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“A preparação do viveiro visa disponibilizar alimento natural (plâncton = fitoplâncton + zooplâncton) em quantidade e qualidade necessárias ao desenvolvimento de peixes em seus diferentes estágios de desenvolvimento, além de contribuir com a manutenção da qualidade da água.”
FARIA, R. H. S. et al. Manual de criação de peixes em viveiro. Brasília: Codevasf, 2013.
Com relação à preparação de viveiros, é correto afirmar:
Na parte interna, deve-se manter a matéria orgânica presente, composta de plantas, folhas, galhos, restos de fezes e, eventualmente, de ração, pois a decomposição dessa matéria orgânica melhora a qualidade da água.
A calagem, técnica na qual é utilizado calcário para melhorar a qualidade química, física e biológica da água e do solo do fundo do viveiro, deve ser feita com uma antecedência de 10 dias ao enchimento.
A fertilização dos viveiros, que pode ser química ou orgânica, deve ser realizada previamente ao povoamento com os peixes e é utilizada para reduzir a produção de fitoplâncton.
No caso de crescimento exagerado de microalgas, principalmente quando ocorre a associação de dias ensolarados e excesso de adubação orgânica ou química, o produtor deve aumentar o fornecimento de ração e diminuir o uso de aeradores.
Uma das formas de controle de plantas indesejadas na piscicultura consiste na renovação da água dos viveiros de modo a manter a transparência entre 90 e 120 centímetros (medida do Disco de Secchi).