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As práticas de Relações Públicas (RP) são fundamentadas em teorias que explicam a dinâmica da comunicação entre organizações e seus públicos, orientando estratégias eficazes e promovendo relacionamentos sustentáveis. Considerando essas teorias, assinale a alternativa correta.


A

A Teoria dos Públicos Situacionais sugere que os públicos são homogêneos em suas necessidades e níveis de engajamento, dispensando estratégias de segmentação e priorização.


B

A Teoria dos Sistemas propõe que as organizações devem adotar uma comunicação unilateral para manter o controle sobre o fluxo de informações em ambientes dinâmicos.


C

A Teoria da Excelência desconsidera a participação estratégica das RP no processo decisório, focando exclusivamente em ações operacionais.


D

A Teoria da Comunicação Bidirecional Simétrica enfatiza o equilíbrio e o feedback mútuo entre organizações e públicos, promovendo benefícios recíprocos e fortalecendo os relacionamentos.

O gestor de eventos contratou os serviços de uma agência de relações públicas para divulgação de uma Mostra de Cinema e atendimento à imprensa. Após o job, a agência precisa elaborar um relatório sobre o trabalho executado, com foco no atendimento à imprensa antes, durante e após a mostra de cinema, para facilitar a mensuração. O método de avaliação mais adequado ao caso para chegar à razão sobre o investimento na contratação da agência é:


A

custo por pessoa que compareceu à Mostra.


B

avaliação das solicitações de informação pela mídia.


C

avaliação da equivalência publicitária na mídia.


D

avaliação das ações do público da Mostra.


E

avaliação do grau de satisfação do público da Mostra.

No início do mês de setembro de 2023, um jornal de grande circulação no país anunciava o seguinte:


Um dos eventos mais aguardados pelo empresariado brasileiro [...] ocorre em meados de setembro em Nova York (EUA) e já conta com empresários como Luiza Trajano (Magazine Luiza), Suelma Rosa (Unilever), Alexandra Pain (C6 Bank) e Reynaldo Goto (BRF). Promovido pelo Pacto da ONU, o evento é disputado porque atrai notáveis pensadores para discutir como a iniciativa das próprias empresas tem peso para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas da Agenda 2030, que prevê, por exemplo, redução de gases estufa e inclusão de minorias.


SUSTENTABILIDADE reúne empresários em evento da ONU. Folha de S. Paulo. Coluna Painel S. A. 4 set. 2023. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2023/09/sustentabilidade-reune-empresarios-em-evento-da-onu.shtml. Acesso em: 7 set. 2023.


Considerando-se que uma gestão ambiental eficiente nas organizações — incluindo a iniciativa privada — é fundamental para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), constata-se que as diretrizes de governança corporativa devem


A

promover iniciativas de desenvolvimento econômico em países em desenvolvimento, buscando contribuir para a geração de riquezas, a despeito de uma distribuição de renda mais equânime, entendendo como secundários, portanto, o consumo e as produções responsáveis e a redução das desigualdades.


B

apartar e distinguir diferentes temas no campo do desenvolvimento sustentável, para, com isso, garantir que políticas e iniciativas de erradicação da pobreza e de redução das desigualdades sejam consideradas de forma isolada e desligadas de ações contra a mudança global do clima, e a proteção das vidas marinha e terrestre.


C

defender e difundir a ideologia de gênero, impor obstáculos ao desenvolvimento econômico (ao promover o trabalho decente) e interditar permanentemente o uso de combustíveis fósseis em todo o planeta, já no ano de 2025.


D

estimular iniciativas de proteção às vidas na terra e nas águas do planeta, sensibilizar as populações de países desenvolvidos e em desenvolvimento para o consumo e a produção consciente de bens e serviços, e estimular o crescimento econômico desigual e o acesso restrito a serviços de saúde e educação.


E

estar atentas — em especial levando-se em conta seus princípios de transparência e responsabilidade social — à viabilidade econômico-financeira do negócio na mesma medida em que gerenciam adequadamente os riscos relativos às suas externalidades negativas e os aspectos sócio-trabalhistas do empreendimento, como valorização da diversidade, incluindo gênero, raça, cultura e orientação sexual.

