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A importância do manejo da fauna silvestre brasileira nos últimos 10 anos tem sido um tema de crescente relevância devido a diversos fatores ambientais e sociais. Dentre os benefícios encontrados, quando se aplicou o manejo adequado da fauna silvestre durante este período, não se inclui:
preservação da biodiversidade: O manejo da fauna silvestre contribui para a conservação de espécies ameaçadas e para a manutenção da diversidade biológica em ecossistemas naturais.
sustentabilidade econômica: Programas de manejo promovem o uso sustentável dos recursos naturais, beneficiando economicamente comunidades locais através do ecoturismo e outras atividades sustentáveis.
educação ambiental: A gestão da fauna silvestre tem sido fundamental para a conscientização e educação ambiental, aumentando o conhecimento da população sobre a importância da conservação.
extinção de doenças: O manejo da fauna silvestre contribui para inexistência de zoonoses, acabando com a transmissão de doenças entre animais silvestres e humanos.
No processo de reabilitação, os animais silvestres reaprendem a voar e caçar para conseguirem sobreviver na natureza. Todo este processo é acompanhado pelos técnicos que verificam a evolução dos animais até que eles estejam aptos para serem soltos, finalmente, na natureza. Sobre esse assunto assinale a alternativa CORRETA.
Não é realizada a soltura imediata (IN 179, artigo 4, de 25 de junho de 2008) dos animais recém capturados, com procedência e ocorrência natural para a espécie comprovada.
Os critérios utilizados na triagem dos animais para soltura são apenas recuperação sanitária e bom condicionamento físico.
As áreas de soltura e monitoramento de fauna, não são um fator essencial para a reintrodução de animais silvestres na fauna.
A ambientação, enriquecimento e socialização (se compatível com a biologia da espécie) são procedimentos que procuram maximizar os efeitos negativos do cativeiro.
Os animais que não atenderam os critérios utilizados na triagem para Programas de Soltura são encaminhados para cativeiro, como jardim zoológico, entre outros.
A classe das aves engloba centenas de espécies que apresentam hábitos alimentares extremamente distintos e inúmeras particularidades nutricionais. O profissional responsável pela nutrição de aves mantidas em cativeiro deve conhecer cada uma das particularidades, a fim de evitar o desenvolvimento de distúrbios metabólicos, doenças nutricionais ou perda de características fenotípicas da espécie. Em relação ao tema, considere as seguintes afirmativas:
1. Em vida livre, as aves de rapina consomem presas inteiras, porém, quando mantidas em cativeiro, se alimentadas com dietas à base de carne, camundongos ou pintainhos de 1 dia, podem apresentar deficiências nutricionais e doenças ósseas metabólicas decorrentes da relação Ca:P inadequada.
2. Tucanos são propensos ao desenvolvimento da doença do acúmulo de ferro. Considerada como uma doença de caráter nutricional, a melhor maneira de prevenir seu aparecimento é o fornecimento de dietas contendo níveis de ferro entre 40-80 ppm.
3. Alimentação à base de sementes em aves granívoras pode ocasionar deficiências nutricionais e/ou obesidade, uma vez que as sementes apresentam relação de Ca:P inadequadas, excesso de lipídios e deficiência de vitaminas e aminoácidos essenciais.
4. A maioria das espécies de pinguins mantidos em cativeiro podem ser alimentados por meio do fornecimento de pescados congelados sem necessidade de suplementação nutricional.
5. Na natureza, os flamingos alimentam-se de pequenos invertebrados, crustáceos, insetos, algas e pequenos peixes, perfazendo uma dieta rica em astaxantina. Em cativeiro, a manutenção da coloração das pernas e penas em flamingos é realizada pelo fornecimento de dietas ricas em pigmentos carotenoides.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas 1, 3, 4 e 5 são verdadeiras.
Muitas populações de animais selvagens vêm enfrentando declínio acentuado, decorrente das alterações ambientais. Dessa forma, a interferência humana, por meio de atividades de manejo e monitoramento da fauna selvagem, tem-se tornado cada vez mais importante, na tentativa de aumentar as perspectivas de conservação, especialmente em espécies ameaçadas de extinção. Com base nos conhecimentos sobre manejo e monitoramento da fauna, considere as seguintes afirmativas:
1. Nos processos de translocação e reintrodução de animais selvagens, não se recomenda a realização de quarentena, uma vez que a transmissão e transferência de patógenos são consideradas baixas.
2. O processo de soltura de um animal é caracterizado por ser um momento sem necessidade de adaptações, visto que o animal está sendo liberado em seu hábitat natural.
3. O manejo da fauna baseado no restabelecimento da variabilidade genética das populações busca diminuir processos de endogamia e da expressão de alelos deletérios.
4. A construção de corredores ecológicos tem sido uma estratégia de manejo populacional benéfica para o manejo da fauna, uma vez que sua implantação não causa efeitos negativos às populações que os utilizam.
Assinale a alternativa correta.
O Brasil é o segundo maior criador de rãs do mundo, sendo a rã-touro a espécie mais cultivada.
Sobre a criação de rã-touro, é correto afirmar que
a fase de girino pode durar até 70 dias, independentemente da temperatura da água.
a faixa de pH da água desejável para a criação é entre 5,5 – 6,5.
na fase de girinagem, a renovação diária de água deve ser de 60% do volume do tanque.
a faixa de temperatura ideal para seu desenvolvimento ótimo é entre 25°C e 28°C.
Jafarabadi, Mediterrâneo e Murrah são alguns exemplos de raças de búfalos existentes no Brasil.
A capivara, espécie nativa de ruminante presente nas Américas, tem sido explorada, nos últimos tempos, de forma comercial.