agente etológico:
Actinomyces israelii
Microsporum nanum
Aspergillus fumigatus
Histoplasma capsulatum
Cryptococcus neoformans
As doenças transmitidas por vetores foram responsáveis por numerosas epidemias devastadoras ao longo da história. Algumas destas doenças constituem importantes problemas. Quais das doenças abaixo relacionadas são transmitidas por vetor:
anaplasmose, encefalomielite eqüina, durina, Malária, babesiose, anemia infecciosa eqüina e mixomatose;
Botulismo, doença de gumboro, encefalomielite eqüina, babesiose, estomatite vesicular, artrite encefalite caprina e anaplasmose;
Febre amarela, encefalomielite eqüina, doença de gumboro, durina, anemia infeciosa eqüina, Clostridiose e anaplasmose;
Tifo, babesiose, doença de gumboro, estomatite vesicular, artrose e anemia infecciosa eqüina;
Anemia infecciosa eqüina, raiva, artrite encefalite caprina, babesiose, encefalomielite eqüina, mixomatose e anaplasmose.
Uma zoonose de distribuição mundial. É uma doença infecciosa, congênita ou adquirida, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. Ocorre em animais de estimação e produção incluindo suínos, caprinos, aves, animais silvestres, cães, gatos e a maioria dos vertebrados terrestres homeotérmicos (bovinos, suínos, cabras, etc.).e se contaminam ao ingerir oocistos esporulados que contenham:
esquizontes
merozoitos;
trofozoitos;
taquizoitos;
bradizoitos.