Conhecimento estratégico, domínio de redação, pensamento globalizado e ação localizada são técnicas exclusivamente utilizadas pelos profissionais no atual contexto das atividades em relações públicas.


C

Certo


E

Errado

Na visão das Relações Públicas, o grupo que está ligado à organização e estabelece com ela uma relação de influência mútua é chamado de público


A

alvo


B

misto


C

interno


D

externo


E

estratégico

Sobre os três modelos de comunicação, atividades-meio de relações públicas, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.


1 Dirigida às pessoas como indivíduos anônimos. Constrói-se sobre códigos-padrão, perceptíveis e decodificáveis por amplos segmentos da população.

2 Dirigida a pessoas com determinado papel, trabalho ou ocupação na sociedade. Constrói-se sobre códigos próprios de uma profissão ou ocupação.

3 Destinada a grupos ou pessoas que contem com determinada especialidade ou diferença. Não se constrói sobre códigos-padrão, mas sobre características de cada receptor.


( ) Comunicação Dirigida

( ) Comunicação de Massa

( ) Comunicação Segmentada


A ordem numérica CORRETA, de cima para baixo, é:


A

3-2-1.


B

2-3-1.


C

3-1-2.


D

2-1-3.

O “instrumento do planejamento está diretamente relacionado com a logística de implantação das ações ou atividades planejadas. Ordena no tempo e no espaço as atividades a serem desenvolvidas.”


Segundo Margarida Kunsch, esse conceito trata, CORRETAMENTE, de:


A

Mídia.


B

Plano.


C

Programa.


D

Projeto.

Ao tratar do enunciado como unidade da comunicação discursiva, Mikhail Bakhtin diz, em Estética da criação verbal, que “o falante não é um Adão”.


O que o autor quis dizer com essa afirmação?


A

O enunciado é um elo na cadeia da comunicação discursiva e não pode ser separado dos elos precedentes e subsequentes dessa cadeia.


B

Há enunciados que respondem aos enunciados de outros que o antecederam, outros não; estes rompem um elo na cadeia da comunicação discursiva.


C

O falante está relacionado com “objetos virgens”, ou seja, ainda não nomeados, e a tais objetos dá nome pela primeira vez.


D

O enunciado tem autoria e destino; a autoria é de um sujeito falante relacionado com o gênero feminino, enquanto o destinatário pode ser qualquer participante-interlocutor.


E

O objeto do discurso do falante, seja esse objeto qual for, torna-se pela primeira vez objeto do discurso em um dado enunciado.

Em recente pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef-SP), buscou-se aferir o estágio de maturidade de empresas na medição dos temas socioambientais. O resultado pode ser lido abaixo:



Dado


Os KPIs (do inglês Key Performance Indicators) são os Indicadores-Chave de Desempenho.


ESG para executivos de finanças. Pesquisa EBEF-SP. Set. 2022, p. 19. Disponível em: https://ibefsp.com.br/. Acesso em: 10 set. 2023. Adaptado.


Considerando-se o gráfico acima e usando-se o mercado de finanças como um suposto espelho de empresas de outras áreas, constata-se que


A

as empresas que não têm nem indicadores nem metas ambientais claramente definidos (36%, segundo o gráfico) são as mais preparadas para se adaptarem ao mercado atual, pois têm instrumentos mais eficazes tanto para a mensuração de riscos, quanto para a avaliação da relação entre sua reputação e o capital investido em gestão de resíduos.


B

há um amadurecimento importante por parte das empresas considerando os temas socioambientais, com pouco espaço para melhora, uma vez que mais da metade dos executivos afirmou que suas organizações já possuem metas claramente definidas.


C

ainda é insipiente a medição de temas socioambientais nas empresas que compõem o grupo de instituições pesquisadas, uma vez que mais da metade delas não tem qualquer indicador ou metas socioambientais definidas, ou seja, não possuem compromisso com aspectos sociais (como diversidade e inclusão no espaço de trabalho) nem com aspectos ambientais (uso eficiente de capital natural).


D

ainda que haja bastante espaço para melhora, o fato de quase 2/3 (64%) das empresas que compõem a pesquisa já possuírem indicadores e metas em desenvolvimento ou claramente definidos (que podem dizer respeito, por exemplo, à gestão de resíduos e ao uso consciente de material reciclável) aponta para a grande importância que os temas socioambientais têm ganhado nas organizações.


E

a maioria dos executivos é refratária à medição de temas socioambientais em suas empresas, uma vez que 41% deles afirmam não possuírem indicadores, nem KPIs nem metas socioambientais claramente definidas, navegando no escuro no que diz respeito tanto à responsabilidade social da empresa quanto a seu compromisso com o meio ambiente e com as comunidades locais.

A ONU lançou um conjunto de 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que são simbolizados na imagem abaixo:



Disponível em: https://impactosocial.esolidar.com/2020/03/31/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-onu/. Acesso em: 9 set. 2023. Adaptado.


Considerando-se a imagem acima, verifica-se que conceito de desenvolvimento sustentável se refere a um(a)


A

processo integrado de mudança de práticas econômicas, políticas e sociais, em que a exploração de recursos naturais (renováveis e não renováveis), o direcionamento de investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e as mudanças institucionais buscam atender às premências e às aspirações humanas atuais, sem, contudo, ignorar as necessidades das gerações futuras.


B

interdição total, irrestrita e absoluta da exploração dos recursos naturais não renováveis, com o objetivo de preservar o ecossistema em sua integralidade, ainda que isso agudize as desigualdades socioeconômicas entre países e pessoas.


C

orientação vaga e imprecisa que busca impor limites ao crescimento e ao desenvolvimento econômico, condenando milhares de pessoas (em especial de países em desenvolvimento) a um lugar marginal e periférico no processo de distribuição de renda e acesso a recursos naturais.


D

estratégia ideológica que prioriza a conservação do meio ambiente, relegando a um lugar depreciativo o progresso e a inovação tecnológica, o que, em última instância, impede o desenvolvimento econômico e científico.


E

iniciativa que, apesar de meritória, se revelou, nos últimos anos, inviável do ponto de vista econômico, por exigir investimentos econômicos vultosos sem qualquer possibilidade de retorno (seja financeiro, seja relativo à qualidade de vida), em especial para as gerações futuras.

Segundo Margarida Krohling Kunsch, “no composto da comunicação organizacional integrada, a comunicação institucional é a responsável direta por meio ______________, pela construção e formação de uma imagem e identidade corporativas fortes e positivas de uma organização”.


A alternativa que completa a lacuna na afirmação da autora é:


A

da gestão estratégica das Relações Públicas


B

da Comunicação Empresarial


C

da comunicação interna junto aos stakeholders


D

de metas focadas na comunicação externa


E

da divulgação da imagem corporativa

A sustentação da reputação on-line envolve dois aspectos: a proteção da imagem em si e a monitoração constante dos consumidores na internet. Deve-se lembrar sempre que a organização deixa de ter total controle sobre si.


Essa afirmativa se refere a:


A

Estratégia digital.


B

Gestão de imagem.


C

Gestão on-line.


D

Marketing digital.

A metodologia, intitulada de “Os 4 Rs das Relações Públicas”, do pesquisador Manuel Marcondes Machado Neto, propõe a interlocução de ferramentas e estratégias de comunicação que devem ser utilizadas nas diferentes etapas de maturidade institucional da organização, bem como na consolidação de sua identidade corporativa. Os termos que compõem a Metodologia dos 4 Rs das Relações Públicas são:


A

Resiliência, Relevância, Reputação e Relacionamento.


B

Relevância, Reconhecimento, Reputação e Renovação.


C

Reputação, Relevância, Relutância e Respeitabilidade.


D

Respeitabilidade, Relutância, Renovação e Resiliência.


E

Reconhecimento, Relacionamento, Reputação e Relevância.

Um projeto que permita o desencadeamento de ações concretas de cooperação e colaboração, no qual os cidadãos se sintam efetivamente envolvidos no problema que se quer resolver e compartilhem a responsabilidade pela sua solução se baseia CORRETAMENTE em:


A

Estratégias de Consulta Pública.


B

Estratégias de Efetividade Institucional.


C

Estratégias de Mobilização Social.


D

Estratégias de Supressão de Conflitos.

Cada vez mais, as empresas investem no chamado CRM (Customer Relationship Management), a fim de intensificar as relações com seus clientes.


Estabelecer práticas de CRM torna-se uma vantagem competitiva para a organização, uma vez que


A

reduz os custos de produção.


B

limita o comércio colaborativo.


C

alinha incentivos e indicadores.


D

aumenta a rotatividade dos clientes.


E

fornece menos informações para a linha de frente.

Coordenar as comissões e, se necessário, convocar e substituir membros; prever novas tarefas e distribuí-las às comissões, controlando sua execução; supervisionar e avaliar os programas de trabalho e os cronogramas das comissões; oferecer apoio estratégico às comissões; definir contratar, distribuir e controlar os recursos humanos necessários. Essas atividades de um evento são CORRETAMENTE responsabilidade do:


A

Coordenador Adjunto.


B

Coordenador Central.


C

Coordenador Geral.


D

Secretário.

No contexto das Relações Públicas, qual das seguintes ações NÃO está alinhada com as práticas de responsabilidade social?


A

Desenvolvimento de campanhas de conscientização ambiental.


B

Promoção de eventos que visam exclusivamente ao lucro da empresa.


C

Parcerias com ONGs para projetos de impacto social.


D

Divulgação de relatórios de sustentabilidade corporativa.


E

Engajamento em diálogos com stakeholders sobre ética empresarial.

Analise as afirmativas sobre a relação entre a organização e a internet:


(1) No caso de uma informação reservada e caluniosa vazar na rede, o mais importante, do ponto de vista da reputação, é identificar quem vazou e como vazou.

(2) Documentos vazados geram crises porque a informação preservada pode encerrar segredos importantes que a organização não gostaria de trazer à tona e, assim, desestabilizar pessoas e instituições.

(3) Há uma tendência das fontes, principalmente quando a denúncia procede e não há explicações convincentes, de minimizá-las internamente. Como se abafar pudesse resolver.


Estão CORRETAS as afirmativas:


A

1 e 2, apenas.


B

1 e 3, apenas.


C

2 e 3, apenas.


D

1, 2 e 3.

Considere o texto abaixo, que aborda a relação entre ética empresarial e sustentabilidade.


Muitas empresas trataram inicialmente o tema da ética estritamente em termos de mercado: investir mercadologicamente na ética. [...] Fizeram da Responsabilidade Social e do Código de Ética uma peça publicitária. [...] Outras empresas foram apercebendo-se de que havia um outro desafio. Levantou-se a hipótese de que o mercado (assim como a política) estivesse esbarrando num limite de sustentabilidade que requereria um outro tipo de atitude diante das questões ambientais, sociais, éticas. [...] Isso significaria apostar num novo padrão de relação com todos os stakeholders, num compromisso efetivo com a sociedade, a cultura, a comunidade local, o meio ambiente, a vida dos colaboradores da empresa, sem inviabilizarem seus negócios. Essas empresas são as que olham mais à frente, para uma necessária, ainda que precária, reconciliação entre economia e sociedade, produtividade e desenvolvimento, lucro e justiça social, empreendedorismo e ética. [...] Mobilizam suas Relações Públicas nesse sentido de comunicação e de compromisso público.


CASALI, A. Ética e sustentabilidade nas Relações Públicas. In. Organicom, ano 5, n.8, 2008.


Levando-se em conta a fundamental importância da função do profissional de Relações Públicas na gestão das relações organizacionais e na comunicação entre as empresas e seu público, verifica-se que


A

a estratégia mais viável para empresas é reduzir aspectos éticos e de responsabilidade social à propaganda publicitária, pois esse é o único meio eficiente de comunicação entre a marca e seus consumidores e, consequentemente, de viabilização financeira dos negócios.


B

o profissional de relações públicas pode contribuir na transmissão dos valores da empresa associados a um compromisso ético efetivo com a sociedade, apresentando, por exemplo, suas iniciativas alinhadas às diretrizes desenhadas pelos 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).


C

a aposta a ser feita, em nossos dias, é em um novo padrão de relação entre os negócios e as partes interessadas (stakeholders), desassociando lucro e justiça social, empreendedorismo e ética, sustentabilidade e redução de desigualdades, subordinando, assim, à lógica do capital e do lucro a curto prazo as ações sociais e de impacto ambiental das empresas.


D

a função da empresa é formular um código de Ética Empresarial que dê conta de suas iniciativas de responsabilidade social, apostando que este seja o único e principal instrumento de comunicação de valores, avaliação e mensuração de riscos e impactos ambientais.


E

os valores sociais são sempre individualizáveis — o que é bom para um pode ser mau para o outro —; portanto, recomenda-se reconhecer que as iniciativas sustentáveis de cada empresa, bem como os impactos socioambientais de seus negócios, devem ser pautados pelo sigilo e raramente comunicados ao público.

Em setembro de 2022, diversos ex-ministros da economia assinaram um documento intitulado “A importância da sustentabilidade para a economia do Brasil”. Nele, pode-se ler:


Nós, ex-ministros da Fazenda e ex-Presidentes do Banco Central, reafirmamos a centralidade da sustentabilidade ambiental e do combate ao aquecimento global para o sucesso econômico e social do Brasil e para a segurança mundial [...]. O custo do aquecimento global vai aumentar muito, especialmente para os países tropicais. Ele irá prejudicar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e embotar a consolidação das melhoras de padrão de vida alcançadas nas últimas décadas, inclusive no Brasil. [...] O Brasil tem a capacidade técnica e os recursos naturais para ser vitorioso no novo ambiente econômico mundial pautado pela necessidade de evitar o aquecimento global e alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável [...]. Essa vantagem é respaldada pelo crescente compromisso da sociedade e de inúmeras empresas no Brasil com a sustentabilidade. Mas o sucesso do Brasil nesse ambiente dependerá, de forma crucial, da prioridade política e urgência que os próximos governos deem à agenda da sustentabilidade, do fim célere do desmatamento e das ações no rumo da economia de carbono zero.


A importância da sustentabilidade para a economia do Brasil. Disponível em: https://convergenciapelobrasil.org.br/carta-manifesto-2022/. Acesso em: 7 set. 2023. Adaptado.


A partir da leitura do texto acima e considerando-se a importância do tema da sustentabilidade para a economia brasileira e para a conjuntura econômica internacional, constata-se que


A

a relação entre o aquecimento global, as atividades humanas e o crescimento econômico é uma falácia: o Brasil tem plenas condições de seguir crescendo, distribuindo renda e conquistando mercados internacionais sem necessariamente estar atento às questões relativas a sustentabilidade.


B

o Brasil não tem como enfrentar os desafios que no presente se impõem: diminuir ou dar fim ao desmatamento na Amazônia e no cerrado, inserir-se na economia de carbono zero, ou mesmo legislar com o objetivo de proteger o meio ambiente e os recursos naturais.


C

seja do ponto de vista da disponibilidade de capital natural, seja levando em conta critérios de capacidade técnica e compromisso — da sociedade e de inúmeras empresas no país — os economistas defendem que o Brasil tem condições de se destacar no mercado internacional, desde que seja dada prioridade política à agenda de sustentabilidade.


D

a desvantagem do Brasil não está na ausência de recursos naturais, mas na falta de compromisso da sociedade e de inúmeras empresas no Brasil com a sustentabilidade, apesar do crescente investimento que o setor público tem feito em iniciativas de proteção ao desmatamento e diminuição do uso de recursos naturais não renováveis.


E

a sustentabilidade é um tema que deve ser prioritariamente conduzido pelo setor privado, já que não cabe ao Estado desenvolver políticas públicas que priorizem a agenda da economia e do desenvolvimento sustentável.

 
 
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